Panorama do Mercado РResist̻ncia Confirmada

Tivemos uma semana muito negativa para a bolsa brasileira, depois de quatro pregões em queda, o Ibovespa encerrou o período em forte desvalorização de -5,02%.

No Brasil, o Governo anunciou um contingenciamento do orçamento de R$ 69,9 bilhões. O próprio Governo também já estimou uma contração de -1,2% do PIB em 2015, ante expectativa anterior de -0,9%. Além disso, o aumento da Contribuição sobre o Lucro Líquido, trouxe um impacto negativo nas ações dos bancos (ITUB4 E BBDC4). Por fim, a expectativa que o Ministro Levy anuncie o fim do Juros Sobre o Capital próprio, prejudicou o desempenho de empresas que tem utilizado essa modalidade de remuneração dos acionistas (ABEV3).

Nos EUA, a divulgação da Ata do FED reduziu a probabilidade de aumento do juros na próxima reunião da autoridade monetária, em junho. Com isso, o dólar voltou a subir e terminou a semana cotado a R$ 3,10. Na Europa, a divulgação do PIB da Alemanha, mostrou que a maior economia da Zona do Euro cresceu 1% no primeiro trimestre de 2015.

Na última semana do mês de maio, no Brasil os destaques serão: o andamento do ajuste fiscal em tramitação no Congresso, a divulgação do PIB do primeiro trimestre e a divulgação do resultado primário do Governo. Nos EUA, teremos a divulgação da segunda prévia do PIB.

O que Fazer

Conforme antecipamos no Panorama de 08 de maio, a resistência dos 57,5 mil pontos mostrou força, levando o Ibovespa a realização. Nesse momento, os preços tem como suporte o patamar de 53,5 e 52 mil pontos. Apesar da queda, o cenário ainda é positivo e só deve mudar de direção com a perda dos 52 mil pontos.

Quem está líquido deve ficar atento aos sinais de entrada nos suportes citados acima, que podem aparecer nos próximos pregões.

Quem está comprado, o Stop deve ser acionado na perda dos 54 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Lucros e Dividendos

Trimestralmente as companhias de capital aberto tem a obrigação de divulgar seus resultados para os investidores e interessados. Um indicadores acompanhado de perto pelos investidores é o Lucro Líquido.

É a partir do Lucro que a companhia define o valor a ser pago aos seus acionistas através dos dividendos. No Brasil, a lei determina que pelo menos 25% do lucro seja distribuído, mas algumas empresas chegam a distribuir mais do que isso.

Os problemas econômicos tem feito com que o ano de 2015 seja desafiador para as empresas brasileiras. Dentre as 317 companhias que têm ações na Bolsa de Valores, no primeiro trimestre do ano o resultado foi 40% menor do que o que foi apresentado no primeiro trimestre de 2014. Enquanto no ano passado o lucro ficou em R$ 44 bilhões, nesse ano caiu para R$ 25,7 bilhões. Isso significa que os acionistas terão uma parcela menor de dividendos a receber.

Apesar desse cenário, vale destacar o desempenho positivo do setor bancário que conseguiu alcançar lucros maiores no primeiro trimestre deste ano, chegando a ter um crescimento superior a 40% nos lucros.

Esse resultado, mostra a importância do investidor avaliar com cautela suas aplicações e a necessidade de se movimentar na bolsa, em busca dos melhores resultados.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Entendendo o Risco dos Investimentos

Muitos investidores ainda não conseguem entender corretamente o risco que ficam expostos quando decidem fazer um investimento e terminam agindo sem ter a consciência correta do perigo. Essa questão merece uma reflexão.

Em primeiro lugar, vale a pena lembrar que risco deve ser entendido como a probabilidade do resultado de um investimento ser diferente do que foi previsto. Isso não quer dizer que se o risco é alto o investimento vai trazer prejuízo para o investidor, muito pelo contrário,  investimentos de arriscados podem até produzir excelentes resultados, mas também podem gerar prejuízos consideráveis.

Por exemplo: quando um investidor resolve aplicar em uma carteira de ações, ele pode terminar o ano com um patrimônio 20% maior ou menor do que o que foi aplicado, a probabilidade de acontecer uma ou outra situação é praticamente a mesma, ou seja, pode-se dizer que esse é um investimento com um risco em torno de 50%.

Por outro lado, quando se aplica R$ 100 na poupança existe uma previsibilidade de chegar no final de 12 meses com um patrimônio de R$ 106, sendo a probabilidade disso acontecer muito alta, por isso, o investimento na poupança pode ser considerado de baixo risco. Contudo, em algum momento, o investidor que tem seu dinheiro na aplicação considerada mais segura pelos brasileiros, pode perder todo seu capital. Para exemplifica esse fato, vale lembrar do bloqueio da poupança promovido no Governo Collor.

Dessa forma, pode-se considerar o risco do investimento na poupança algo próximo a  “0,0001%”, mas nunca deve-se acreditar que o dinheiro estará 100% seguro em qualquer aplicação, afinal não existe investimento livre de risco. Podemos comparar essa situação a máxima do capitalismo: “não existe almoço grátis” e quanto maior o ganho pretendido maior o risco envolvido.

