Panorama do Mercado РD̼vida no ar

Depois de muita volatilidade o Ibovespa terminou a semana com valorização de +1,54%. Trata-se da quarta semana seguida de alta para a bolsa brasileira, levando o indicador a 15,3% de valorização.

No Brasil, a divulgação do IPCA mostrou que a inflação anual subiu para 6,15%, encostando no teto da meta. Para piorar a situação, o crescimento econômico continua lento e as projeções para 2014 estão piorando. O FMI reduziu a previsão do PIB brasileiro para 1,8%, nesse ano . Nesse cenário conflituoso, a ata do Copom não deixou claro qual deve ser o próximo passo do Banco Central, essa postura só aumenta a desconfiança do mercado.

Nos EUA, a Ata do FED sinalizou que o Banco Central americano será cauteloso na elevação da taxa de juros e que ela ainda deve demorar de acontecer, contudo as bolsas americanas tiveram uma semana de realização. Na China, a situação da economia asiática continua incerta, ampliando a volatilidade das siderúrgicas  mineradoras.

Para a semana que se inicia, o destaque será a divulgação do Livro Bege nos EUA. O cenário político brasileiro também deve continuar no foco dos investidores.

 

O que Fazer

A resistência dos 62 mil pontos foi respeitada, mas na sexta-feira os preços voltaram a subir sinalizando que o repique pode continuar, no curto prazo os preços estão se sustentando a média móvel de 10 dias (ver gráfico). Ainda assim, o risco de realização continua alto. O cenário só começa a ficar positivo caso a LTB de longo prazo (ver gráfico) seja rompida.

Quem está ansioso, pois perdeu o movimento de alta, pode arriscar um trade curto, acompanhando o movimento da média móvel de 10 dias, logo na abertura do pregão na segunda feira. O objetivo do trade deve estar nos 53,5 mil pontos e STOP na mínima de sexta-feira, 50,4 mil.

Quem prefere operações mais seguras, deve manter a paciência e continuar esperando oportunidades mais claras.

PS: Informamos que, em virtude do feriado da semana santa, o Panorama só voltará a ser atualizado no dia  26/04.

Bons Investimentos e Boa Páscoa,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado РNa resist̻ncia

Tivemos a terceira semana seguida de queda para a bolsa brasileira, o otimismo continuou a tomar conta e o Ibovespa terminou o período em alta de +2,64%.

No Brasil, o Copom decidiu elevar a taxa Selic em 0,25%, levando-a para o patamar de 11% ao ano. Além disso, a agência Moody´s comunicou que o rating do Brasil não deve ser alterado até o final do ano. Contudo, o mercado continuou especulando que o principal motivo para alta da bolsa é a queda da Presidente Dilma na pesquisa eleitoral.

No cenário internacional, o Governo da China continua dando sinais que irá adotar medidas para estimular a economia. Na Europa, o Banco Central manteve o juros na mínima histórica e deixou a porta aberta para adoção de medidas “não convencionais” caso seja necessário afastar o riso de deflação.

Na semana que se inicia, a Ata do Copom deixará mais claro os próximos passos da Selic. Os analistas estão divergindo se o ciclo de aperto monetário chegou ao fim, ou se ainda teremos mais uma alta de 0,25%.

 

 

O que Fazer

O repique de alta continuou forte e levou os preços até a resistência dos 52 mil pontos. Nesse patamar, que representa a retração de 61,8% de Fibonacci, foi formado um martelo de baixa (ver gráfico) aumentando a probabilidade de realização.

Quem perdeu o forte movimento de alta, deve manter a paciência aguardando novas oportunidades.

Quem está líquido pode continuar reduzindo posição para aproveitar do movimento de realização que está por vir.

Quem gosta de operar no curto prazo, caso os preços cheguem na média móvel de 21 dias (linha amarela no gráfico) novas oportunidades de entrada podem aparecer.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Repique de alta

Tivemos a segunda semana seguida de alta para a bolsa brasileira. O otimismo continuou tomando conta dos investidores e o Ibovespa terminou o período com valorização de +5,04%. Ressalta-se que apesar da recuperação apresentada em março, tudo indica que o primeiro trimestre do ano deve terminar em território negativo, salvo aconteça uma forte alta na segunda-feira.

