Panorama do Mercado – Repique de alta

Tivemos uma semana de recuperação para a bolsa brasileira. A euforia voltou a tomar conta do mercado, levando o Ibovespa a uma alta de +6,24%. Ainda assim, nem mesmo o movimento positivo foi suficiente para evitar a forte queda do mês de janeiro, que terminou com desvalorização de -6,79%.

No Jap√£o, o Banco Central passou a trabalhar com taxa de juros negativa de -0,10%, a medida visa combater a espiral deflacion√°ria e foi bem recebida pelo mercado. Nos EUA, a divulga√ß√£o do Pib mostrou que a economia americana cresceu 0,7%, abaixo das previs√Ķes dos analistas. O Federal Reserve manteve a taxa de juros inalterada no pa√≠s. As bolsas internacionais tiveram uma semana de recupera√ß√£o, projetando a melhora de cen√°rio.

No Brasil as contas p√ļblicas apresentaram d√©ficit prim√°rio de R$ 71,7 bilh√Ķes em dezembro, com isso, o d√©ficit consolidado de 2015 ficou em R$ 111,249 bilh√Ķes, o que representa 1,88% do Pib. Trata-se do pior resultado desde 2001. Vale ressaltar que a d√≠vida bruta nacional j√° chegou ao patamar de 66,2% do PIB.

Na semana que se inicia, nos EUA teremos a divulgação do relatório de emprego, os dados devem ajudar a projetar os próximos movimentos do FED sobre o juros. No Brasil, a volta dos trabalhos no congresso vai mostrar como está a situação da presidente Dilma.

Momento do Mercado

Conforme antecipado no Panorama anterior a faixa de suporte mostrou-se forte, levando os preços a um forte repique de alta. O movimento pode continuar, mas vale lembrar que a tendência de baixa (Ltb) permanece como a principal referência do mercado.

O repique tem como objetivo os 42,5 mil pontos, na Ltb.

O movimento de queda deve dar uma trégua e o cenário só volta a ficar negativo se o ibovespa perder o patamar de 37 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Faixa de Suporte

Tivemos a quarta semana seguida de queda para a bolsa brasileira, levando o Ibovespa a um desvalorização de 1,39%. No ano, o indicador já apresenta queda de -12,27%

No Brasil, o Banco Central manteve a taxa básica de juros em 14,25% e confirmou que está agindo politicamente, seguindo as diretrizes do Governo Dilma. Vale destacar, que na véspera da decisão do Copom, o presidente do BC, Alexandre Tombini, já havia surpreendido o mercado, ao enviar uma nota, revisando a projeção do FMI para a retração do PIB brasileiro era significativa (queda de -3,5%, ante -1%), o que antecipava a manutenção da taxa Selic.  A atitude do Banco Central torna ainda mais difícil o controle da inflação e amplia a perda de credibilidade da Autoridade Monetária.  O dólar terminou a semana em R$ 4,11.

No cen√°rio internacional o petr√≥leo chegou a atingir o patamar de U$ 28 d√≥lares. Na China, a redu√ß√£o da atividade econ√īmica continua assustando o mercado. Na Europa, o presidente do BCE informou que pode utilizar mais instrumentos para combater a defla√ß√£o.

A semana que se inicia ser√° mais curta em virtude do feriado em S√£o Paulo na segunda-feira. No Brasil, o destaque ser√° a divulga√ß√£o da Ata da Reuni√£o do Copom, onde o mercado vai conhecer a repercuss√£o da nota de √ļltima hora enviada por Tombini. Nos EUA, teremos reuni√£o do FED e divulga√ß√£o do PIB.


Momento do Mercado

Os preços continuaram em queda, levando o Ibovespa á zona de suporte entre 38 e 36 mil pontos. Nesse patamar, amplia a probabilidade de acontecer um repique da alta. Contudo, a tendência de baixa (Ltb) permanece como a principal referência do mercado

O cenário só será alterado com o rompimento da Ltb ou formação de uma nova tendência de alta.

O patamar entre 38 e 36 mil pontos pode ser considerado uma importante faixa de suporte que precisa ser respeitada para que se possa iniciar um movimento de recuperação.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Ltb no comando

A aversão ao risco continua tomando conta da bolsa brasileira, levando o Ibovespa a uma desvalorização de -5,03% no período, o menor patamar desde 9 de março de 2009.

No Brasil, a presidente Dilma sinalizou que o Tesouro poderia capitalizar a Petrobras, o que seria negativo para os minorit√°rios. O CFO da Companhia, Ivan Monteiro, precisou a informar que a empresa n√£o planeja realizar a capitaliza√ß√£o, na d√ļvida, o mercado penalizou ainda mais a a√ß√£o da companhia que j√° amarga oito semanas seguidas de queda. O d√≥lar terminou o per√≠odo em R$ 4,05.

