Perco dinheiro na poupança?

Nessa semana um leitor nos perguntou se era possível perder dinheiro investindo na poupança. Nesse post responderemos seu questionamento.

Em primeiro lugar vale lembrar o histórico recente do Brasil, quando no Governo Collor as poupanças foram confiscadas. Esse é um fato difícil de se repetir, mas já comprova que mesmo o investimento, considerado mais seguro do país, apresenta um determinado nível de risco, sempre superior a “0″. Além disso, vale lembrar aos leitores de um tipo de perda mais comum, relacionada a esse tipo de aplicação. Trata-se do retorno real negativo. Vamos tentar explicar.

Retorno negativo da poupança

No primeiro semestre de 2014 a rentabilidade da poupança ficou menor que a inflação. Enquanto a caderneta rendeu 3,47% nos primeiros seis meses do ano, a inflação medida pelo IPCA foi de 3,75%. Dessa forma, o retorno real da poupança no período (descontada a inflação), ficou negativo de -0,26%.

O que isso significa?

Isso significa que uma aplicação de R$ 10 mil teria rendido R$ 10.347 reais em seis meses e o investidor iria observar que ganhou R$ 347 no semestre. Contudo, o objetivo da poupança é guardar no presente para poupar no futuro, para que isso aconteça a rentabilidade da aplicação deve ser maior que o aumento dos preços. Dessa forma, como a alta da inflação superou o retorno do investimento, significa dizer que o ganho obtido com a aplicação não é suficiente para comprar a mesma cesta de produtos disponível no início do ano. Ou seja, a análise aprofundada dos fatos nos leva a concluir que o esforço de poupar foi em vão e que o investidor perdeu poder de compra, já que com seu investimento não é mais possível comprar o que foi planejado no passado.

Como se defender dessa situação?

Para buscar ganhos mais atrativos é preciso ampliar o conhecimento do mercado financeiro. A capacidade de poupar é algo muito importante e deve ser valorizada, mas conhecer os produtos financeiros, para saber aonde colocar o dinheiro que foi guardado é essencial.

Além do Tesouro Direto, que comentamos constantemente nesse espaço, alguns produtos financeiros tem ampliado seu destaque entre os investidores, são eles: debêntures, CRI, Fidc, Fundos Imobiliários, Fundos de ações, ações. Cada um deles apresenta um nível diferenciado de risco retorno em relação aos demais. Cabe a cada investidor identificar o seu perfil, conhecer cada produto e montar uma cesta de investimentos que consiga equilibrar a equação Risco x Retorno, mas que garanta uma rentabilidade positiva para seu capital. Esse “trabalho” adicional é de suma importância e faz uma diferença enorme no longo prazo.


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Panorama do Mercado РMomento de deciṣo

Tivemos uma semana de euforia para a bolsa brasileira. Os compradores mostraram força e o Ibovespa terminou o período em alta de 4,06% e atingiu o maior patamar desde março de 2013.

No Brasil, o Boletim Focus mostrou que a projeção para inflação, em 2013, aumentou para 6,48%. Apesar disso, o Copom manteve a taxa de juros estável no patamar de 11 % ao ano. Ou seja, para Autoridade Monetária não será necessário novos aumentos nos juros para controlar a elevação dos preços. Resta saber se essa medida é eleitoreira ou tem algum fundamento econômico… Pela reação do mercado a divulgação da pesquisa do Datafolha, que passou a prever um empate técnico, caso haja segundo turno, fica evidente que a economia está sendo mal conduzida. Ainda no cenário local, a presidente Dilma anunciou a criação do “Banco dos Brics” – New Development Bank (NDB), a sede será na China, a primeira presidência da instituição será exercida pela Índia, o capital inicial é de US$ 50 bilhões. Trata-se de um passo simbólico e importante, mas com poderes ainda limitados na economia mundial.

Na China, a divulgação do PIB mostrou que a economia cresceu 7,5% no segundo trimestre, quando comparado ao ano anterior. Esse dado confirmou a força da economia asiática e trouxe ânimo ao mercado. Nos EUA,  a presidente do Federal Reserve afirmou que a recuperação econômica ainda não está concluída e, por esse motivo, o Banco Central americano pretende manter o apoio a economia para impulsionar o crescimento. Contudo, se as condições do mercado de trabalho continuarem melhorando, mais rápido do que o previsto, a autoridade monetária pode elevar a taxa de juros antes do projetado. As dúvidas sobre a economia americana, elevaram a volatilidade do dólar perante as principais moedas internacionais.

Na semana que se inicia, a temporada de resultados deve continuar movimento o mercado, mas os investidores parecem estar atentos mesmo é a corrida presidencial no Brasil. No cenário externo, o foco deve ser as repercusões da crise na Ucrania, após o atentado ao avião na região da fronteira com a Russia.