No Brasil, a agência de classificação de risco Standard & Poor´s cortou o rating da dívida brasileira. Essa decisão foi justificada pela falta de comprometimento do Governo com a situação fiscal do país. Contudo, a queda de Dilma nas pesquisas foi utilizado para justificar o movimento de valorização da bolsa. Como já tínhamos antecipado, a corrida presidencial deve trazer muita volatilidade para o mercado em 2014.

No cenário internacional, o Governo chinês afirmou que vai continuar incentivando a economia. Nos EUA, dados positivos da economia continuam sustentando as bolsas próximo ao topo histórico. Na Inglaterra, a divulgação do PIB mostrou que a economia cresceu 2,7% no 4º trimestre de 2013 em relação ao ano anterior.

Na semana que se inicia, o destaque é a reunião do Copom que irá definir o futuro da taxa Selic, atualmente em 10,75% ao ano. Espera-se um novo aumento de 0,25%.

 

 

O que Fazer

O repique de alta foi mais forte do que o esperado e levou os preços para a resistência de 50 mil pontos. Contudo, lembramos que apesar da força do movimento, a tendência de alta ainda não está formada, o que eleva o risco de realização.

Quem está líquido deve manter a paciência e esperar novas oportunidades. É preciso ter cuidado para não se precipitar depois de ter perdido um forte movimento de alta.

Quem está comprado, é hora de aproveitar da alta para reduzir posição e aguardar o aparecimento de oportunidades mais seguras.

 

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Ltb rompida

Após cinco pregões seguidos de alta, o Ibovespa encerrou uma sequência de quatro semanas de queda e terminou o período com expressiva valorização de +5,37%.

No Brasil, o cenário coorporativo foi destaque. A expectativa de realização de uma CPI na Petrobras, levantou a possibilidade que a companhia por um choque de controle e gestão.

Nos EUA, o Banco Central decidiu que poderá mudar a forma de redução dos estímulos da economia. Além disso, foi informado que o juros na maior economia do mundo pode aumentar antes do esperado.

Para a semana que se inicia, o mercado deve ficar atento ao pronunciamento de líderes do FED que devem dar mais sinais sobre o futuro da política de incentivos a economia americana.

 

 

O que Fazer

Depois de cinco meses de queda, finalmente os preços romperam a LTB, abrindo a possibilidade para recuperação. Contudo, apesar da melhoria no cenário, o movimento de alta só será confirmado quando um nova LTA for confirmado. Nesse momento, o repique de alta tem duas resistências pela frente: 47,7 e 48,5 mil pontos.

Quem aguardou com paciência, vale ficar atento pois a qualquer momento pode aparecer novas oportunidades de entrada.

Quem estar comprado pode usar as resistências para reduzir posição e aguardar um movimento mais claro para novas entradas.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – A queda continua

Tivemos a quarta semana seguida de queda para a bolsa brasileira. O pessimismo continuou a dominar as decisões e o Ibovespa terminou o período em desvalorização de -2,77%.

No cenário externo, a China continua dando sinais que a economia está perdendo força. Além disso, o desenrolar da crise na Ucrânia tem atraído o radar dos investidores.

No Brasil, o risco de racionamento continua alto. Se o Governo já estava apresentando dificuldade para fazer o país voltar a crescer, essa situação deve dificultar ainda mais a recuperação econômica. Para piorar a situção, a reunião dos representantes da Standard & Poor´s com as autoridade locais ampliou a expectativa que a nota soberana do Brasil seja reduzida pela agência de classificação de risco ainda esse ano.

Na semana que se inicia, o referendo da Crimeia deve ampliar as tensões entre EUA e Rússia. No Brasil, o vencimento de opções na segunda-feira trará volatilidade aos principais ativos listados na Bolsa.

O que Fazer

Os preços continuaram o movimento de queda e chegaram ao objetivo de 45 mil pontos. Nesse patamar, existe a chance de um repique, mas a tendência principal do Ibovespa continua de queda. Conforme temos apresentado no Panorama, essa tendência só será alterada quando a LTB for rompida.

Quem está líquido, deve continuar pacientemente esperando melhores oportunidades de trade.

Quem está comprado, o STOP deveria ter sido acionado nos 46 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Mais do mesmo

Nem a alegria do carnaval conseguiu animar os investidores. O pessimismo tomou conta dos mercados e o Ibovespa terminou a semana com desvalorização de -1,83%.

No cenário externo, apesar da crise na Ucrania, as principais bolsas internacionais voltaram a operar em patamar de máxima histórica. Contudo, a China continua dando sinais de desaceleração.

