Panorama do Mercado – No Objetivo

Tivemos a segunda semana seguida de alta para a bolsa brasileira, apesar da realização de sexta-feira o Ibovespa terminou o período com ganhos de +2,53%.

Nos Eua, a divulgação da Ata do Fed destacou que o mercado de trabalho está mais forte que o esperado, convergindo para os objetivos estipulados pelo FED. Contudo, a Autoridade Monetária ainda não apresentou nenhum sinal claro sobre o movimento de elevação da taxa de juros.

No Brasil, foi definido a candidatura Marina e a primeira pesquisa com sua presença já sinalizou que a perspectiva de segundo turno está alta. No cenário econômico, o Ministro Mantega anunciou novas medidas para impulsionar o crédito, com potencial de injetar mais R$ 25 bilhões na economia, ao que parece, é mais uma iniciativa para estimular a atividade através do consumo.

Na semana que se inicia, a corrida presidencial continua em destaque, na quarta a Band transmite o primeiro debate e a Globo uma nova pesquisa eleitoral. No cenário externo, o mercado deve continuar buscando informações para saber quando o Banco Central irá elevar os juros.

Conforme antecipamos no Panorama anterior o Ibovespa atingiu o objetivo dos 59 mil pontos. Nesse momento, apesar da tendência permanecer de alta (ver Lta) a chance de realização aumenta.

Quem acompanhou o trade desde o início, deve ter aproveitado o patamar de 59 mil pontos para colocar os ganhos no bolso e zerar posição. Nesse momento, o mais aconselhado é esperar pacientemente novas oportunidades.

Quem está de fora, enquanto a Lta for respeitada, vale ficar atento as operações de curto prazo.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Agora vai!

Essa foi uma semana bastante volátil para a bolsa brasileira. Depois de muitas altas e baixa, os compradores ganharam a disputa e o Ibovespa terminou o período com valorização de +2,5%.

No Brasil, o trágico acidente com o candidato Eduardo Campos, que ficará marcado na história política do país, deixou de luto o país e ampliou o clima de incerteza na corrida presidencial, gerando alto impacto no mercado que passou a especular cenários distintos para a sucessão.

No cenário internacional, a crise na Ucrânia que vinha perdendo força, ganhou novos desdobramentos depois da notícia divulgada na sexta-feira que uma coluna do exercito Russo foi abatida. Na Ásia, o PIB do Japão recuou -1,7% no segundo trimestre, em comparação com os três meses anteriores. Na China, a produção industrial teve alta de 9%, contudo, o resultado veio abaixo das expectativas e decepcionou os investidores.

Na semana que se inicia, o destaque ficará por conta da divulgação do nome do novo candidato a presidência, tudo indica Marina Silva seja escolhida, o Datafolha já deve divulgar novas pesquisas considerando a presença dela na corrida presidencial. Nos EUA, será divulgada a Ata da última reunião do Fomc.

 

O que Fazer

Durante a semana, o patamar de 55 mil pontos foi testado e respeitado. Conforme antecipamos no Panorama anterior esse é um importante divisor de águas, enquanto o Ibovespa se mantiver acima dos 55 mil a tendência de alta está mantida e o objetivo continua nos 59 mil pontos.

 

Quem está comprado, o trade permanece aberto e o Stop deve ser mantido nos 55 mil pontos.

Quem está de fora, é importante acompanhar de perto, pois o rompimento da acumulação (57 mil pontos) deve acelerar a alta em busca do objetivo, abrindo oportunidades de trade.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Vale a pena investir em Imóveis?

Faz parte da sabedoria popular que imóvel é uma boa alternativa de investimento. É comum ouvir os investidores, ou interessados em adquirir imóveis afirmar que nessa modalidade sempre se ganha.

Avaliando o mercado de perto e levando em consideração a o momento atual do mercado imobiliário, percebe-se que a situação não é tão simples assim, vamos aos exemplos:

a)      Pode-se perceber na principais capitais brasileiras diversos imóveis que foram entregues nos últimos anos, que ainda estão desocupados e os proprietários não estão conseguindo nem vender, nem menos alugar. O capital inicial está empatado gerando despesas como aluguel, Iptu.

b)      Existem também casos mais graves que os proprietários estão esperando as unidades ficarem pronta, mas as obras permanecem inacabadas. Para piorar a situação, diversas empresas fecharam as portas deixando os “investidores” sem receber o produto comprado.