Na tabela a seguir apresentamos as principais modalidades de investimento no Brasil, o risco que elas estão sujeitas.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado РNa resist̻ncia

Depois de começar a semana em alta, os vendedores entraram em ação reduzindo parte dos ganhos, ainda assim, o Ibovespa terminou o período com valorização de +1,64%.

No Brasil, a divulgação da Ata da última reunião do Copom, mostrou que o Banco Central continua preocupado com a inflação (o IPCA de abril foi 0,71% e 8,17% em doze meses) e boa parte do mercado já está projetando mais uma alta de 0,5% na taxa Selic, na próxima reunião em junho. No cenário político, a Câmara aprovou o texto-base da MP 665, uma das medidas de ajuste fiscal que estão em tramitação no Congresso, trazendo um pouco de alívio para as contas públicas nacionais.

Nos EUA, os dados do emprego mostraram-se frágeis, levando o mercado especular que a taxa de juros ainda deve continuar inalterada na reunião de junho. Na Europa, as bolsas fecharam em alta, após o resultado das eleições no Reino Unido, confirmarem que os conservadores, partido do primeiro ministro David Cameron, vão permanecer no poder por mais 5 anos.

Na semana que se inicia, na Europa, teremos reunião do BC da Inglaterra. No Brasil, a temporada de divulgação de balanços continua forte, com destaque para Banco do Brasil  Bm&fBovespa.

O que Fazer

Os preços romperam a resistência dos 56 mil pontos e seguiram sua trajetória de alta até a resistência dos 57,5 mil. Nesse patamar aumenta a probabilidade de realização, mas a tendência principal do mercado continua positiva e permanecerá dessa forma enquanto a Lta (ver gráfico) for respeitada.

Quem está líquido deve ficar atento aos pontos de suportes, pois diversas oportunidades devem continuar acontecendo enquanto o mercado estiver positivo.

Quem está de fora, apesar da alta volatilidade dos últimos pregões, a tendência de alta pode só estar começando, o cenário só irá ficar negativo caso os 52 mil pontos seja perdido.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Dicas de Investimento

Boas dicas de investimento. No vídeo abaixo, analistas comparam diferentes aplicações: Poupança, CDB, Tesouro.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

 

 


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5 Dicas do Investidor de Sucesso

O investimento sempre será uma operação que envolve risco, ou seja, chance de perda. Dessa forma, seguir as dicas abaixo podem ajudar tanto o investidor experiente como quem está começando!

  • Sorte é o encontro mágico entre competência e oportunidade
  • Encare as perdas com serenidade
  • Administre os lucros com descrição
  • O que está ruim, pode ficar pior
  • Por um tostão,pode-se perder um milhão

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – No Objetivo

Tivemos uma semana de forte alta para a bolsa brasileira, nos últimos três pregões, o otimismo voltou tomou conta dos investidores, levando o Ibovespa a uma valorização de +4,89% no período, foi o maior valor de fechamento desde outubro de 2014. O motor do movimento voltou a ser o desempenho da Petrobras e da Vale.

No Brasil, os destaques foram a divulgação do balanço da Petrobras que apresentou prejuízo de -21,5 bil, causado pelas perdas de R$ 50 bilhões relacionadas a corrupção do Lava jato (R$ 6 bil) e a desvalorização de ativos (R$ 44 bil). Apesar do resultado negativo, a apresentação dos resultados trouxe mais credibilidade para a companhia que ainda sinalizou a possibilidade de vender ativos importantes para fortalecer seu caixa. O mercado já especula a possibilidade de abertura de capital da BR Distribuidora. O Dólar manteve-se em queda e fechou a semana em R$ 2,95.

No cenário internacional, a alta do minério de ferro favoreceu as ações da Vale que disparam durante a semana (+30,34% ON e +25,15% PN). Na Europa, a Grécia continua postergando a apresentação do plano de pagamento das suas dívidas, o que vem trazendo desconforto na União Europeia. Na China, o Governo reduziu a taxa dos depósitos compulsórios, trata-se de uma medida para tentar estimular o crédito e consequentemente a economia.

A semana que se inicia promete ser bastante agitada, no Brasil, teremos a reunião do Copom para definir o rumo da taxa Selic, alguns analistas já estão esperando que a taxa de juros suba para 13,25%. Nos EUA, teremos a reunião do FED e a divulgação do PIB da maior economia do mundo, referente ao primeiro trimestre de 2015.

O que Fazer

O mercado confirmou a tendência de alta chegando ao objetivo sinalizado no Panorama de 12 de abril (56 mil pontos). Esse patamar representa uma resistência e pode trazer alguma realização para os preços. Apesar disso, o movimento principal continua de alta e só será desfeito caso os 53 mil pontos seja perdido.

Quem aproveitou do rali de alta, está na hora de zerar posição e aguardar novas oportunidades, que devem surgir com bastante frequência.

Quem está de fora, deve ficar atento pois a recuperação pode só está começando!