No Brasil a Ata da Selic trouxe a expectativa que o ciclo de alta deve está próximo de terminar. Alguns analistas já estão prevendo só mais uma elevação de 0,25% , fazendo com que a taxa termine o ano em 11%. Se por um lado essa interrupção visa incentivar o crescimento, por outro a inflação continua alta e sem perspectivas de melhoria. Para piorar a situação, o dólar terminou a semana em alta, sendo cotado a R$ 2,35 e o risco de apagão permanece assustando o mercado.

A trajetória da bolsa brasileira segue independente do movimento internacional. O país saiu da rota dos investidores e até que o cenário político fique mais definido, não há expectativa de melhoria.

 

O que Fazer

Conforme temos antecipado  nos Panoramas anteriores, a LTB continua guiando a trajetória dos preços. Cada vez que ela é testada (já foram 7 testes – ver gráfico) uma nova realização acontece. Reforçamos que o cenário de queda irá permanecer enquanto a tendência de baixa for rompida. No curto prazo, caso o suporte dos 46 mil pontos seja perdido o próximo objetivo está nos 45 mil.

Quem está líquido, deve continuar paciente, pois novas entradas só devem ser acionadas quando o rompimento da LTB for confirmado.

Quem ainda está comprado o Stop deve estar posicionado nos 46 mil pontos. Vale ficara atento pois se esse patamar for perdido, o ritmo da queda pode acelerar.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado РTend̻ncia mantida

Depois de começar a semana em forte queda, os compradores entraram em ação e reverteram parte das perdas. Ainda assim, o Ibovespa terminou o período em desvalorização de -1,70%.

No Brasil, o Governo anunciou um contingenciamento de gastos no valor de R$ 44 bilhões, em busca de alcançar a meta de superávit primário de 1,9% do PIB. O Ministro Mantega ainda avisou que pode haver um aumento de impostos esse ano. O dólar recuou e terminou a semana cotado a R$ 2,35.

Nos EUA, o secretário do Tesouro, Jack Lew, solicitou que a China, o Japão e a Europa incentivem a demanda interna para estimular a economia. No cenário coorporativo o Facebook adquiriu o WhatsApp por U$ 16 bilhões.

A semana que se inicia deve ser bastante agitada. Teremos a divulgação do PIB do brasileiro de 2013 e a reunião do Copom, que irá definir a nova taxa Selic. Além disso, serão divulgados os balanços da Petrobras, Vale e Ambev.

 

 

O que Fazer

Depois de testar a LTB, na segunda feira, os preços iniciaram um movimento de realização até o suporte de 46 mil pontos. Nesse patamar o Ibovespa encontrou força, se recuperou e terminou a semana testando mais uma vez a LTB. Voltamos a afirmar que enquanto a tendência de baixa for mantida, o risco de realização continua alto.

Quem está líquido, deve manter a paciência, novas entradas só devem ser acionadas quando o rompimento da LTB for confirmado.

Quem ainda está comprado o Stop deve estar posicionado nos 46 mil pontos.

PS: Em virtude do feriado de Carnaval o Panorama só voltará a ser atualizado no dia 08 de março.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Na Ltb

Tivemos uma semana bastante volátil para a bolsa brasileira, depois de um sobe e desce intenso, o Ibovespa terminou o período em leve alta de +0,27%.

Nos EUA, a nova presidente do Banco Central fez seu primeiro discurso como líder da Autoridade Monetária.  Janet Yellen destacou que a recuperação do mercado de trabalho ainda está em curso, apesar disso, o FED deve continuar reduzindo gradativamente a política de estímulos devido aos sinais de melhora da economia. Na Europa, a divulgação do PIB mostrou que a economia do Velho Continente apresentou crescimento de 0,3%, no primeiro trimestre, comparado com o último trimestre de 2013.

No Brasil, o dólar continua incomodando e chegou  a ser cotado acima dos R$ 2,40, mas terminou o período a R$ 2,39.

Na semana que se inicia, nos EUA teremos a reunião do FED. No Brasil, o mercado deve continuar atento a temporada de divulgação de balanços, os destaques são: OI, Ultrapar e Gerdau.

 

O que Fazer

O Ibovespa confirmou o repique e testou mais uma vez a LTB. Nesse patamar, o risco de realização cresce. Contudo, caso a LTB seja rompida, um rali de alta deve guiar os preços até os 50 mil pontos.

