Panorama do Mercado – Possível rali

Tivemos a quarta semana seguida de alta para a bolsa brasileira, o que levou o Ibovespa a uma valorização de +0,68%. O mês de fevereiro também foi positivo e o indicador acionário terminou o período com ganhos de +9,97%, trata-se da maior valorização mensal desde janeiro de 2012.

No Brasil, o resultado do superávit (R$ 21,1 bilhões) veio acima das expectativas, esse número aumenta a confiança para o cumprimento da meta anual e traz respaldo para o ministro Levy. No cenário corporativo, a Petrobras continua em destaque, a Moody´s rebaixou a nota de crédito da companhia. Além disso, após a reunião do conselho de Administração, surgiu o boato que a empresa irá pedir a União que compre ações da companhia, utilizando as reservas internacionais.

Nos EUA, a revisão do PIB do quarto semestre apresentou crescimento de 2,2% em relação ao ano anterior, a inflação também reagiu e ficou em 0,2%. Na Europa, a Alemanha aprovou a extensão do resgate da Grécia e a Inglaterra divulgou que o PIB apresentou crescimento de 0,5%, em relação ao ano anterior. Reagindo ao cenário positivo as principais bolsas internacionais fecharam mais uma semana em patamar de máxima histórica.

No mês que se inicia, o mercado deve permanecer de olho na situação da Petrobras, a empresa tem até o dia 31 de março para apresentar seu balanço devidamente auditado, o desenrolar dessa situação deve continuar ampliando a volatilidade do mercado.

 

O que Fazer

Mesmo sem um movimento forte de alta, os preços conseguiram vencer a acumulação e a LTB. Nesse momento, o cenário de alta está ativado com objetivo nos 55 mil pontos. Contudo, como o rompimento aconteceu sem força o stop deve permanecer curto, devendo ser ativado na perda dos 50,5 mil pontos.

Quem fez entradas no rompimento da Ltb deve manter o stop nos 50,5 mil pontos e permanecer atento a continuidade da alta que tem como objetivo 55 mil.

Quem está líquido pode esperar um momento mais claro de entrada.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Preparando o IR 2015

Boas dicas para quem já está começando a planejar o Imposto de Renda.


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A Novela Continua – A saga da Petrobrás.

A situação da Petrobrás continua gerando novos desdobramentos e,ao que parece, não tem hora de acabar.

No fim da terça-feira, a Moody’s cortou o rating da dívida em moeda estrangeira da Petrobras em dois degraus, de “Baa3″ para “Ba2″

O que isso significa?

Que o mercado internacional já está vendo um alto risco da Petrobrás não honrar seus compromisso, com isso, a empresa terá mais dificuldade de levantar recursos para os seus projetos e pagará juros mais altos.

A reportagem do Globo.com  traz mais detalhes sobre o caso.

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2015/02/bovespa-opera-em-baixa-apos-petrobras-perder-grau-de-investimento.html

 

 


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Fundo de Investimento x Tesouro Direto

O que é mais vantajoso, Fundo de Renda Fixa ou Tesouro Direto?

Os fundos de investimento oferecidos pelos bancos representam uma aplicação financeira, formada pela união de vários investidores que se juntam para a realização de um investimento financeiro, visando um determinado objetivo ou retorno esperado. Normalmente a gestão do fundo cabe ao próprio banco que negocia suas cotas.

O trabalho de administração e gestão do fundo trata dos aspectos jurídicos e a estratégia de montagem da carteira de ativos, visando o maior lucro possível com o menor nível de risco. Para realizar esse trabalho, o Gestor, cobra uma taxa de administração que varia em torno de 2% ao ano. Ou seja, para cada R$ 10000 investido no fundo, R$ 200 é utilizado para pagar o trabalho do gestor.

Os fundos de investimentos obedecem uma regra previamente definida e podem colocar na carteira ativos que estejam dentro do padrão de risco previamente estabelecido. Dentre os fundo, uma das modalidades mais comuns são os de Renda fixa, os quais tem sua carteira composta basicamente por títulos pré fixados. O papel mais comum que compõe a carteira desses fundos, independente da instituição que comercializa, são os Títulos Prefixados do Tesouro (LTN).