No cen√°rio internacional, o destaque foi a queda do pre√ßo do petr√≥leo influenciada pelo fim das san√ß√Ķes ao Ir√£, que deve aumentar suas exporta√ß√Ķes, pressionando a cota√ß√£o da commoditie que j√° vinha sofrendo com o excesso de oferta proposto pela Ar√°bia Saudita. Na China, a desacelera√ß√£o da economia, tem influenciado na queda do min√©rio, o Citigroup j√° est√° projetando a mat√©ria prima para U$ 30, at√© o final do ano.

Na semana que se inicia, na China teremos a divulgação do PIB. No Brasil, o destaque será a reunião do Copom que irá mostrar se a Autoridade Monetária está preocupada com a inflação (elevar o juros), ou vai seguir a política populista da presidente Dilma (manter o juros).

Momento do Mercado

A continuidade da queda do Ibovespa levou os preços rapidamente ao suporte dos 38 mil pontos. A tendência de baixa (Ltb) permanece como a principal referência do mercado, que ainda não apresenta sinais de recuperação. Qualquer movimento rápido de alta que aconteça nos próximos dias, pode ser considerado um repique sem força para sustentação.

O cenário só será alterado com o rompimento da Ltb, ou formação de uma nova tendência de alta.

O patamar entre 38 e 36 mil pontos pode ser considerado uma importante faixa de suporte que precisa ser respeitada para que se inicia um movimento de recuperação.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Que venha 2016

Este é o primeiro Panorama do ano!

A primeira semana de 2016 foi muito negativa para bolsa brasileira, o Ibovespa acumulou perdas de -6,31%, retornando ao mesmo patamar de março de 2009.

No cen√°rio internacional, a Korea do Norte contribuiu com o mal humor dos mercados ao anunciar um teste com uma bomba at√īmica. Na China, a forte queda das a√ß√Ķes, fez com que as negocia√ß√Ķes na bolsa fossem interrompidas por duas vezes, durante a semana, para tentar conter o pessimismo com a situa√ß√£o do pa√≠s, o Governo interferiu na moeda, impedindo a continuidade da desvaloriza√ß√£o do yuan. Nos EUA, dados mostraram a recupera√ß√£o do n√≠vel de emprego, o que refor√ßou a possibilidade da taxa de juros americana continuar aumentando.

No Brasil, mais do mesmo! Na perspectiva pol√≠tica, o Governo tenta se articular para evitar o processo de impeachment, mas novas den√ļncias da opera√ß√£o Lava Jato devem continuar dificultando a governabilidade, at√© o fim do recesso do Congresso essa novela vai continuar no ar. Na perspectiva econ√īmica, as previs√Ķes do PIB de 2016 indicam queda de -2,95%, o que significa dois anos seguidos de forte recess√£o. Para piorar a situa√ß√£o, a presidente Dilma continua “soltando suas p√©rolas”; depois da infla√ß√£o terminar 2015 em 10,67%, ela afirmou que o Governo persegue a meta de 6,5% para infla√ß√£o em 2016, enquanto o Banco Central tem como alvo os 4,5%, s√≥ restou ela avisar qual orienta√ß√£o seguir!¬† O d√≥lar voltou a trajet√≥ria de alta e terminou a semana em R$4,04.

A incapacidade do Governo de encontrar uma solução para a crise é explícita, e nesse momento que o cenário internacional começa a piorar, a situação tende a ficar ainda mais crítica. Ao que tudo indica, 2016 vai ser um ano difícil, será preciso mudanças relevantes para estabelecer a ordem, a confiança e trazer o país de volta aos trilhos.

Momento do Mercado

Conforme apresentamos nos Panoramas anteriores, a perda dos 44,3 mil pontos abriu espaço para uma forte queda, levando os preços para o suporte dos 40,2 mil. Uma nova tendência de baixa está formada e representa a principal referência dos preços. Nesse patamar a probabilidade surgir um movimento de repique aumenta.

O aparecimento de um candle de alta pode levar os preços rapidamente para LTB.

A perda do suporte deve levar o Ibovespa para os próximos objetivos, nos 38 e 36,5 mil pontos respectivamente.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Boa de Dica

Uma das boas estrat√©gias para investir no mercado de a√ß√Ķes √© seguir uma carteira de investimento recomenda pelas corretoras. Em 2015, a corretora de maior destaque foi a Citi Corretora, sua recomenda√ß√£o gerou valoriza√ß√£o de +8,62% contra uma queda de -13,31% do Ibovespa. Realmente, tirou leite de pedra! Vale a pena conhecer e acompanhar.