Quem está de fora deve acompanhar de perto os próximos pregões. Novas entradas podem ser acionadas assim que o rompimento for confirmado. O próximo objetivo está nos 50 mil e o STOP nos 46,5 mil pontos.

Quem permanece comprado, o STOP deve ser elevado para os 46,5 mil pontos.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Repique de alta

Depois de começar a segunda-feira em forte queda, os compradores entraram em ação confirmando a primeira semana de alta para o Ibovespa em 2014. O principal indicador acionário fechou o período com valorização de +0,91%.

No Brasil, o JPmorgam e o Credit Suisse revisaram para baixo as projeções de crescimento econômico do país. Ambos estão estimando que o PIB brasileiro deve crescer 1,5% em 2014, a previsão anterior era de 2% e 2,1% respectivamente. O dólar, apesar de ter sido cotado acima dos R$ 2,40, terminou a semana sendo negociado a R$ 2,38.

O Banco Central Europeu manteve a taxa de juros no patamar de 0,25% ao ano e  anunciou que a inflação da Zona do Euro deve continuar branda, sem risco imediato de deflação. Diante desse cenário, não foram apresentas novas medidas para estimular a economia. Nos EUA, o mercado continua especulando sobre o fim do programa de estímulos a maior economia do mundo. O dirigente do FED da Filadélfia chegou a afirmar que espera o fim do programa antes mesmo do desemprego ficar abaixo dos 6,5%.

Nossa percepção é que o cenário externo permanece favorável, mas a baixa credibilidade do Governo Dilma tem impedido o país de se desenvolver. Com isso, é provável  que o PIB brasileiro de 2014 continue sendo revisado para baixo por outros analistas.

A semana que se inicia contará com a divulgação de balanço de diversas empresas. Os maiores destaques são: Natura, BmfBovespa, Pão de Açucar e Usiminas.

O que Fazer

Depois de perder o suporte dos 47,5 mil pontos, os preços se recuperaram rapidamente e terminaram acima desse patamar. Esse movimento abre uma chance de recuperação, contudo a tendência de baixa (LTB – ver gráfico) continua sendo a principal referência do mercado. Por enquanto, o movimento dessa semana, apesar de ampliar a esperança, deve ser considerado somente um repique.

Quem arriscou um trade curto e foi stopado nos 46,5 mil pontos é hora de manter-se líquido e esperar novas oportunidades

Quem está comprado, o Stop pode ser reposicionado para os 46 mil pontos.

Quem está querendo entrar no mercado, o cenário só volta a ficar positivo quando a LTB for rompida.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Janeiro perdido

Tivemos a quinta semana seguida de queda para a bolsa brasileira. Depois de muita volatilidade o Ibovespa terminou o período em baixa de -0,31%. O mês de janeiro acumulou perdas de -7,51%.

Nos EUA, o principal destaque foi a decisão do Federal Reserve de reduzir as compras mensais de bônus em mais US$10 bilhões (para US$65 bilhões/mês). Além disso, vale destacar o final do mandato de Ben Bernanke no controle do FED. Na China a economia permanece dando sinais de desaceleração e continua preocupando o mercado. Na Europa, os analistas estão atentos ao risco de deflação, o que poderia prejudicar a frágil recuperação econômica do Velho Continente.

No Brasil, a curva a termo de juros passou a precificar chance de 100% de que haverá aumento de 0,5% na taxa Selic no próximo encontro. Essa perspectiva de alta, apesar de necessária, prejudica a recuperação econômica e afasta os investidores da bolsa de valores.

Na semana que se inicia, teremos reunião do Banco Central Europeu. No Brasil, a temporada de divulgação de balanços continua forte com destaque para Santander, Itaú e Localiza.

O que Fazer

Dando prosseguimento a queda, os preços chegaram ao suporte de 47,5 mil pontos. Nesse patamar, aumenta a chance de um repique até os 48,5 mil pontos. Contudo, vale lembrar que a tendência de baixa continua no comando e a LTB (ver gráfico) permanece como principal referência do mercado. O cenário só será alterado quando a LTB for rompida.

Quem está líquido e tem maior propensão ao risco, pode arriscar novas entradas na abertura do mercado, na segunda-feira, com objetivo nos 48,5 e STOP nos 46,5 mil pontos.

Quem prefere operar com mais segurança é hora de manter a paciência, novas operações só devem ser abertas quando a LTB for rompida.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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