 

O que Fazer

Os preços continuaram em forte alta e alcançaram o objetivo dos 56,5 mil pontos, estabelecido no Panorama de 21/06/14. Pode-se observar, inclusive, que uma acumulação de longo prazo, iniciada em junho de 2013, está para ser rompida. Caso isso aconteça, a tendência de alta ganha mais força, podendo guiar o Ibovespa para os 59 mil pontos. Destaca-se, que o cenário positivo será mantido enquanto a LTA (Ver gráfico) continuar sendo respeitada.

Quem está comprado e realizou bons ganhos, está na hora de reduzir a posição e aguardar novas oportunidades.

Quem está líquido, pode acionar novas entradas, caso o rompimento dos 56,5 mil pontos seja confirmado. O objetivo vai estar nos 59 mil e o stop nos 54,5 mil pontos.

Quem está de fora, depois de sete anos em queda, o Ibovespa está próximo de confirmar um forte sinal de recuperação (o rompimento da acumulação que vem desde 2013).

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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A Selic ficou estável, e dai?

Na última quarta feira, o Banco Central manteve a taxa de Selic em 11% ao ano, o que isso significa?

A taxa de juros é um elemento central do sistema econômico e está relacionado a um dos principais recursos produtivos, o custo dinheiro. De uma forma simplificada, podemos dizer que quanto maior o juros, cresce a atratividade de aplicar o capital e ser remunerado pelo percentual da taxa vigente e diminui a atratividade de fazer investimentos produtivos: fábricas, comercio serviços.

E de que forma isso altera a vida do investidor?

Quem consegue poupar e guarda seus recursos para gastos futuros é um financiador do sistema financeiro, devendo com isso, seu dinheiro ser remunerado com uma taxa de juros. A aplicação mais comum no Brasil é a poupança. Mas, para os investidores que pesquisam um pouco mais é possível encontrar alternativas de investimentos diretamente atreladas a taxa Selic. Ou seja, quanto maior a taxa, maior o retorno da aplicação e vice versa.

O Título do Tesouro Direto que tem uma ligação direta com a variação do juros, sendo indexados a Selic é a LFT. O mesmo pode ser negociado diretamente no site do Tesouro Direto, vale a pena conhecer um pouco mais.  http://www.tesouro.fazenda.gov.br/conheca-o-tesouro-direto

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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Calculadora do Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um dos investimentos mais seguros do país que tem sua rentabilidade atrelada a taxa Selic.

Vale destacar que apesar do risco baixo, o retorno apresentado pelos títulos é superior a tradicional caderneta de poupança. Por isso, normalmente ressaltamos os benefícios desse tipo de aplicação.

Para facilitar o trabalhos dos investidores que já tem os Títulos do Tesouro, ou que desejam investir nessa alternativa, o próprio site do Tesouro oferece uma calculadora de investimento que permite ao usuário calcular, ou simular a rentabilidade real dos títulos. http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/calculadora/calculadora.aspx

Vale a pena conferir!

Bons Investimentos,

Lucas Leal

 

 


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Situação economica atual

Na semana passada a Agência de classificação de risco Fitch manteve estável o rating do Brasil, alegando que o tamanho da economia nacional tem boa capacidade de absorção de choques. Contudo, a agência sinalizou três problemas estruturais que podem levar a um rebaixamento futuro, são eles:

a)      a deterioração fiscal (o Governo está gastando mais do que a arrecada)

b)      o baixo crescimento econômico

c)       a inflação elevada

Esses problemas tem feito parte do Governo Dilma, desde seu início, e o mercado não tem visto ações concretas e reais para melhorar a situação. O que se vê são formulas milagrosas, através de artimanhas fiscais e uso de estatais para disfarçar o problema e manter a situação do mesmo modo.

É interessante destacar que o Governo Lula, apesar de ser do mesmo partido político da atual presidenta, conseguiu bons resultados econômicos exatamente por manter três importantes pilares da economia: a autonomia do Banco Central, o combate rigoroso a inflação e a responsabilidade fiscal (ao cumprir sucessivamente as metas de superávit primário).

Para o país consiga voltar a crescer será  necessário realizar ajustes e voltar a seguir a cartilha econômica básica, que foi construída desde o Governo de FHC e saiu dos trilhos nos últimos quatro anos. Diante disso, o mercado já espera do próximo governante ações duras, que voltem a colocar o trem no trilho. Porém as ações da atual presidente não sinalizam que ela vai seguir tal caminho. Por isso, que os investidores estão tão eufóricos com a possibilidade de mudança presidencial e o mercado tem ficado tão volátil na divulgação das pesquisas eleitorais.