O site da Citi corretora é www.citicorretora .com.br

Veja matéria completa no portal exame. http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/as-corretoras-que-mais-acertaram-ou-erraram-em-2015

Bons Investimentos,

Lucas Leal

 

 


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Panorama do Mercado – Terminando 2015

Este √© o √ļltimo Panorama do ano!

Tivemos a quarta semana seguida de queda para a bolsa brasileira, que terminou o período com desvalorização de -2,99%.  O ano de 2015 está terminando de forma melancólica, registrando até sexta-feira, perdas de -12,19%.

No Brasil, a sa√≠da do Ministro Levy e chegada de Nelson Barbosa foi mal recebida. O mercado entende que a mudan√ßa tem pouco a agregar e o novo Ministro n√£o ter√° for√ßa, nem a confian√ßa para implantar as medidas necess√°rias. Para piorar a situa√ß√£o, o Brasil perdeu o selo de bom pagador pela segunda ag√™ncia de classifica√ß√£o de risco (Fitch Ratings), dificultando ainda mais o acesso ao capital externo. Na novela pol√≠tica a decis√£o do STF, de praticamente anular o que j√° tinha sido realizado pela C√Ęmera dos Deputados, prorrogou a continuidade do processo de impeachment para o ano que vem.

Enfim, o ano de 2015 ficou marcado por uma crise pol√≠tica sem precedentes, que ajudou a ampliar as dificuldades do ambiente econ√īmico: alta da infla√ß√£o, do desemprego, do d√≥lar, queda acentuada do PIB e sa√≠da do Ministro da Fazenda com menos de um ano no cargo.

Nos EUA, o Banco Central definiu pela eleva√ß√£o da taxa de juros que passou para 0.25% a 0,50% ao ano, mas sinalizou que n√£o ter√° pressa para realizar novos aumentos. A decis√£o mostra a confian√ßa da Autoridade Monet√°ria na recupera√ß√£o econ√īmica da maior economia do mundo, foi o primeira alta da taxa em quase dez anos.

Para o ano que se inicia, as proje√ß√Ķes continuam negativas, at√© a novela pol√≠tica chegar ao fim e uma lideran√ßa forte assumir o comando do pa√≠s a economia deve permanecer a deriva e o mercado bastante vol√°til com vi√©s baixista.


Momento do Mercado

O forte movimento de queda de sexta-feira, fez com que os preços começarem a perder o suporte (44,3 mil pontos) da acumulação identificada nos Panoramas anteriores. Este movimento abre espaço para início de uma nova tendência de baixa.

O primeiro objetivo da queda est√° nos 42,7 mil pontos. O segundo objetivo est√° nos 40 mil pontos.

O cenário só volta a ficar positivo como o rompimento dos 49 mil pontos, ou formação de uma nova tendência de alta.

Para quem acompanha o Panorama voltaremos do recesso no dia 12 de janeiro de 2016.

Feliz Natal e Bons Investimentos em 2016,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Agora vai?

Dia de alta! Mesmo depois do pa√≠s ser rebaixado pela segunda Ag√™ncia, o que projetava uma fuga violenta de capitais, a bolsa reage e opera em alta de +2,74%. Esse movimento refor√ßa a m√°xima do mercado, os pre√ßos caem no boato e sobem no fato! Ou seja, a perda do grau de investimento j√° estava precificada e quem tinha de sair do pa√≠s, n√£o esperou o anuncio de ontem. Claro que esse movimento tamb√©m est√° sendo influenciado por quest√Ķes importantes, como o impeachment, mas vale ficar atento, pois: “quando uma not√≠cia negativa n√£o faz os pre√ßos ca√≠rem, o que poder√° fazer?”

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Alta Volatilidade

Tivemos uma semana de alta volatilidade para a bolsa brasileira, depois de come√ßar a segunda-feira em queda, a quarta-feira foi marcada por um movimento forte de recupera√ß√£o, mas nos √ļltimos preg√Ķes da semana, o pessimismo voltou a tomar conta, fazendo com que o Ibovespa fechasse o per√≠odo com perdas de -0,22%.

No Brasil, o mercado reagiu positivamente ao aumento da expectativa de realiza√ß√£o do Impeachment da Presidente Dilma, mas at√© o processo ficar definido a volatilidade deve continuar guiando os pre√ßos. Esse ambiente de incerteza, faz com que as decis√Ķes importantes fiquem paradas, o que prejudica, ainda mais, a crise econ√īmica do pa√≠s. Os analistas j√° projetam uma recess√£o de 3,5% em 2015, e 2,3% em 2016, para piorar a situa√ß√£o, a Moody¬īs revisou a perspectiva da nota brasileira para negativo, indicando que o pa√≠s pode perder o grau de investimento.