Ou seja, quando o investidor coloca seu capital num fundo de investimento, o banco utiliza esse recurso para comprar os Títulos do Tesouro, são esses títulos que darão a rentabilidade do investimento.

Já o Tesouro Direto representa a alternativa que o investidor tem de comprar diretamente os títulos que compõe as carteiras do fundo, a grande vantagem dessa transação é que o Tesouro não cobra taxa de administração já que, o gestor do recurso é o próprio investidor.

Então pode-se afirmar que os fundos de renda fixa são direcionados para aqueles que não querem ter trabalho e preferem delegar a gestão de seu patrimônio a terceiros, já o Tesouro Direto é a alternativa mais rentável e inteligente para quem busca o melhor retorno para seu capital e acredita que a educação financeira é o segredo do sucesso.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Testando a Ltb

Estamos de volta com o Panorama do Mercado!

Depois de uma semana mais curta, em virtude do Carnaval, a bolsa continuou seu movimento de recuperação levando o Ibovespa a terminar o período em alta de +1,19%.

Na Europa, o BCE divulgou a Ata da reunião de janeiro, a qual mostra que a compra em grande escala de títulos soberanos foi considerada pela Autoridade Monetária o último recurso para combater a deflação no Velho Continente. A Grécia, que teve uma contração de 25% na economia desde 2008 e continua enfrentado grandes dificuldades, conseguiu um alívio momentâneo ao estabelecer um acordo para ampliar por mais quatro meses seu programa de resgate. Nos EUA, a ata da última reunião do FED sinalizou que a taxa de juros só deve aumentar a partir do segundo semestre. Diante desse cenário internacional, as bolsas americanas voltaram a fazer novas máximas históricas.

No Brasil, o Ministro Levy, em viajem aos Estados Unidos, buscou melhorar a imagem do país junto ao mercado, mas a desconfiança ainda permanece alta. O dólar continuou subindo e terminou a semana cotado a R$ 2,88. O Real já representa a terceira moeda que mais perde força frente o dólar. Trata-se de uma desvalorização de 18,5% em doze meses. No cenário corporativo a situação da Petrobras continua em destaque. A Agência Moody’s anunciou que fará nova avaliação do seu rating de crédito. O mercado já espera que a companhia perca o grau de investimento.

Na semana que se inicia, no Brasil, o destaque será a reunião extraordinária da Petrobrás para discutir a renovação do contrato com a Price (PWC), empresa atualmente contratada para fazer sua auditoria. O evento deve trazer uma sinalização ao mercado sobre a possível divulgação do balanço auditado da companhia.

O que Fazer

O Ibovespa está tentando romper a acumulação que foi iniciada em 23/12 (entre 47 e 51 mil pontos, ver gráfico). Coincidentemente a LTB (ver gráfico) que vem comandando a queda desde set/14, também está sendo testada  nesse mesmo patamar. Caso a LTB seja rompida, um novo cenário de alta será formado com objetivo nos 54,5 mil pontos. Caso contrário, os preços devem permanecer na acumulação.

Quem está líquido deve acompanhar de perto os pregões, pois o rompimento da LTB deve abrir oportunidades de entrada com objetivo nos 54,5 e stop nos 49,5 mil pontos.

Quem está operando no lado da venda deve stopar a posição caso a LTB seja rompida.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Oportunidade no Tesouro

O clima de incerteza que paira sobre a economia brasileira continua beneficiando os investidores que buscam segurança para as suas aplicações. Nessa semana, o Banco Central divulgou que a previsão é que o PIB de 2015 apresente retração de -0,42%. A inflação, a baixa atividade industrial, a alta do dólar e a crise da Petrobrás continuam sendo os grandes vilões.

