Panorama do Mercado РTend̻ncia mantida

Depois de começar a semana em queda, os compradores reagiram, levando o Ibovespa a recuperar as perdas e terminar o período em leve valorização de +0,36%.

No Brasil, o novo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou que: o Brasil deve buscar o aumento do rating nas agência de risco, as contas públicas serão ajustadas e Petrobrás terá liberdade para definir os preços de venda. O anúncio foi bem visto, mas será preciso medidas concretas para conquistar a confiança do mercado. No cenário corporativo, a Petrobrás anunciou que pode divulgar o balanço no dia 27/01.

Nos EUA, o mercado permanece especulando sobre o momento da elevação da taxa de juros. Na Suíca, o Banco Central terminou com a taxa de cambio mínima de $1,20 por Euro. Essa decisão levou o franco Suíço a uma valorização de 14% em relação ao Euro e 17% do Dólar. Essa medida já parece o prenúncio que o BCE irá promover novas ações de injenção de recursos na economia. O FMI reduziu a previsão de crescimento do PIB mundial em 2015 para 3%, ante uma previsão anterior de 3,4%.

Na semana que se inicia, o destaque será a decisão do Copom, os investidores estão esperando mais uma alta de 0,5% na Selic, a Caixa Econômica parece que já antecipou o movimento e elevou a taxa de juros nos empréstimos imobiliários,

O que Fazer

Conforme temos informado nos Panoramas anteriores, a tendência de baixa continua sendo a principal referência do mercado. Esse cenário só será alterado, se os preços romperem tanto a resistência de 51 mil pontos, quanto a LTB. Nessa semana, o suporte dos 47,5 mil pontos foi testado e respeitado, se esse patamar for perdido o movimento de queda deve acelerar.

Quem está de fora, novas entradas só devem ser acionadas no rompimento dos 51 mil pontos.

Quem quer manter-se ativo, as melhores operações continuam nas operações de curto prazo no lado da venda (trava de baixa e venda a descoberto).

PS: Informamos que o Panorama só voltará a ser atualizado a partir do dia 24 de fevereiro.

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panoramo de Mercado – Iniciando 2015

Esse é o primeiro Panorama de 2015!

Tivemos uma semana de recuperação para a bolsa brasileira, três pregões de alta contribuíram para que o Ibovespa terminasse o período em valorização de +0,68%.

No Brasil, até o momento nada de expressivo foi anunciado pelo Governo Dilma, o mercado continua tentando entender como será a Política Monetária e Fiscal. No plano dos indicadores, a divulgação do IPCA confirmou que a inflação ficou em 6,41%, abaixo do teto da meta. Já o Dólar, perdeu força e encerrou a semana cotado a R$ 2,64.

Nos EUA, o desemprego em dezembro caiu para 5,6%, o menor patamar desde 2008. Dessa forma, a economia americana apresentou o melhor ano para o mercado de trabalho, desde 1999. Na Europa, a Grécia voltou a ser destaque negativo e já se cogita sua saída da Zona do Euro.

Na semana que se inicia, nos EUA o destaque é a divulgação do Livro Bege. No Brasil, o mercado deve continuar refletindo as especulações sobre os próximos passos do Governo Dilma 2.

O que Fazer

O mercado permanece numa tendência principal de baixa (ver Ltb no gráfico). O cenário só será alterado caso a Ltb seja rompida, ou até mesmo os preços rompam a resistência dos 51 mil pontos, confirmando o início de uma tendência de alta. O Ibovespa tem suporte nos 47,5 e 46 mil pontos.

Quem está de fora, novas entradas só devem ser acionadas no rompimento dos 51 mil pontos.

Quem quer manter-se ativo, as melhores operações continuam no lado da venda (trava de baixa e venda a descoberto).

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Petrobras 2015

O cenário para Petrobras continua difícil. Com um endividamento altíssimo, queda do preço de petróleo e diversas denúncias de corrupção as ações da empresa continua em queda livre.

Esse movimento de queda das ações tem reduzido o valor de mercado da companhia, que atualmente a quinta posição no ranking das maiores empresas da Bolsa de Valores brasileiras.

A Petrobras fechou a negociação do dia 06/01 valendo R$ 106,7 bilhões , em mais um pregão que as ações encerraram as negociações na pior cotação desde 2003. Estão na sua frente no ranking a Ambev, o Itau, o Bradesco e a Vale.