OBS: Em virtude do feriado do dia trabalhado não teremos o Panorama na próxima semana, nosso relatório estará de volta somente no dia 08 de maio.

Bons investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Resultado da Petrobras

Depois de muita disputa política finalmente a Petrobras divulgou o seu balanço. O demonstrativo do resultado de 2014 mostra que a companhia considerou perdas de R$ 6,1 bilhões referente a corrupção da operação Lava Jato e R$ 44,6 bilhões referente a redução no valor de alguns ativos listados no balanço, dentre esses, destaca-se: o complexo petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) que foi contabilizada uma perda de R$ 21,8 bilhões e a Refinaria Abreu e Lima com perdas de R$ 2,9 bilhões.

As perdas quando lançadas nas demonstrações contábeis fizeram a companhia sair de um lucro líquido de R$ 23 bilhões em 2013 para um prejuízo líquido de R$ 21 bilhões em 2014.

Outra situação do balanço que merece destaque é o nível de endividamento da Petrobrás que terminou 2014 com dívida em torno de R$ 350 bilhões. Trata-se de um endividamento robusto para qualquer companhia do mundo. Os números são de assustar, contudo vamos elencar também dados positivos retirados do balanço.

Apesar de toda a situação vivenciada, a Petrobras continuou ativa e sua operação conseguiu produzir um Ebitda de R$ 62 bilhões em 2014, resultado superior aos 56 bil de 2013. Isso mostra que a empresa tem capacidade de continuar funcionando, pagar as suas dívidas e voltar a se reerguer. Esse processo não será rápido nem fácil, mas com trabalho responsabilidade e capacidade técnica é abre-se a esperança que a petrolífera volte a ser a mais importante empresa brasileira.

Para ter acesso aos dados completos basta acessar o link abaixo e clicar em RMF 3T e 4T14 (IFRS) http://www.investidorpetrobras.com.br/pt/central-de-resultados/4t14.htm

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Andando de lado

Tivemos uma semana de muitas altas e baixas, depois de tanta volatilidade o Ibovespa terminou o período em leve queda de -0,48%.

Na China a divulgação do PIB (7% de crescimento) mostrou que a economia asiática continua perdendo força. Na Europa, o Banco Central confirmou que o pacote de injeção de recursos na economia vai até 2016. Além disso, a situação da Grécia voltou a chamar a atenção, a representante do FMI afirmou que o pais grego precisa cumprir seus compromissos regularmente.

No Brasil a inflação continua incomodando, o IPCA registrou alta de 8,22% no acumulado de 12 meses. o dólar terminou o período cotado a R$ 3,04.

Na semana que inicia, o grande destaque será a divulgação do balanço da Petrobras, finalmente será possível conhecer a situação financeira da petrolífera após a operação Lava Jato.

O que Fazer

Durante a semana o Ibovespa chegou a romper a acumulação entre os 53 e os 54,5 mil pontos, essa deve ser a faixa que os preços vão operar nos próximos pregões. Vale reforçar que a tendência de alta está mantida (ver LTA no gráfico) e o movimento só será desfeito caso a LTA for perdida.

Quem está líquido, deve ficar atento pois novas oportunidades podem aparecer se os preços chegarem na LTA.

Quem está comprado, deve deixar o stop posicionado na perda dos 52 mil pontos.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Rumo ao objetivo

Depois de uma semana bastante volátil, o otimismo voltou a tomar conta do mercado levando o Ibovespa a uma valorização de +2,2% no período.

Nos EUA a divulgação da Ata do FED mostrou que os membros da Autoridade Monetária estão divergindo quanto ao momento de elevação da taxa de juros na maior economia do mundo. Enquanto um grupo defende que o movimento de alta deve começar em junho, outro grupo espera que o aumento só comece no ano que vem. Essa divergência trouxe ainda mais volatilidade para o mercado.

No Brasil, o descontentamento com o Governo Dilma culminou em uma nova manifestação contra a Presidente. Contudo, a disputa política com o PMDB parece ter ficado mais amena, o que pode ajudar na aprovação das reformas e consequentemente facilitar a governabilidade.

Na semana que se inicia, no cenário externo teremos a reunião do Banco Central na Europa e a divulgação do PIB na China. No Brasil, o mercado aguarda pela divulgação de balanço da Petrobras, além do desenrolar das manifestações.

O que Fazer

Depois de romper a resistência dos 52 mil, o Ibovespa iniciou o rali de alta rumo aos 56 mil pontos. Nessa semana, os preços montaram uma acumulação curta entre os 53 e os 54,5 mil pontos. Essa deve ser a faixa que o Ibovespa vai operar nos próximos pregões. Vale reforçar que a tendência de alta está mantida (ver LTA no gráfico) e o movimento só será desfeito caso a LTA for perdida.

Quem está comprado, para reduzir o risco, pode fazer realização parcial (33% da posição) nos 54 mil e segurar firme em busca dos objetivo nos 56 mil pontos.

Quem está querendo entrar no mercado, deve garimpar com atenção para aproveitar do movimento de alta que tem guiado os preços, seguir a carteira recomendada de uma boa corretora pode ser uma opção.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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