Esses exemplos mostram que o investimento em imóvel, assim como qualquer outra modalidade, apresenta riscos para o investidor, que pode ser surpreendido com situações adversas, levando-o a perda de uma parte ou até mesmo a totalidade do capital.

Logicamente, que esses fatos pontuais são insuficientes para caracterizar o mercado imobiliário como uma alternativa ruim de investimento. Afinal, também é fato conhecido que diversas pessoas conseguem ter boa rentabilidade com esse tipo de aplicação.

Dessa forma, o objetivo desse Post é de somente lembrar que a relação Risco x Retorno é a base principal na decisão de investimento. Ou seja, se o mercado imobiliário apresenta boas alternativas de ganho, logicamente esse resultado só virá com uma boa dose de risco.

Assim, ao escolher aonde será aplicado o capital, é fundamental avaliar cuidadosamente o risco existente na negociação. Quando se esquece que o risco existe, situações negativas serão consideradas erradamente como grandes surpresas.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Risco alto

Depois de bastante volatilidade, a cautela tomou conta dos investidores e  Ibovespa terminou a semana em queda de -0,59%.

No Brasil, o Governo aprovou o socorro de R$ 6,5 bilhões as empresas distribuidoras de energia, trata-se de mais uma medida emergencial para compensar as perdas do setor, que vem sofrendo com o controle dos preços. Ou seja, para o consumidor não sentir o efeito da elevação da tarifa de energia, o Governo utiliza recursos do Estado para salvar as distribuidoras. Além disso, o setor automobilístico, que foi referência para o crescimento econômico nos últimos anos, apresentou uma retração de 17%, no acumulado do ano até julho, confirmando as dificuldades que passa a economia brasileira. No cenário corporativo, notícias sobre aumento do combustível e o desenrolar da Cpi ampliaram a volatilidade das ações da Petrobras.

No cenário externo, o agravamento da crise da Ucrânia com a Rússia ampliando a movimentação de tropas no leste da Ucrânia e ameaçando retaliar os EUA e a Europa, assustou os investidores. Na Europa, o Banco Central manteve a taxa de juros em 0,15%, mas não deu sinais sobre novas medidas de estímulo econômico.

Na semana que se inicia, o mercado deve começar repercutindo a divulgação do balanço da Petrobras, que ocorreu na sexta-feira, a empresa apresentou uma retração de 20% em relação ao ano anterior (4,96 bilhões). Além disso, os investidores vão continuar atentos a divulgação de novas pesquisas para a corrida presidencial e aos conflitos externos na Ucrânia, Faixa de Gaza e Iraque.

O que Fazer

O movimento de realização trouxe o Ibovespa de volta a Lta. Ressalta-se que esse patamar é um importante divisor de águas, pois se o suporte dos 55 mil pontos for perdido, a tendência de alta será refeita, abrindo espaço para uma realização até os 53 mil pontos.

Quem está posicionado, deve segurar firme e manter o STOP nos 55 mil pontos.

Quem está de fora, deve aguardar uma oportunidade mais clara para realizar novas entradas.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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A Magia do Longo Prazo

Conforme anunciamos no Post “Melhores investimentos de julho”, nesse Post vamos apresentar a diferença de rentabilidade, no longo prazo, entre um investimento na poupança, com taxa de 0,55% ao mês e um investimento em uma cesta de títulos (renda fixa e variável) com uma rentabilidade projetada de 1,5% ao mês.

Quando se observa a rentabilidade de um único mês (Tabela 1), a diferença de retorno entre aplicar na poupança ou procurar alternativas mais rentáveis é tão pequena (R$ 9,50) que investidor pode se sentir desestimulado a procurar possibilidades mais vantajosas de investimento.

Contudo, quando se mira a formação de poupança para o longo prazo e o investidor aproveita do tempo ao seu favor, essa diferença se mostra vantajosa e melhora quanto maior for o prazo.