Enquanto as eleições não chegam e o futuro ainda está incerto, resta aos investidores acompanhar o desenrolar dos fatos e navegar na montanha russa do mercado!

Bons Investimentos,

Lucas Leal


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É Hora de investir!

Os dados do Banco Central mostraram que a captação líquida da poupança nos primeiro semestre desse ano foi de R$ 9.614 bilhões, no mesmo período de 2013, a captação da poupança foi de R$ 28,2 bilhões.

Parte desse recurso deve ter migrado para aplicações atreladas a SELIC que paga em torno de 11% ao ano, frente aos 6,17% da poupança. Contudo, o mercado de ações parece que continua longe do investidor brasileiro, nos últimos 13 meses 72,9 mil investidores se retiraram da Bmf&Bovespa.

O pior é que essa retirada aconteceu quando o Ibovespa (principal indicador acionário brasileiro) apresenta queda em torno de 26% em relação a máxima histórica, alcançada em 2008. Essa postura mostra que o pequeno investidor ainda desconhece as alternativas de investimento no Brasil e que a maior parte continua fazendo suas aplicações sem o conhecimento devido.

Reforço essa ideia, pois a sabedoria popular fala que a hora de entrar na bolsa é quando ela está em baixa, exatamente o momento que estamos vivendo agora. Todavia, nessa que pode ser considerado a melhor hora para montar uma carteira de ações e entrar no mercado, a fuga de investidores da bolsa se amplia!!

Quem está saindo agora certamente vai realizar o prejuízo e perder o que a de melhor que estar por vir! Quem está de fora, melhor do que ficar olhando é começar a entender sobre investimentos para começar a planejar suas aplicações…

Bons Investimentos,

Lucas Leal

 


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Panorama do Mercado – Ainda em alta

Depois de começar a semana em queda, os compradores entraram em ação e o Ibovespa terminou o período em alta de +1,35%.

No Brasil, o IPCA de junho veio ligeiramente acima do esperado ao atingir 6,52% nos últimos doze meses, o resultado fico acima do teto da meta. Ainda assim, a Fitch reafirmou o rating soberano do país em “BBB” com perspectiva “estável”. A manutenção do rating foi positivo, mas a situação econômica continua difícil. O fim da Copa do Mundo deve fazer com que os holofotes voltem a dar destaque ao cenário político econômico.

Na Europa, a divulgação de indicadores sinalizaram que a recuperação econômica está perdendo força, além disso, a preocupação com a saúde financeira do banco Português, Espirito Santo, assustou os investidores. Nos EUA, a Ata do FED sinalizou que o programa de estímulos a economia deve terminar em outubro e mostrou que a Autoridade Monetária está próxima de um acordo sobre um plano para gerenciar a alta do juros.

A semana que se inicia promete ser movimentada com divulgação de novas pesquisas eleitorais, reunião do Copom e divulgação de resultados no Brasil. No cenário internacional, a divulgação do PIB da China é destaque.

 

O que Fazer

Mais uma vez os preços testaram a LTA e a mesma se manteve firme, reafirmando a manutenção da tendência de alta.  O próximo objetivo continua na resistência dos 56,5 mil pontos e o stop pode ser mantido nos 52,5 mil.

Quem está comprado deve segurar firme em busca do objetivo dos 56,5 mil pontos. O stop deve estar nos 52,5 mil.

Quem está de fora, o mercado deve continuar apresentando bons trades. Vale ficar atento as Small Caps que estão sendo negociadas isentas do IR. Os códigos das ações são: AGRO3, CRDE3, GSHP3, HRTP3, NUTR3, RNAR3, SNSL3.

Bons Investimentos,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do mercado – Rumo ao objetivo

Tivemos uma semana de recuperação para a bolsa brasileira que terminou o período em alta de +1,69%.

Nos EUA, foram divulgados dados positivos referente ao mercado de trabalho. Além disso, a fala da presidente do FED, Janet Yellen, animou os investidores, ao sinalizar que a taxa juros deve permanecer inalterada.

No Brasil, apesar da melhora da presidente Dilma na pesquisa do Datafolha, o mercado manteve a trajetória positiva acompanhando as bolsas internacionais.

A semana que se inicia será mais curta, na terça-feira teremos o jogo da Seleção e na quarta-feira será feriado em São Paulo. Nos EUA, teremos a divulgação da ata da última reunião do FED.

O que Fazer

Os preços sustentaram na LTA e tem como próximo objetivo a resistência dos 56,5 mil pontos, o stop pode subir um pouco e ficar nos 52,5 mil.

