Panorama do Mercado РMomento de deciṣo

Depois de quatro semanas de alta, os vendedores voltaram ao comando, levando o Ibovespa a uma desvalorização de -2,77%.

No Brasil, o cenário político continua em destaque, a situação da presidente Dilma está bastante complicada, segundo o jornal Estado de São Paulo, integrantes do PMDB procuraram Aécio e FHC para tentar formar uma aliança, caso o Michel Temer assuma o Governo. No cenário econômico, o presidente do Banco Central disse que o trabalho da Autoridade Monetária está surtindo efeito, visto que a expectativa de inflação está voltando para meta, o que sugere o fim do aperto monetário.

No cenário internacional, a Grécia confirmou as expectativas e não pagou a parcela da dívida que vencia essa semana. Nos EUA, a redução na criação de emprego, levou os investidores a especular que o início do ciclo de alta do juros deve ser postergado. Na China, a desaceleração da economia está assustando os investidores, somente nessa semana a bolsa apresentou desvalorização de -12,07%.

Na semana que se inicia, o destaque deve ser a repercussão do referendo na Grécia, que definiu por não adotar as medidas de austeridade, deixando de lado o apoio dos credores. Com essa decisão, não se sabe como os mercados vão abrir na segunda-feira, existem muitas dúvidas sobre o que vai acontecer com a Grécia e com o Euro, caso o país grego realmente saia da União Europeia.

Momento do Mercado

O mercado testou o suporte da acumulação (52,5 mil pontos – ver gráfico) identificado nos Panoramas anteriores. A segunda-feira será um dia de decisão, pois a perda desse suporte deve acelerar a queda para o Ibovespa, com a LTB se tornando a principal referência dos preços.

Caso o movimento de queda continue, o stop deve estar posicionado na perda do patamar dos 52 mil pontos.

Caso os 52 mil pontos seja perdido, o próximo objetivo do Ibovespa será os 50 mil.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado РAinda na acumula̤̣o

Depois de uma semana bastante movimentada para a bolsa brasileira, a cautela voltou a tomar conta, fazendo com que o Ibovespa terminasse o período em leve valorização de +0,50%.

No Brasil, o Conselho Monetário Nacional reduziu o teto da meta de inflação de 2017, de 6,5% para 6%. A medida sinaliza que o Governo vai continuar tentando combater a alta dos preços e sugere que o Banco Central deve elevar, ainda mais, a taxa Selic. Contudo, as condições de Governabilidade continuam difíceis, a aprovação da Medida Provisória 672, que reajusta as aposentadorias pelo salário mínimo, reforça a fraqueza política do Governo Dilma. Caso a medida também seja aprovada pelo Senado, deve trazer um gasto adicional de R$ 9,2 bilhões.

No cenário internacional, apesar de muitas tentativas e promessas, a situação da Grécia continua indefinida. Na China, depois de um período de forte euforia com muitos analistas já estão falando de estouro de uma bolha, somente nessa sexta-feira, o índice Xangai recuou -7,39%.

Na semana que se inicia, os investidores devem permanecer atentos a situação da Grécia que tem o vencimento de sua dívida de U$ 1,6 bilhões de euros na terça-feira (30). No Brasil, a divulgação do resultado da contas públicas vai mostrar o andamento do juste fiscal proposto por Levy.

Momento do Mercado

Os preços permanecem numa trajetória lateral entre o suporte de 52,8 e resistência de 54,3 mil pontos. Vale ficar atento, pois o rompimento dessa congestão deve produzir  um forte rali para um dos lados. Dessa forma, a avaliação da semana anterior permanece inalterada:

Caso os preços sejam negociados abaixo dos 52 mil pontos, o movimento de queda pode ganhar força, tendo como guia a LTB (ver gráfico).

Caso a resistência dos 54,3 seja rompida, o Ibovespa volta  a ficar positivo, podendo levar os preços para a primeira resistência nos 55 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Calculadora do Tesouro

A calculadora do Tesouro Direto permite que o investidor faça a previsão da taxa líquida do seu investimento.