Nos EUA, a indecisão sobre o futuro do juros tem ampliado a volatilidade da bolsa americana. Na Europa, o Banco Central reforçou que pode continuar incentivando a economia.

Na semana que se inicia, o destaque é a reunião do Banco Central americano, o mercado espera que a autoridade monetária inicie o processo de elevação do juros na maior economia do mundo. No Brasil, a novela política deve continuar em evidência.

O suporte de 44 mil pontos mostrou-se forte, assim que foi testado, os preços andaram rapidamente para 46 mil pontos. O movimento confirmou que a principal referência do Ibovespa permanece sendo a acumulação mais ampla, entre 44 e 49 mil pontos.

Caso o suporte dos 44 mil pontos seja perdido, o movimento de realização deve ficar mais forte.

O cenário só ficará positivo, caso a resistência dos 49 mil pontos seja superada, o que está bem distante de acontecer.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – No suporte

Depois de começar a semana tentando dar continuidade ao movimento de alta, a partir de quarta-feira, o pessimismo voltou a tomar conta do mercado, levando o Ibovespa a terminar o período em forte desvalorização de -4,7%.

No Brasil, o Banco Central definiu pela manuten√ß√£o da taxa Selic no patamar de 14,25% ao ano, foi o terceiro encontro seguido sem altera√ß√£o. Mas o principal destaque da semana foi a pris√£o do l√≠der do Governo no Senado (Delc√≠dio Amaral) e do banqueiro Andr√© Esteves. O desenrolar da opera√ß√£o Lava Jato trouxe mais inseguran√ßa sobre a capacidade do Governo de aprovar a Lei de Diretrizes Or√ßament√°rias, al√©m de desconfian√ßa sobre o risco de cont√°gio do setor banc√°rio, prejudicando o desempenho das a√ß√Ķes dos principais bancos listados em bolsa.

Na China, a divulgação de indicadores contribuíram para a forte desvalorização da bolsa. Nos EUA, o mercado continua especulando que  juros deve aumentar em dezembro.

Na semana que se inicia, a Standard & Poor¬īs vir√° ao Brasil para avaliar a condi√ß√£o fiscal, especula-se que a ag√™ncia possa fazer um novo rebaixamento na nota de cr√©dito do pa√≠s. Al√©m disso, ser√° divulgado os dados do PIB do terceiro trimestre. Na Europa, o destaque ser√° a reuni√£o do Banco Central Europeu.


Momento do Mercado

O movimento de realização trouxe os preços para o primeiro suporte no patamar dos 45 mil pontos, caso o mesmo seja respeitado irá se consolidar uma acumulação mais curta, entre os 45 e os 48 mil pontos. Ainda assim, a principal referência dos preços permanece sendo a acumulação mais ampla, entre 44 e 49 mil pontos.

O suporte dos 45 mil pontos, apesar de frágil pode trazer um movimento de recuperação.

A perda do suporte dos 46,5 mil pontos deve acelerar o movimento de realização.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado РEm busca da resistência

Tivemos uma semana positiva para a bolsa brasileira, depois de quatro preg√Ķes de alta o Ibovespa terminou o per√≠odo em valoriza√ß√£o de +3,48%.

No Brasil, o Governo conseguiu bons resultados no Congresso ao manter os vetos na chamada ‚Äúpauta bomba‚ÄĚ medidas que poderiam elevar os gastos p√ļblicos. Contudo, na perspectiva econ√īmica, os n√ļmeros do desemprego continuam piorando (foram fechadas 19 mil vagas em outubro) e a infla√ß√£o medida pelo IPCA-15 j√° superou 10%.

Na Europa, as bolsas fecharam em alta, apoiadas pela promessa do presidente do BCE de utilizar todos os instrumentos para combater a inflação baixa, destacando a ampliação do programa de compra de ativos como possível ferramenta.

Na semana que se inicia, o destaque é a reunião do Copom, a expectativa é que a taxa Selic seja mantida em 14,25%, mas o mercado deve ficar atento se a autoridade monetária vai dar alguma pista sobre os próximos passos. Nos EUA será divulgado o PIB do terceiro trimestre, espera-se 2% de crescimento na maior economia do mundo.


Momento do Mercado

A semana de alta trouxe o mercado para a primeira resistência nos 48 mil pontos. Contudo, a acumulação entre 44 mil e 49 mil pontos permanece como a principal referência dos preços. Somente com o rompimento dessa acumulação que o cenário volta a ficar positivo.

O rompimento dos 49 mil pontos abre espaço para um forte rali de alta.

A perda do suporte dos 46,5 mil pontos deve acelerar o movimento de realização.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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