Quem está comprado deve segurar firme em busca do objetivo dos 56,5 mil pontos. O stop deve estar nos 52,5 mil.

Quem está de fora, a semana deve apresentar bons trades.

Bons Investimentos e fé na Seleção,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do Mercado – Na Lta

Tivemos uma semana de queda para a bolsa brasileira. Os vendedores entraram em ação e o Ibovespa terminou o período com desvalorização de -2,71%. Apesar disso, o mês de junho que termina na segunda-feira deve ser de recuperação.

No Brasil, o Banco Central, no seu relatório trimestral, reduziu a estimativa de crescimento do PIB para 1,4% e passou a projetar a inflação de 6,4%, ambos em 2014. Ou seja, o cenário de inflação alta e crescimento baixo continua. Além disso, o Governo divulgou o pior resultado primário da história para maio. O déficit primário foi de R$ 10,5 bilhões. Para minimizar o problema, o Governo deve voltar a usar a Petrobras. A petrolífera deve antecipar aos cofres públicos em torno de R$ 15 bilhões para ter o direito de realizar prospecção futura em áreas remanescente do pré sal. Dessa forma, a contabilidade criativa contribui com a melhora das contas públicas e a maior empresa brasileira continua sofrendo com a intervenção estatal.

Nos EUA, o representante do FED James Bullard voltou a afirmar que o programa de estímulos a economia deve chegar ao fim em outubro deste ano. Na Europa, a crise no Iraque ampliou o risco de elevação do preço do Petróleo. Esses dados foram mal recebidos pelo mercado fazendo com que as principais bolsas internacionais terminassem o período em queda.

Para a semana que se inicia, no cenário externo, teremos o discurso da presidente do FED, Janet Yellen e a reunião do Banco Central Europeu. No Brasil, o mercado aguarda a nova pesquisa eleitoral que será divulgada pelo Datafolha.

 

O que Fazer

O movimento de alta perdeu força e os preços retornaram para a LTA (ver gráfico). Para que a tendência continue é fundamental que esse patamar seja respeitado. Contudo, caso a realização permaneça, os preços devem voltar para o suporte de 51 mil pontos.

Quem está comprado o STOP deveria ter sido acionado nos 53,5 mil pontos.

Quem está líquido pode arriscar um trade na LTA com o objetivo nos 56,5 mil pontos e Stop nos 52 mil.

Bons Investimentos e Bom São João,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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Panorama do mercado – Tendência mantida‏

Tivemos uma semana de baixa para a bolsa brasileira. Depois de bastante volatilidade o Ibovespa terminou o período com desvalorização de -0,31%.

Nos EUA, a reunião do FED manteve a política de redução gradual de estímulo a economia, as injeções mensais caíram para U$ 35 bilhões. Ao que parece, para a Autoridade Monetária, o risco de inflação ainda está controlado, o que sugere que a política monetária não deve ser der alterada no curto prazo. Além disso, a Presidente da entidade Janet Yellen, disse aos jornalistas que não há “fórmula mágica” para quando o Fed aumentará a taxa básica de juros, sugerindo que isso deve acontecer somente em meados de 2015. Os investidores reagiram positivamente e as bolsa americanas fizeram novo recorde de pontuação.

No Brasil, o foco dos mercado permanece na sucessão eleitoral. Ao que parece, os investidores estão mais preocupados com as perspectivas internas para 2015 do que com a situação internacional favorável. Dessa forma, a bolsa continua a oscilar a cada nova pesquisa eleitoral.

Na semana que se inicia, teremos jogo do Brasil na segunda, o que fará a bolsa operar em horário reduzido com fechamento previsto para 14:30h. Acreditamos na classificação brasileira, mas um revez antecipado da Seleção pode trazer um novo mal estar ao Governo Dilma. Nos EUA, serão apresentados os dados do PIB do primeiro semestre do ano.

 

 

O que Fazer

Os preços chegaram no primeiro objetivo dos 54,5 mil pontos e conseguiram romper esse patamar. A trajetória de alta continua guiando o Ibovespa e o novo objetivo está nos 56,5 mil pontos. A tendência de alta permanece no comando e será mantida enquanto a LTA (ver gráfico) for respeitada. Vale a pena ficar atento a esse novo objetivo, pois se o mesmo for rompido o cenário ficará ainda mais favorável.

Quem está comprado, pode elevar o Stop para os 53,5 mil pontos e segurar firme rumo ao objetivo dos 56,5 mil pontos.

Quem está de fora, enquanto a tendência de alta estiver no comando a melhor estratégia é caiu, compra!

Bons Investimentos e Bom São João,

Lucas Leal

lucas@officeinvestimentos.com.br


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