Vamos ao exemplo abaixo (Tabela 2), onde se compara o investimento em poupança contra o investimentos em uma cesta de títulos (renda fixa e variável).

Observa-se na Tabela 2 que após cinco anos de investimento mensal de R$ 1.000, o retorno produzido por uma carteira com rentabilidade de 1,5% supera o ganho obtido na poupança em R$ 25.358.

A situação fica ainda mais atrativa quando o prazo é dilatado para 10 anos, observa-se na Tabela 3, que após uma década, o mesmo investimento em uma carteira com uma rentabilidade de 1,5% chega a render quase o dobro da tradicional aplicação na poupança, produzindo uma diferença de R$ 161 mil reais.

Essa é a magia dos juros compostos, quanto maior o prazo, mais elevado é o ganho. Quem já tem as finanças equilibradas e junta recursos mensalmente, deve levar em conta essas considerações para saber o que fazer com o dinheiro que vem sendo guardado. Afinal, saber onde investir é um passo tão importante, quanto a disciplina de poupar. O velho e bom colchão, assim como a tradicional poupança não conseguem dar ao dinheiro guardado todo o potencial que ele pode alcançar.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Na Lta

Depois de quatro semanas seguidas de alta, a cautela tomou conta, os vendedores entraram em ação e o Ibovespa terminou o período em queda de 3,32%, seu pior desempenho desde agosto de 2013. Contudo, no mês de julho a bolsa apresentou valorização de 5%.

No Brasil, o relatório Focus mostrou que a expectativa de expansão do PIB foi revisada para 0,9% em 2014, trata-se de mais uma redução nas projeções.  Já a expectativa da inflação permaneceu em 6,41%, no teto da meta. O dólar teve uma semana de alta e terminou cotado a  R$ 2,26. No cenário corporativo a Vale apresentou lucro líquido de R$ 3,187 bilhões no segundo trimestre.

Nos EUA, o presidente Obama anunciou uma nova rodada de sanções contra a Rússia, acompanhando decisão tomada pela União Europeia. A reunião do FOMC decidiu por mais um corte de U$ 10 bilhões no programa de incentivo a economia, mantendo “somente” a injeção de R$ 25 bilhões mensais. A Autoridade Monetária também alertou que só deve elevar a taxa de juros quando tiver sinais mais consistentes da recuperação econômica, apesar da divulgação do PIB  mostrar que o EUA cresceu 4% no segundo trimestre de 2014. Na Argentina, a confirmação do calote elevou o risco de contágio nos países vizinhos.

Na semana que se inicia, o mercado deve ficar atento ao desenrolar da crise na Argentina e a divulgação do balanço da Petrobras. Além disso, a crise na Ucrânia e a situação do banco Espirito Santo podem trazer volatilidade para o mercado.

O que Fazer

A queda dessa semana fez com que os preços terminassem o período próximo a Lta. Apesar da realização, a tendência de alta continua guiando o Ibovespa, esse cenário só desfeito caso os 55 mil pontos seja perdido.

Quem está comprado deve segurar firme até o objetivo dos 59 mil pontos, o Stop deve ser acionado na perda dos 55 mil pontos.

Quem está líquido o Ibovespa está apresentando uma oportunidade de entrada com stop curto (55 mil) e objetivo nos 59 mil.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Melhores investimentos de julho

O mês de julho foi muito positivo para o mercado acionário, reacendendo a esperança de recuperação para a bolsa de valores no segundo semestre do ano.

O Ibovespa fechou o período com uma rentabilidade de 5%. A aplicação na NTN-F do Tesouro Direto, com vencimento em 2025, ficou em segundo lugar apresentando uma rentabilidade expressiva para um título de renda fixa, alcançando a valorização de 2,04. Na terceira posição veio o Dólar que apresentou ganhos de 1,92%.

Já a poupança, aplicação mais tradicional do brasileiro, manteve-se como um investimento de baixo retorno, terminando o período com uma rentabilidade de 0,55%.