Hoje, um investimento de R$ 10 mil na LTN com vencimento para 01/01/18 está rendendo uma taxa bruta de 13,3%, o que significa uma taxa líquida de 10,72%, ou um valor líquido de R$ 12.979, no final do período.

Vale a pena conferir: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto-calculadora.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

 


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Panorama do Mercado РNa acumula̤̣o

Depois de começar a semana em queda, o Ibovespa tentou engrenar um movimento de alta, mas a realização de sexta-feira diminuiu os ganhos , fazendo com que o principal indicador acionário brasileiro terminasse o período com leve valorização de 0,75%.

Nos EUA, o FED manteve a taxa de juros inalterada e sinalizou que a subida deve começar em breve, mas o ritmo da alta deve ser mas lento do que o esperado. Na Europa, a Grécia não conseguiu chegar a um acordo, porem os investidores já começam a visualizar um menor risco de contágio na União Europeia.

No Brasil, a operação Lava Jato, levou a prisão executivos da Odebrecht e Andrade Gutierrez. A ação da Polícia Federal trouxe desconfiança ao mercado, que voltou a ficar atento, sobre os impactos da operação no Governo Dilma. No cenário econômico, dois pontos negativos: a inflação voltou a incomodar (alta de 8,8% em 12 meses), o Ministro Levy mostrou preocupação com o possível rebaixamento do rating brasileiro.

Para semana que se inicia, o desdobramento da operação Lava Jato e o desenrolar da crise grega deve ser acompanhado de perto.

Momento do Mercado

O suporte dos 53 mil pontos foi respeitado, levando o mercado a operar numa congestão entre 52,8 (suporte) e 54,3 (resistência) mil pontos. O rompimento dessa congestão deve produzir  um forte rali para um dos lados.

Caso os preços sejam negociados abaixo dos 52 mil pontos, o movimento de queda pode ganhar força, tendo como guia a LTB (ver gráfico).

Caso a resistência dos 54,3 seja rompida, o Ibovespa volta  a ficar positivo, podendo levar os preços para a primeira resistência nos 55 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Planejamento Financeiro e aposentadoria.

Na sociedade capitalista temos duas possibilidades de fazer renda. A primeira delas vem da nossa força e capacidade de trabalho, a segunda vem do patrimônio que conseguimos juntar ao longo do tempo, ou seja, trata-se do potencial do dinheiro de gerar mais dinheiro.

No momento da aposentadoria nossa força de trabalho tende a diminuir drasticamente. Para piorar a situação, com a evolução da pirâmide etária, no futuro, a expectativa é que a remuneração previdenciária seja cada vez menor. Com isso, quem ficar contando com recursos  do INSS para garantir um futuro tranquilo, provavelmente vai ficar em maus lençóis.

A única saída para essa encruzilhada é educação financeira, que deve priorizar a construção de uma poupança e geração de um patrimônio que irão garantir uma renda satisfatória no futuro.

Segue link do vídeo que trata das mudanças previdenciárias vetadas pelo Governo.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

 


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Panorama do Mercado – Mais do mesmo

Depois de um semana bastante volátil, onde o Ibovespa chegou a apresentar um forte movimento de alta na quarta-feira, a cautela voltou a tomar conta, devolvendo parte dos ganhos e fazendo com que o principal indicador da bolsa brasileira terminasse o período com valorização de 0,71%.

No cenário externo, a crise da Grécia tem despertado a atenção do mercado. O FMI chegou a abandonar a rodada de negociações e o presidente do Eurogrupo disse que espera respostas sérias do país grego. Alguns analistas já estão especulando que um default está perto de ocorrer, o que pode trazer repercussões importantes para o mercado financeiro.

No Brasil, o rumor que o Ministro da Fazenda não tem em seu radar acabar com o Juros sobre o capital próprio e tributar os dividendos trouxe otimismo ao mercado acionário. A divulgação do IPCA mostrou que a inflação permanece alta, 8,47% em 12 meses. Por outro lado, na Ata da última reunião do Copom, o Banco Central sinalizou que vai manter o combate a inflação com “determinação e perseverança”, ou seja, a taxa Selic deve continuar aumentando.