Muito leitores nos questionam se depois de tamanha queda já não está na hora de voltar a comprar as ações da companhia. Essa é uma questão que só saberemos a resposta no futuro, quando tivermos conhecimento da cotação das ações da companhia em 2016, 2017, etc. De qualquer forma, vale alertar os investidores sobre alguns riscos potenciais que ainda podem continuar pressionando a companhia.

Riscos

A bolsa é um mercado de renda variável e não há nada barato que não possa ficar mais barato ainda… assim como a cotação das ações caiu de R$ 30 para R$ 8, nada impede que ela continue caindo para R$ 4, R$ ,R$ 3, etc…

O cenário externo continua pressionando o resultado da companhia, o preço do Petróleo no patamar atual, praticamente inviabiliza as operações do Pré Sal.

O endividamento da Petrobras está altíssimo, mas de R$ 200 bilhões, dificilmente a empresa vai contornar essa situação com a projeção futura de lucro. Ou seja, para quitar essa dívida será necessário mudanças radicais na companhia, ou até mesmo a intervenção de seu principal sócio, o Governo.

De onde pode vir a salvação?

A Petrobras tem um peso enorme no PIB nacional, além disso, os dividendos da companhias são relevantes para que o Governo, principal acionista da empresa, feche suas contas. Sendo assim é possível que caso a situação fique ainda mais difícil, o Governo faça uma operação de socorro a empresa, para que a mesma possa se restabelecer.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Comparativo de desempenho das bolsas em 2014

O ano de 2014 não foi nada fácil para a bolsa brasileira, depois de muitos altos e baixos o principal indicador acionário do país está terminando o período em leve queda de 1,77%.

No cenário internacional algumas bolsa apresentaram desempenho muito superior ao nosso confirmando que boa parte dos problemas que enfrentamos deve-se a condução da política econômica local. Destaca-se que nosso desempenho só foi melhor do que a bolsa da Rússia e Grécia.

Vale conferir abaixo listagem com o desempenho das principais bolsas internacionais em 2014.

Que o ano de 2015 seja de recuperação e a bolsa traga de volta a alegria para o investidor do mercado acionário.

Bons Investimentos em 2015,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Terminando 2014

Tivemos uma semana positiva para bolsa brasileira, o Ibovespa terminou o período em alta de +3,44%. Apesar desse movimento, 2014 foi muito negativo para os investidores, o principal indicador acionário brasileiro está amargando perdas de -3,61%, e salvo um grande acontecimento nos últimos cinco pregões, deve terminar o ano no vermelho.

No Brasil, o ano foi marcado pela queda da atividade econômica, corrupção na Petrobrás, alta da inflação, aumento do juros e descontrole das contas públicas. Durante o período da eleição, a expectativa de alternância de poder trouxe uma volatilidade extraordinária para a bolsa e demais ativos negociados no mercado financeiro. Após a vitória da presidente Dilma, chegou-se a criar uma leve expectativa de mudança, mas as decisões anunciadas pelo “novo” Governo foram tímidas, levando o mercado a reagir negativamente, o que produziu a  desvalorização da bolsa e a alta do dólar.

O cenário externo foi marcado pela recuperação econômica dos EUA, o que contribuiu para que as principais bolsas americanas alcançassem patamar de máxima histórica. A Europa não conseguiu mostrar tanto vigor econômico, mas as ações do BCE ajudaram a amenizar os problemas no Velho Continente. No lado dos emergentes, a China apresentou uma redução significativa da atividade, influenciando a queda do preço das commodities e contribuindo com a redução das importações brasileiras. Os Brics, que a poucos anos atrás estavam em evidência, perderam bastante espaço no mercado internacional.

As expectativas e projeções para 2015 são negativas. A situação da Petrobras é grave e ainda deve apresentar novos desdobramentos no início do ano. A maior companhia brasileira tem mais de R$ 200 bilhões em dívida e terá dificuldade de continuar se financiando. Além disso, na área econômica as ações governamentais também terão que ser mais contundentes para ganhar credibilidade com o mercado. A inflação precisa ser combatida e a meta superávit primário cumprida. Isso deve acontecer sem deixar de lado o crescimento e o emprego. Para que as perspectivas de futuro sejam melhores, é fundamental que o Governo Dilma enfrente a situação de frente e apresente soluções concretas para resolver o problema criado em seu primeiro mandato.

 


O que Fazer

Depois de atingir o suporte dos 46 mil pontos, o mercado iniciou um repique de alta em busca dos 50,5 mil. Apesar desse movimento, conforme antecipamos no Panorama anterior, a tendência de baixa está no comando e vai permanecer dessa forma enquanto a Ltb for respeitada.