Nesse cenário, os títulos pré fixados do Tesouro Direto, com vencimento para janeiro de 2017 estão apresentando rentabilidade bruta de 13,15% ao ano, o que favorece os investidores capitalizados. Vale lembrar que o Tesouro é considerado uma alternativa de investimento de baixo risco com bom retorno do capital e de fácil acesso através do site do Tesouro Direto.

Para conhecer um pouco mais a rentabilidade atual dos títulos e as regras do programa acesse o link abaixo.

http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/rentabilidade_novosite.asp

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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O tamanho da queda

A situação da Petrobras continua crítica. O desenrolar da operação lava jato, a queda do petróleo e a alta do dólar permanecem prejudicando o desempenho das ações da companhia e levando seus investidores ao desespero.

Não é para menos, desde a sua máxima em 19/05/08 até ontem a cotação da companhia já caiu -76%, o que significa uma redução expressiva do patrimônio do investidor. Quem investiu R$ 10.000 nessa data, hoje teria somente R$ 2.400. Trata-se de uma situação realmente crítica, mesmo quando comparamos a cotação atual, com o menor valor alcançado na crise de 2008, R$ 14,74, observa-se uma grande queda de -39%.

Para piorar, as perspectivas futuras ainda estão muitos incertas, a mudança realizada na diretoria da estatal foi considerada tímida e sem força suficiente para alterar o rumo da empresa e leva-la a uma recuperação futura.

Com isso, temos observado uma insatisfação cada vez maior do investidor com a bolsa, ampliando o sentimento de medo e rejeição. Ainda assim, apesar da existência de situações como essa continuamos acreditando no mercado, que apesar de ter casos negativos como esse, permanece apresentando oportunidades excelentes para aqueles que conseguem manter em prática conceitos importantes como: diversificação, paciência, foco e racionalidade.

Para quem tem Petrobrás na carteira, ou deseja entrar no mercado, muita calma nessa hora! A educação financeira recomenda que o melhor a fazer para cuidar dos investimentos é procurar auxílio de profissionais especializados que podem apresentar alternativas e soluções para montar um novo plano em busca de recuperar o que foi perdido.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

Gráfico de preço das ações da Petrobrás (PETR4) de 2007 até 2015.


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Panorama do Mercado РTend̻ncia mantida

Depois de começar a semana em queda, os compradores reagiram, levando o Ibovespa a recuperar as perdas e terminar o período em leve valorização de +0,36%.

No Brasil, o novo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou que: o Brasil deve buscar o aumento do rating nas agência de risco, as contas públicas serão ajustadas e Petrobrás terá liberdade para definir os preços de venda. O anúncio foi bem visto, mas será preciso medidas concretas para conquistar a confiança do mercado. No cenário corporativo, a Petrobrás anunciou que pode divulgar o balanço no dia 27/01.

Nos EUA, o mercado permanece especulando sobre o momento da elevação da taxa de juros. Na Suíca, o Banco Central terminou com a taxa de cambio mínima de $1,20 por Euro. Essa decisão levou o franco Suíço a uma valorização de 14% em relação ao Euro e 17% do Dólar. Essa medida já parece o prenúncio que o BCE irá promover novas ações de injenção de recursos na economia. O FMI reduziu a previsão de crescimento do PIB mundial em 2015 para 3%, ante uma previsão anterior de 3,4%.

Na semana que se inicia, o destaque será a decisão do Copom, os investidores estão esperando mais uma alta de 0,5% na Selic, a Caixa Econômica parece que já antecipou o movimento e elevou a taxa de juros nos empréstimos imobiliários,

O que Fazer

Conforme temos informado nos Panoramas anteriores, a tendência de baixa continua sendo a principal referência do mercado. Esse cenário só será alterado, se os preços romperem tanto a resistência de 51 mil pontos, quanto a LTB. Nessa semana, o suporte dos 47,5 mil pontos foi testado e respeitado, se esse patamar for perdido o movimento de queda deve acelerar.

Quem está de fora, novas entradas só devem ser acionadas no rompimento dos 51 mil pontos.