Na semana que se inicia, teremos a reunião do FED nos EUA, o mercado está aguardando alguma sinalização da Autoridade Monetária. Além disso, será aguardada a decisão da Grécia sobre um acordo, ou a definição de um possível default.

 

Momento do Mercado

Mais do mesmo. O mercado continua operando no suporte dos 53 mil , caso ele não seja respeitado os preços devem buscar o segundo suporte logo abaixo nos 52 mil pontos. Esse é o principal ponto de decisão, e se for perdido vai frustrar a tendência de alta.

Caso os preços sejam negociados abaixo dos 52 mil pontos, o movimento de queda pode ganhar força, tendo como guia a LTB (ver gráfico).

Caso o patamar de suporte seja confirmado, os preços devem subir rapidamente em busca da primeira resistência nos 55 mil pontos. O rompimento desse patamar trará o Ibovespa novamente para um cenário positivo.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado РMomento de deciṣo

Depois de começar a semana em alta, a cautela voltou a tomar conta do mercado, os vendedores entraram em ação devolvendo a maior parte dos ganhos, levando o Ibovespa a terminar o período em leve valorização de 0,40%.

No Brasil, o Copom elevou a taxa Selic em 0,5% a 13,75% ao ano, no comunicado a Autoridade monetária deixou a porta aberta para novos aumentos. Alguns analistas já começaram a projetar que o taxa básica de juros pode terminar o ano em 14,5%. No cenário corporativo, a Petrobras conseguiu emitir 2,5 bilhões em títulos de dívida com vencimento em 100 anos. A notícia foi bem recebida pelo mercado.

Na Europa, a Grécia atrasou uma parcela de $ 240 bilhões de euros da dívida junto a Governos da Zona do Euro e o FMI, a situação ficou tensa e o desenrolar das negociações deve avançar para as próximas semanas.  Nos EUA, a divulgação do relatório de emprego sinalizou que a economia pode estar forte, o que elevou a expectativa para a elevação do juros em ainda em junho.

Na semana que se inicia, os investidores devem estar atentos a ata do Copom no Brasil e ao desenrolar da “nova” crise da Grécia.

Momento do Mercado

O Ibovespa está tentando montar um suporte no patamar de 53 mil (ver ponto 1 no gráfico), mas caso ele não seja respeitado os preços devem buscar o segundo suporte logo abaixo nos 52 mil pontos (ver ponto 2 no gráfico). Esse é um ponto de decisão e se for perdido vai frustrar a tendência de alta.

Caso os preços sejam negociados abaixo dos 52 mil pontos, o movimento de queda pode ganhar força, tendo como guia a LTB (ver gráfico).

Caso o patamar de suporte seja confirmado, os preços devem subir rapidamente em busca da primeira resistência nos 55 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado РPonto de deciṣo

Tivemos uma semana de forte queda para a bolsa brasileira, o pessimismo tomou conta do mercado levando o Ibovespa a terminar o período em desvalorização de -2,97%. No mês de maio o movimento também foi negativo (realização de -6,17%) prevalecendo a máxima: “Sell in May And Go Away”.

No Brasil, a divulgação do PIB mostrou que a economia teve retração de -1,6% no primeiro trimestre de 2015, comparada ao ano anterior. O dado negativo confirmou a fraqueza da nossa economia. Além disso, o Banco Central aumentou a alíquota sobre o compulsório de 20% para 25%, prejudicando o desempenho das ações do setor bancário. O dólar continuou a trajetória de alta e terminou a semana cotado a R$ 3,19.

Nos EUA, a divulgação do PIB também mostrou que a maior economia do mundo apresentou retração em relação ao ano anterior, a queda foi de 0,7%. Na Europa, a situação da Grécia continua em destaque, a possibilidade de saída do país grego da Zona do Euro tem representado um ponto de tensão para o mercado.