Quem segue o Panorama deve ter acionado o stop nos 53,5 mil pontos. Nesse momento, é hora de permanecer líquido esperando a mudança do cenário, que só vai ocorrer quando uma nova tendência de alta for montada e a Ltb rompida.

Quem pretende continuar operando deve aproveitar do repique de alta para procurar oportunidades nas operações de venda a descoberto e trava de baixa. Em tendência de queda, a melhor estratégia continua sendo: subiu, vende!

PS: Destacamos que esse é o último Panorama do ano, estaremos de volta somente no segundo final de semana de janeiro.

Bom Natal e Bons Investimentos em 2015,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Fim da Petrobrás?

A situação da Petrobrás está cada vez mais difícil, a drástica redução do preço do petróleo, que está sendo cotado abaixo dos U$ 60, tem influenciado negativamente os negócios da companhia.

No cenário externo, essa queda de preço tem sido influenciada tanto pela redução do consumo mundial da commodities, quando pelo aumento da produção de petróleo por parte dos EUA, maior consumidor mundial, que de 2006 até 2014 conseguiu elevar sua produção anual ao equivalente ao que é produzido anualmente no Irã, Iraque e Venezuela.

No cenário interno, os problemas de corrupção de Governança da Petrobras estão cada vez mais em evidência, prejudicando a operação de uma empresa que ampliou seu endividamento de forma brutal (superior a R$ 200 bilhões) nos últimos anos, em busca do sonho do Pré Sal. Atualmente a Petrobrás é considerada a empresa mais endividada do mundo.

O Futuro

Toda essa situação deixou a empresa praticamente quebrada, o pior ainda não aconteceu pois existe uma crença que o Governo pode interferir para salvar a empresa a qualquer momento. Diante disso, as expectativas para a empresa são muito negativas. Será preciso realizar mudanças imediatas na gestão, reduzir investimentos, vender ativos e modificar processos para restabelecer a ordem e tentar fazer a empresa se restabelecer.

Atualmente as ações preferências da empresa estão sendo negociadas a R$ 8,80, trata-se de uma desvalorização de -46% em relação ao final de 2013 e de -77% em relação a máxima histórica alcançada em 2008. É possível que aconteça uma recuperação? Claro que sim, mas pelo que se vê hoje o risco é muito alto e a probabilidade de novas quedas, parece ser maior que a de recuperação.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – Queda forte

Tivemos uma semana muito negativa para a bolsa brasileira, o pânico tomou conta do mercado, levando o Ibovespa a uma forte realização de -7,68%.

No Brasil, mais uma vez a Petrobras adiou a divulgação do seu resultado. Trata-se de um fato histórico que evidencia as dificuldades vivenciadas pela maior empresa brasileira. Os investidores mostraram sua insatisfação com a companhia, levando as ações preferenciais a uma queda de -17,54% na semana. Além disso, a nova equipe econômica preparou um pacote que pretende ajustar as contas públicas em R$ 50 bilhões, a medida ainda precisa ser anunciada pela presidente.

No cenário externo, dados fracos da economia chinesa tem confirmado a redução da atividade no país asiático, fato que está contribuindo para desvalorização das commodities. O petróleo fechou abaixo de U$ 58, menor patamar em cinco anos. Nos EUA, as bolsas também tiveram uma semana de realização.

A queda de preço das commodities, aliado a falta de confiança do Governo Dilma e a crise da Petrobras estão projetando um 2015 muito difícil para a economia brasileira. Para sair dessa situação será necessário realizar mudanças reais e convincentes.

A semana que se inicia terá como destaque a reunião do Banco Central americano. Mas os investidores devem continuar atentos as notícias do mercado interno ligadas ao novo Governo Dilma e a Petrobrás.


O que Fazer

O suporte dos 51 mil pontos foi rompido, fazendo com que o Ibovespa acelerasse o movimento de queda. Conforme antecipamos no Panorama anterior, a tendência de baixa está no comando e os preços devem continuar caindo, em busca do próximo objetivo no suporte dos 45 mil pontos.

Quem segue o Panorama deve ter acionado o stop nos 53,5 mil pontos. Nesse momento, é hora de permanecer líquido esperando a mudança do cenário, que só vai ocorrer quando uma nova tendência de alta for montada.

Quem pretende continuar operando deve procurar oportunidades nas operações de venda a descoberto e trava de baixa. Em tendência de queda, a melhor estratégia continua sendo: subiu, vende!