Ao observar essa diferença de rentabilidade das aplicações, um investidor iniciante pode ser levado a acreditar que a diferença entre as mesmas seja pequena e que o esforço para prospectar as melhores alternativas só vale a pena para quem tem um capital elevado. Afinal uma aplicação de R$ 1000 na bolsa renderia R$ 50, enquanto que a mesma aplicação na poupança renderia R$ 5,50. Dessa forma, uma diferença de R$ 44,5 (R$ 50 – R$ 5,50) não vai deixar ninguém mais rico.

Essa forma simplificada de calcular impede que o investidor deixe de observar os verdadeiros benefícios de uma aplicação de longo prazo, trata-se da magia dos juros compostos, ou do juros sobre juros…

Utilizaremos as mesmas rentabilidade utilizadas acima, para fazer o cálculo do retorno para investimentos realizados em prazo de 5, 10 e 20 anos no Post que virá depois do Panorama do Mercado. Confiram na semana que vem.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – A alta continua

No Brasil, a matéria da revista britânica Economist ressaltou que a economia brasileira continua em desaceleração, enquanto inflação acelera e a desconfiança aumenta. A Ata do Copom sinalizou que o juros deve permanecer estável, em virtude do baixo crescimento econômico. Contudo, a crença que a economia está descendo ladeira abaixo pode obrigar o Copom a voltar a reduzir a taxa, antes que a inflação volte para a meta.

No Cenário internacional, nem mesmo  a crise na Ucrânia ou na Faixa de Gaza prejudicou o desempenho das principais bolsas internacionais As principais bolsas americanas continuam operando em patamar de máxima histórica. Ao que parece, a preocupação dos investidores está mais voltada para  política de flexibilização monetária dos principais bancos centrais, FED e BCE.

Na semana que se inicia, nos EUA teremos divulgação do PIB, reunião do Fomc. No Brasil, o destaque será a divulgação do balanço da Vale e as novidades da corrida presidencial.

O que Fazer

O movimento de alta continuou guiando os preços para o objetivo dos 59 mil pontos. Conforme já afirmado nos Panoramas anteriores esse cenário será mantido enquanto a LTA for respeitada.

Quem realizou novas entradas no rompimento dos 56,5 mil pontos deve segurar firme até o objetivo nos 59 mil. O Stop deve ser mantido nos 55 mil.

Quem ainda não começou a operar na bolsa, pode estar perdendo a última chamada do ano para iniciar suas aplicações.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Perco dinheiro na poupança?

Nessa semana um leitor nos perguntou se era possível perder dinheiro investindo na poupança. Nesse post responderemos seu questionamento.

Em primeiro lugar vale lembrar o histórico recente do Brasil, quando no Governo Collor as poupanças foram confiscadas. Esse é um fato difícil de se repetir, mas já comprova que mesmo o investimento, considerado mais seguro do país, apresenta um determinado nível de risco, sempre superior a “0″. Além disso, vale lembrar aos leitores de um tipo de perda mais comum, relacionada a esse tipo de aplicação. Trata-se do retorno real negativo. Vamos tentar explicar.

Retorno negativo da poupança

No primeiro semestre de 2014 a rentabilidade da poupança ficou menor que a inflação. Enquanto a caderneta rendeu 3,47% nos primeiros seis meses do ano, a inflação medida pelo IPCA foi de 3,75%. Dessa forma, o retorno real da poupança no período (descontada a inflação), ficou negativo de -0,26%.

O que isso significa?

Isso significa que uma aplicação de R$ 10 mil teria rendido R$ 10.347 reais em seis meses e o investidor iria observar que ganhou R$ 347 no semestre. Contudo, o objetivo da poupança é guardar no presente para poupar no futuro, para que isso aconteça a rentabilidade da aplicação deve ser maior que o aumento dos preços. Dessa forma, como a alta da inflação superou o retorno do investimento, significa dizer que o ganho obtido com a aplicação não é suficiente para comprar a mesma cesta de produtos disponível no início do ano. Ou seja, a análise aprofundada dos fatos nos leva a concluir que o esforço de poupar foi em vão e que o investidor perdeu poder de compra, já que com seu investimento não é mais possível comprar o que foi planejado no passado.