Na semana que se inicia, na Europa, teremos divulgação do PIB e dados de inflação. No Brasil, a semana será mais curta em função do feriado de Corpus Christi na quinta-feira.

Movimentação do Mercado

O movimento de queda continuou forte levando o Ibovespa a perder o suporte de 53,5 mil pontos. Ao que tudo indica, a correção deve continuar até o próximo suporte nos 52 mil. Vale ressaltar, que apesar da realização, a expectativa de retomada ainda existe e só será desfeita com a perda do suporte de 52 mil. Esse é o patamar que merece bastante atenção.

Vale a pena ficar atento as oportunidades que podem aparecer próximas ao suporte de 52 mil pontos.

Caso o suporte dos 52 mil pontos seja perdido, a queda pode acelerar.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado РResist̻ncia Confirmada

Tivemos uma semana muito negativa para a bolsa brasileira, depois de quatro pregões em queda, o Ibovespa encerrou o período em forte desvalorização de -5,02%.

No Brasil, o Governo anunciou um contingenciamento do orçamento de R$ 69,9 bilhões. O próprio Governo também já estimou uma contração de -1,2% do PIB em 2015, ante expectativa anterior de -0,9%. Além disso, o aumento da Contribuição sobre o Lucro Líquido, trouxe um impacto negativo nas ações dos bancos (ITUB4 E BBDC4). Por fim, a expectativa que o Ministro Levy anuncie o fim do Juros Sobre o Capital próprio, prejudicou o desempenho de empresas que tem utilizado essa modalidade de remuneração dos acionistas (ABEV3).

Nos EUA, a divulgação da Ata do FED reduziu a probabilidade de aumento do juros na próxima reunião da autoridade monetária, em junho. Com isso, o dólar voltou a subir e terminou a semana cotado a R$ 3,10. Na Europa, a divulgação do PIB da Alemanha, mostrou que a maior economia da Zona do Euro cresceu 1% no primeiro trimestre de 2015.

Na última semana do mês de maio, no Brasil os destaques serão: o andamento do ajuste fiscal em tramitação no Congresso, a divulgação do PIB do primeiro trimestre e a divulgação do resultado primário do Governo. Nos EUA, teremos a divulgação da segunda prévia do PIB.

O que Fazer

Conforme antecipamos no Panorama de 08 de maio, a resistência dos 57,5 mil pontos mostrou força, levando o Ibovespa a realização. Nesse momento, os preços tem como suporte o patamar de 53,5 e 52 mil pontos. Apesar da queda, o cenário ainda é positivo e só deve mudar de direção com a perda dos 52 mil pontos.

Quem está líquido deve ficar atento aos sinais de entrada nos suportes citados acima, que podem aparecer nos próximos pregões.

Quem está comprado, o Stop deve ser acionado na perda dos 54 mil pontos.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Lucros e Dividendos

Trimestralmente as companhias de capital aberto tem a obrigação de divulgar seus resultados para os investidores e interessados. Um indicadores acompanhado de perto pelos investidores é o Lucro Líquido.

É a partir do Lucro que a companhia define o valor a ser pago aos seus acionistas através dos dividendos. No Brasil, a lei determina que pelo menos 25% do lucro seja distribuído, mas algumas empresas chegam a distribuir mais do que isso.

Os problemas econômicos tem feito com que o ano de 2015 seja desafiador para as empresas brasileiras. Dentre as 317 companhias que têm ações na Bolsa de Valores, no primeiro trimestre do ano o resultado foi 40% menor do que o que foi apresentado no primeiro trimestre de 2014. Enquanto no ano passado o lucro ficou em R$ 44 bilhões, nesse ano caiu para R$ 25,7 bilhões. Isso significa que os acionistas terão uma parcela menor de dividendos a receber.

Apesar desse cenário, vale destacar o desempenho positivo do setor bancário que conseguiu alcançar lucros maiores no primeiro trimestre deste ano, chegando a ter um crescimento superior a 40% nos lucros.

Esse resultado, mostra a importância do investidor avaliar com cautela suas aplicações e a necessidade de se movimentar na bolsa, em busca dos melhores resultados.

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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