Panorama do Mercado – No suporte

Depois de começar a semana em queda, na sexta-feira os compradores voltaram para o comando, revertendo parte das perdas, ainda assim, o Ibovespa a terminar o período em queda de -1%.

No Brasil, mesmo com a forte atuação do Banco Central, o dólar continuou sua trajetória de alta, durante a semana a moeda americana chegou a ser negociada a R$ 2,43. No cenário coorporativo, a queda de preço do minério de ferro continua prejudicando as ações da Vale e das siderúrgicas. Na corrida presidencial, a presidente Dilma voltou a ganhar espaço, mas o mercado especula que a Revista Veja deve publicar, nesse final de semana, trechos do depoimento do doleiro Youssef, que podem interferir na corrida presidencial. .

Nos EUA, a prévia do PIB referente ao segundo trimestre de 2014 confirmou que a maior economia do mundo cresceu 4,6% comparado com o ano anterior, o resultado veio acima das estimativas que haviam projetado um crescimento de 4,2%. Durante a semana, líderes do FED sinalizaram que a alta da taxa de juros americana deve acontecer no início do ano que vem, confirmando as expectativas do mercado.

A semana que se inicia será a última antes das eleições, o mercado deve ficar ainda mais atento as pesquisas e aos debates qualquer novidade sobre a corrida presidencial vai ampliar a volatilidade. Na Europa, a reunião do BCE será o destaque.

O que Fazer

Depois de perder a LTA, os preços testaram durante quatro pregões o suporte dos 57 mil pontos. Nesse patamar, na sexta-feira, os compradores venceram a batalha fazendo com que o Ibovespa recuperasse parte das perdas, ampliando a probabilidade de recuperação. Vale destacar, que apesar da LTA ter sido perdida, o suporte de 57 mil pontos segurou a queda e tornou-se a principal referência de preços nesse momento. O cenário positivo só será desfeito caso esse patamar seja perdido.

Quem está comprado é hora de continuar segurando firme, para reduzir o risco, o objetivo pode ser reduzido para os 59,5 pontos e o Stop mantido na perda dos 56 mil.

Quem está líquido, pode arriscar novas entradas na abertura de segunda com objetivo nos 59,5 mil pontos e Stop nos 56 mil.

OBS: Informamos que o Panorama não será enviado no próximo final de semana. Contudo, a próxima atualização poderá ser acompanhada no na segunda-feira 06 de outrubro. Retornaremos normalmente com o Panorama no dia 11 de outubro

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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A queda e as oportunidades!

O mês de setembro vem sendo negativo para a bolsa de valores, até ontem 25/09 o Ibovespa já havia se desvalorizado 8,5%. A maioria das ações listadas em bolsa seguiram esse desempenho e também tem apresentado uma performance negativa.

Vale lembrar, contudo, que os momentos de queda reservam boas oportunidades. Para encontrar cabe ao investidor realizar um trabalho criterioso de procura.

Nesse Post, vamos destacar os ativos que apesar da queda de setembro estão apresentando uma boa rentabilidade em 2014, sugerindo com isso, que podem apresentar algum movimento de recuperação até o final do ano.

São ações de grandes empresas que vale a pena acompanhar de perto.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Fundos Cambiais

Em resposta ao Post (A alta do Dólar)  do dia 18 de setembro, a leitora Lara Almeida enviou o seguinte questionamento: “Acredito na alta da moeda americana e desejo investir em dólar para aproveitar do movimento de valorização, mas não gosto de guardar moedas e valores em casa. Sendo assim, como posso fazer para ganhar como a valorização do câmbio?”

Acreditando que essa pode ser a dúvida de outros leitores resolvi responder esse questionamento nesse Post.

Uma das alternativas para se investir na valorização da moeda americana é através dos Fundos de Investimentos cambiais. Esses fundos são normalmente negociados nos principais bancos nacionais, como Banco do Brasil, Bradesco e Itau.

A rentabilidade desses fundos costuma seguir o desempenho da moeda americana, apresentando valorização positiva, na alta do dólar e negativa na baixa. Logicamente, que assim como acontece com o investimento em moeda, esse tipo de aplicação é classificada como de risco alto e pode trazer perdas ao investidor, caso preciso sacar o recurso e o dólar tenha se desvalorizado.

Contudo, uma das vantagens desse investimento em relação a compra tradicional de moeda, é que o mesmo fica custodiado no Banco, não sendo necessário guardar valores monetários.

Entre os fundos cambiais, aquele que vem apresentando uma boa rentabilidade esse ano é o BB Cambial Dólar LP, gerenciado pelo Banco do Brasil. Nos últimos 12 meses a rentabilidade acumulada do fundo está em +8,54%. Coo foi dito acima os demais bancos também apresentam opções de investimentos similares, vale a pena conferir.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Oportunidade no Tesouro Direto

A perspectiva de queda da taxa de juros brasileira, apresentada pela curva de juros futuro, pode estar abrindo uma boa oportunidade para o investimento nos Títulos do Tesouro Direto.