Como se defender dessa situação?

Para buscar ganhos mais atrativos é preciso ampliar o conhecimento do mercado financeiro. A capacidade de poupar é algo muito importante e deve ser valorizada, mas conhecer os produtos financeiros, para saber aonde colocar o dinheiro que foi guardado é essencial.

Além do Tesouro Direto, que comentamos constantemente nesse espaço, alguns produtos financeiros tem ampliado seu destaque entre os investidores, são eles: debêntures, CRI, Fidc, Fundos Imobiliários, Fundos de ações, ações. Cada um deles apresenta um nível diferenciado de risco retorno em relação aos demais. Cabe a cada investidor identificar o seu perfil, conhecer cada produto e montar uma cesta de investimentos que consiga equilibrar a equação Risco x Retorno, mas que garanta uma rentabilidade positiva para seu capital. Esse “trabalho” adicional é de suma importância e faz uma diferença enorme no longo prazo.


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Panorama do Mercado РMomento de deciṣo

Tivemos uma semana de euforia para a bolsa brasileira. Os compradores mostraram força e o Ibovespa terminou o período em alta de 4,06% e atingiu o maior patamar desde março de 2013.

No Brasil, o Boletim Focus mostrou que a projeção para inflação, em 2013, aumentou para 6,48%. Apesar disso, o Copom manteve a taxa de juros estável no patamar de 11 % ao ano. Ou seja, para Autoridade Monetária não será necessário novos aumentos nos juros para controlar a elevação dos preços. Resta saber se essa medida é eleitoreira ou tem algum fundamento econômico… Pela reação do mercado a divulgação da pesquisa do Datafolha, que passou a prever um empate técnico, caso haja segundo turno, fica evidente que a economia está sendo mal conduzida. Ainda no cenário local, a presidente Dilma anunciou a criação do “Banco dos Brics” – New Development Bank (NDB), a sede será na China, a primeira presidência da instituição será exercida pela Índia, o capital inicial é de US$ 50 bilhões. Trata-se de um passo simbólico e importante, mas com poderes ainda limitados na economia mundial.

Na China, a divulgação do PIB mostrou que a economia cresceu 7,5% no segundo trimestre, quando comparado ao ano anterior. Esse dado confirmou a força da economia asiática e trouxe ânimo ao mercado. Nos EUA,  a presidente do Federal Reserve afirmou que a recuperação econômica ainda não está concluída e, por esse motivo, o Banco Central americano pretende manter o apoio a economia para impulsionar o crescimento. Contudo, se as condições do mercado de trabalho continuarem melhorando, mais rápido do que o previsto, a autoridade monetária pode elevar a taxa de juros antes do projetado. As dúvidas sobre a economia americana, elevaram a volatilidade do dólar perante as principais moedas internacionais.

Na semana que se inicia, a temporada de resultados deve continuar movimento o mercado, mas os investidores parecem estar atentos mesmo é a corrida presidencial no Brasil. No cenário externo, o foco deve ser as repercusões da crise na Ucrania, após o atentado ao avião na região da fronteira com a Russia.

 

O que Fazer

Os preços continuaram em forte alta e alcançaram o objetivo dos 56,5 mil pontos, estabelecido no Panorama de 21/06/14. Pode-se observar, inclusive, que uma acumulação de longo prazo, iniciada em junho de 2013, está para ser rompida. Caso isso aconteça, a tendência de alta ganha mais força, podendo guiar o Ibovespa para os 59 mil pontos. Destaca-se, que o cenário positivo será mantido enquanto a LTA (Ver gráfico) continuar sendo respeitada.

Quem está comprado e realizou bons ganhos, está na hora de reduzir a posição e aguardar novas oportunidades.

Quem está líquido, pode acionar novas entradas, caso o rompimento dos 56,5 mil pontos seja confirmado. O objetivo vai estar nos 59 mil e o stop nos 54,5 mil pontos.

Quem está de fora, depois de sete anos em queda, o Ibovespa está próximo de confirmar um forte sinal de recuperação (o rompimento da acumulação que vem desde 2013).

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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