Quem quer manter-se ativo, as melhores operações continuam nas operações de curto prazo no lado da venda (trava de baixa e venda a descoberto).

PS: Informamos que o Panorama só voltará a ser atualizado a partir do dia 24 de fevereiro.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panoramo de Mercado – Iniciando 2015

Esse é o primeiro Panorama de 2015!

Tivemos uma semana de recuperação para a bolsa brasileira, três pregões de alta contribuíram para que o Ibovespa terminasse o período em valorização de +0,68%.

No Brasil, até o momento nada de expressivo foi anunciado pelo Governo Dilma, o mercado continua tentando entender como será a Política Monetária e Fiscal. No plano dos indicadores, a divulgação do IPCA confirmou que a inflação ficou em 6,41%, abaixo do teto da meta. Já o Dólar, perdeu força e encerrou a semana cotado a R$ 2,64.

Nos EUA, o desemprego em dezembro caiu para 5,6%, o menor patamar desde 2008. Dessa forma, a economia americana apresentou o melhor ano para o mercado de trabalho, desde 1999. Na Europa, a Grécia voltou a ser destaque negativo e já se cogita sua saída da Zona do Euro.

Na semana que se inicia, nos EUA o destaque é a divulgação do Livro Bege. No Brasil, o mercado deve continuar refletindo as especulações sobre os próximos passos do Governo Dilma 2.

O que Fazer

O mercado permanece numa tendência principal de baixa (ver Ltb no gráfico). O cenário só será alterado caso a Ltb seja rompida, ou até mesmo os preços rompam a resistência dos 51 mil pontos, confirmando o início de uma tendência de alta. O Ibovespa tem suporte nos 47,5 e 46 mil pontos.

Quem está de fora, novas entradas só devem ser acionadas no rompimento dos 51 mil pontos.

Quem quer manter-se ativo, as melhores operações continuam no lado da venda (trava de baixa e venda a descoberto).

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Petrobras 2015

O cenário para Petrobras continua difícil. Com um endividamento altíssimo, queda do preço de petróleo e diversas denúncias de corrupção as ações da empresa continua em queda livre.

Esse movimento de queda das ações tem reduzido o valor de mercado da companhia, que atualmente a quinta posição no ranking das maiores empresas da Bolsa de Valores brasileiras.

A Petrobras fechou a negociação do dia 06/01 valendo R$ 106,7 bilhões , em mais um pregão que as ações encerraram as negociações na pior cotação desde 2003. Estão na sua frente no ranking a Ambev, o Itau, o Bradesco e a Vale.

Muito leitores nos questionam se depois de tamanha queda já não está na hora de voltar a comprar as ações da companhia. Essa é uma questão que só saberemos a resposta no futuro, quando tivermos conhecimento da cotação das ações da companhia em 2016, 2017, etc. De qualquer forma, vale alertar os investidores sobre alguns riscos potenciais que ainda podem continuar pressionando a companhia.

Riscos

A bolsa é um mercado de renda variável e não há nada barato que não possa ficar mais barato ainda… assim como a cotação das ações caiu de R$ 30 para R$ 8, nada impede que ela continue caindo para R$ 4, R$ ,R$ 3, etc…

O cenário externo continua pressionando o resultado da companhia, o preço do Petróleo no patamar atual, praticamente inviabiliza as operações do Pré Sal.

O endividamento da Petrobras está altíssimo, mas de R$ 200 bilhões, dificilmente a empresa vai contornar essa situação com a projeção futura de lucro. Ou seja, para quitar essa dívida será necessário mudanças radicais na companhia, ou até mesmo a intervenção de seu principal sócio, o Governo.

De onde pode vir a salvação?

A Petrobras tem um peso enorme no PIB nacional, além disso, os dividendos da companhias são relevantes para que o Governo, principal acionista da empresa, feche suas contas. Sendo assim é possível que caso a situação fique ainda mais difícil, o Governo faça uma operação de socorro a empresa, para que a mesma possa se restabelecer.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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