Isso ocorre pois, os Títulos pré fixados como as LTNs tendem a elevar a rentabilidade quando acontece um movimento de queda dos juros. Como a economia está apresentado estagnação, a possibilidade de redução da Taxa Selic no próximo ano aumentou.

Dessa forma, quem opta pela compra da LTN de 01/07/2017, atualmente,  vai pactuar uma taxa, em torno, de 11,89% ao ano. Caso a perspectiva do juros se realize e a Selic seja reduzida em 2015, essa rentabilidade pode ser ampliada.   Por outro lado, se a perspectiva não for concretizada, o investidor tem a alternativa de manter aos títulos até o vencimento e assegurar a rentabilidade pactuada no momento da compra do título, que também pode ser considerada uma boa rentabilidade.

Para saber mais sobre o Tesouro Direto, vale a pena ver o vídeo tutorial

http://www.cblc.com.br/cblc/hotsites/TesouroDireto/player.asp

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorana do Mercado – Risco Aumentando

Depois de começar a semana em forte alta, os vendedores entraram em ação reduzindo parte dos ganhos, ainda assim, o Ibovespa terminou a semana com valorização de +1,51%.

No EUA o Banco central Americano (FED) decidiu pela retirada de mas U$ 10 bilhões de estímulos a economia. A partir de agora o FED “só” irar comprar U$ 15 bilhões em títulos mensalmente. O mercado espera que o programa termine no próximo mês. Além disso, a Autoridade Monetária decidiu pela manutenção da taxa de juros entre 0% e 0,25%. Por outro lado, elevou suas projeções de juros para 2015 e 2016, elevando a expectativa que a alta da taxa deve ocorrer no início do próximo ano. Esse comunicado contribuiu para a alta do dólar.

Apesar de uma certa incerteza sobre os próximos passos do FED, é esperado que o Banco Central sinalize em breve, de uma forma mais clara, quando a decisão de alta será tomada. Afinal, é dessa forma que funciona o maior Banco Central do mundo, que prefere manter a previsibilidade de suas ações para gerar confiança do mercado, fator tão essencial ao desenvolvimento do capitalismo.

No Brasil, na ausência de indicadores importantes a volatilidade do mercado permanece direcionada pelas expectativas da sucessão presidencial. Como ponto negativo, o dólar reagiu a ação do FED e terminou a semana em alta, sendo cotado a R$ 2,37.No cenário externo a volatilidade de preço do minério continua impactando as ações da Vale e das siderúrgicas, até que a situação na China se normalize, o cenário deve permanecer dessa forma.

Na semana que se inicia, o mercado deve ficar atento a divulgação de cinco novas pesquisas para a corrida presidencial. No cenário externo,  os investidores continuarão procurando novos indícios sobre a política de juros do FED.

O que Fazer

Depois de iniciar um forte repique de alta no suporte de 57 mil pontos, o Ibovespa perdeu força e está retornando para a Lta. Apesar da queda, a tendência de alta está mantida e só será desfeita caso o suporte dos 57 mil pontos seja perdido.

Quem aproveitou do candle de reversão na segunda-feira para fazer novas entradas é hora de segurar firme e elevar o Stop para os 56 mil pontos.

Quem está comprado, deve ficar atento para acionar o stop caso os 56 mil pontos sejam perdidos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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A alta do Dólar

O mês de setembro tem sido de valorização para o dólar frente ao real. A moeda americana já subiu +5,30% no período.

A oscilação do Dólar apesar de também ser suscetível a ação dos especuladores, assim como acontece com qualquer produto financeiro, depende fortemente dos fundamentos da economia mundial.

Nesse momento, o que mais tem influenciado a alta da moeda é a expectativa do mercado em relação a elevação dos juros na economia americana.

Como explicar isso?

De um modo amplo, a alta da taxa de juros americana deve estimular diversos investidores a migrar seus investimentos para os Títulos do Tesouro dos EUA. Com isso, a fuga de dólares do Brasil deve aumentar. Essa fuga produz como efeito imediato a maior procurar por dólar aqui no país, estimulando sua valorização.

Ontem, o Banco Central Americano (FED) se reuniu e decidiu manter a taxa no mesmo patamar anterior 0,25%. Ainda não se sabe quando a alta dos juros virá, mas já é possível perceber uma perspectiva de valorização para as próximas semanas.