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Dicas para começar os investimentos

Muitos investidores iniciam suas aplicações através dos bancos comerciais, tendo como principal fonte de informação os profissionais que atuam como gerentes bancários.

Esses profissionais são treinados e certificados pelo mercado financeiro, contudo, eles tem metas específicas de captação que são definidas pelo banco, fazendo com que muitas vezes, a aplicação seja direcionada para um determinado investimento, que nem sempre é o mais adequado para o perfil de cada um.

Nesse sentido é muito importante se dedicar a educação financeira para questionar aos gerentes informações relevantes sobre os ativos apresentados. Nesse post apresentaremos três perguntas essenciais que precisam ser respondidas antes da escolha dos investimentos

a) Qual a rentabilidade esse produto tem apresentado?

Um dos principais argumentos de venda utilizado pelos gerentes é a rentabilidade passada, essa questão é muito importante, pois mostra como vêm se comportando o desempenho de determinado produto, mas vale lembrar que, retorno passado não representa desempenho futuro, então essa informação deve ser utilizada com bastante parcimônia.

b) Quais as taxas cobradas?

Dificilmente os gerentes apresentam essa informação, mas os bancos normalmente cobram taxa de administração e performance pelos seus produtos. Vale lembrar que a rentabilidade apresentada pelos bancos não leva em consideração as taxas cobradas e esses valores chegam a superar 2% ao ano, o que representa uma redução significativa do possível ganho.

c) Qual o grau de risco do produto?

Quanto mais alta a possibilidade de ganho é natural que o risco aumente, sendo necessário que o investidor tenha ciência dessa informação e possa comparar a rentabilidade de produtos similares.

d) Quanto tempo é necessário para ter o dinheiro de volta?

Algumas aplicações exigem um tempo extra para que o capital possa ser sacado, elevando o risco do investimento. Nesses casos o investidor precisa ter muita atenção e controle financeiro para que não precise sacar o recurso antecipadamente, tendo que pagar uma espécie de “multa” por isso.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Panorama do Mercado – No suporte

O mês de dezembro começou de forma negativa para a bolsa de valores, depois de uma semana de realização o Ibovespa terminou o período em queda de -4,99%

No Brasil, a divulgação do IPCA confirmou que a inflação ficou em 6,56%, em doze meses, ligeiramente acima do limite máximo da meta. Outro destaque importante da semana foi a aprovação no Congresso da redução da meta de superávit fiscal para 2014. Essa ação do Governo confirma a falta de planejamento e controle das contas públicas, a esperança é que a nova equipe econômica consiga reverter esse cenário.

Nos EUA, o aumento na criação de emprego mostrou que a economia americana continua forte. Na Europa, o presidente do BCE declarou que a autoridade monetária pode utilizar novas ações para estimular a economia em 2015.

Na semana que se inicia será divulgada a Ata da última reunião do Copom, o mercado deve continuar tentando entender como o Banco Central irá conduzir a política monetária.


O que Fazer

Depois de perder o suporte dos 55 mil, o Ibovespa acionou o Stop dos 53,5 mil e recuou rapidamente para o suporte de 51,5 mil pontos. Nesse momento a tendência de alta foi desfeita e o risco de novas quedas continua alto, principalmente caso os preços percam o patamar de 50,5 mil pontos.

Quem segue o Panorama deve ter acionado o Stop no patamar de 53,5 mil pontos.

Quem está disposto a correr risco, pode arriscar novas entradas no suporte de 51,5 com stop nos 50,5 e objetivo nos 54,5 mil pontos.

Quem está comprado, o Stop deve ser acionado na perda do 50,5 mil pontos, pois caso esse suporte seja perdido o ritmo da queda pode acelerar.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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A Selic e os Investimentos

Ontem, o Comitê de Política Econômica (Copom) intensificou o ritmo de ajuste e elevou a taxa Selic para 11,75%. Essa medida tem como objetivo tentar conter a inflação trazendo-a de volta para a meta de 4,5%.

O cenário de alta de juros é negativo para o consumo e o investimento, desestimulando também o crescimento econômico, que no caso brasileiro já anda muito baixo.

E o investidor com isso?

O cenário de alta de juros amplia a rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto, ampliando a possibilidade de ganho para quem deseja utilizar dessa modalidade de investimento.

Vale conhecer um pouco mais do Tesouro Direto no vídeo institucional da BmfBovespa.

http://www.cblc.com.br/cblc/hotsites/TesouroDireto/player.asp

 

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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