Dessa forma, quem está programando uma viagem para exterior é bom ficar atento e começar a acompanhar de perto a cotação da moeda americana.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Dica de Leitura

Os planos tradicionais de aposentadoria não levam em consideração que para dar conta do padrão de vida atual será necessário uma renda bastante elevada no futuro. Para dificultar as coisas, vale lembrar que estamos vivendo mais, com custo de vida mais alto e maior nível educacional. Sendo assim, após desfrutar de tantas experiências de consumo e lazer, ninguém estará disposto a aceitar um estilo de vida com escolhas limitadas pela falta de dinheiro quando chegar a hora de se aposentar.

Por isso, é preciso adotar um modelo realista para planejar o futuro. Nesse livro, o autor Gustavo Cerbasi propõe uma nova forma de lidar com o dinheiro e oferece conselhos atualizados sobre a melhor maneira de se educar, de investir, de empreender, de gerenciar a carreira e de colher os frutos de tantos anos de trabalho.

Vale a pena conferir!


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Carteira Recomendada

Segunda feira é dia das corretoras revisarem suas carteiras recomendadas. A corretora Socopa manteve as mesmas dez sugestões da semana anterior.

Vale avaliar a lista apresentada pelas corretoras na hora de montar a carteira ou até mesmo realizar operações de curto prazo.

Segue o link da corretora: https://negocios.socopa.com.br/splash.aspx


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Panorama do Mercado – Na Lta

Tivemos uma semana de forte realização para a bolsa brasileira, o medo tomou conta dos investidores e o Ibovespa terminou o período em queda de -6,19%, a maior desvalorização desde maio de 2012.

No Brasil, a Ata do Copom sinalizou que a taxa Selic deve permanecer estável no patamar de 11%, pelo menos, até o final do ano. Para a Autoridade Monetária a inflação já começa a mostrar algum alívio e deve corrigir para a meta em 2016, o que elimina a necessidade de novos aumentos. Além disso, a agência de classificação de risco Moody’s revisou para baixo a sua perspectiva para os títulos do governo brasileiro. A decisão foi justificada em função do baixo crescimento econômico, da piora dos indicadores fiscais e da “deterioração acentuada no sentimento do investidor”.

A cada semana novos acontecimentos vão confirmando o momento negativo vivenciado pela economia brasileira, até os indicadores de desemprego que estavam estáveis, começaram a piorar. O humor do mercado que chegou a melhorar com a esperança de mudança na sucessão presidencial, voltou a ficar negativo com a recuperação da Presidente Dilma nas pesquisas.

No cenário externo, nem mesmo a crise na Ucrânia e os conflitos na Síria tem prejudicado o humor no mercado. As principais bolsas internacionais continuam mantendo o desempenho positivo, sinalizando que o movimento da bolsa brasileira está mais ligado a acontecimentos locais.

Na semana que se inicia teremos vencimento de opções no Brasil, mas o mercado deve continuar atento ao desenrolar da campanha presidencial. Nos EUA, o foco será a reunião do FED, o mercado continua especulando se o Banco Central Americano dará detalhes sobre esperada alta do juros.

O que Fazer

O movimento de correção continuou e o suporte dos 58 mil pontos foi rapidamente perdido, fazendo com que os preços terminassem a semana na Lta. Apesar da queda, Conforme Panorama anterior, a tendência continua de alta e só será desfeita caso o Ibovespa perca o patamar de 57 mil pontos.

Quem seguiu o Panorama e ficou líquido, um candle de reversão pode gerar novas oportunidades próximas ao suporte de 57 mil, com objetivo nos 62 mil e stop nos 55 mil pontos.

Quem está comprado, o Stop deve ser mantido nos 57 mil pontos, pois caso esse patamar seja perdido a realização pode ficar mais forte.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Turbulência na Bolsa

Depois de começar o mês de setembro em forte alta, chegando a alcançar o patamar de 62 mil pontos, o Ibovespa iniciou um movimento de realização, fazendo com que diversas ações tivessem um forte movimento de queda.

Os destaques de queda nos últimos seis pregões foram:

Empresa Ativo Desvalorização
Banco do Brasil BBAS3 13,71%
Petrobras PETR4 12%
Eletrobras ELET3 11,23%
Bradesco BBDC4 8,74%
Itau ITUB4 6,37%

Trata-se de ações de grandes empresas que tem apresentado grande volatilidade em virtude do cenário eleitoral. Resta saber se esse movimento de realização é passageiro e os ativos irão se recuperar no curto prazo, ou trata-se de um movimento corretivo mais forte que pode continuar nos próximos pregões.

Ao pequeno investidor cabe acompanhar o movimento, manter sua visão de longo prazo e continuar disciplinadamente aproveitando das boas oportunidades para acumular sua carteira de ações. A crença popular já sugere que as ações devem ser compradas em momentos de baixa e vendidas na alta!

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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