Desafio iBahia 2013: você está pronto para começar?

O Desafio iBahia voltou. E voltou com tudo e mais um pouco! Teremos, no dia 21 de julho, a terceira edição da Meia Maratona Caixa da Bahia, uma realização da Latin Sports em parceria com o jornal Correio*. Quem acompanha nosso blog há mais tempo lembra que, em 2012, tivemos a iniciativa de criar um desafio envolvendo duas equipes. Seus membros tinham a missão de se preparar durante três meses para a MMBA daquele ano. Passamos por testes, etapas e treinos de condicionamento e resistência física. Tudo para chegarmos no ponto no dia da prova.

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A boa notícia é vamos repetir a fórmula este ano. Só que com uns ajustes, para tornar o desafio muito melhor do que ele foi no passado. Teremos, mais uma vez, duas equipes, agora cada uma com três membros. O objetivo permanece: completar os 5km. Durante as semanas que temos pela frente para preparação as equipes vai contar com o suporte profissional dos professores da Triação Assessoria, clube de corrida, e dos professores e instalações da academia Bodytech, que fica no shopping Iguatemi.

A equipe Sprint é composta por Rafaela Zugaib, repórter do iBahia, Breno Silva, analista de inteligência de mercado do Correio*, e Marina, analista de marketing do Correio*.

Já a equipe Fly vai a campo com Kim Freitas, atendimento comercial do iBahia, Aline Pimentel, analista de inteligência de mercado da TV Bahia, e Carla Hilariao, analista de marketing do Correio*.

Nossos parceiros:

a Bodytech, que abre as portas de sua academia, no shopping Iguatemi. Uma estrutura e professores de primeira para atender aos membros da Sprint e da Fly. A Bodytech é a rede composta pelos maiores e mais completos centros de atividades físicas, esportes, bem-estar e lazer do país. Referência no ramo em que atua, a Bodytech trabalha com um moderno conceito de “wellness”, que busca promover a saúde física e mental de toda a família.

a Triação Assessoria Esportiva, clube de corrida parceiro do Desafio iBahia desde ano passado. Com todo o conhecimento e expertise dos professores, os membros têm tudo para chegar ao dia da Meia Maratona Caixa da Bahia pronto para voar.

a StudioFisio, clínica especializada em saúde, beleza e bem-estar. A StudioFisio (Rua das Hortênsias, 788, Itaigara, Salvador/BA) entra no Desafio iBahia prestando todo serviço de fisioterapia aos membros para uma melhor performance na Meia Maratona Caixa da Bahia.


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Resultado do Desafio iBahia de Surf; veja quem se deu bem


Mais um Desafio iBahia chegou ao fim. E que desafio. Aprender a surfar é uma experiência única e nosso trio de jornalistas já não forma um grupo de ‘haoles’. Rafael Sena, Hailton Andrade e Daniela Leone entraram na água no final de dezembro para colocar em prática tudo aquilo que aprenderam em cerca de um mês e meio de aulas com o mestre Armando Daltro e os instrutores Diego Kuhn e Deivson Souza. Cada um tinha uma meta, dois cumpriram e outro chegou quase lá.

Como de costume, todos levantaram cedo e às 6h já estavam na praia de Jaguaribe, em Salvador, para presenciar o nascer do sol e cair no mar. Daniela Leone levou até torcida organizada: a família. Hora de pegar as pranchas, passar parafina e ouvir as últimas instruções de Daltro. Empolgados como crianças, os repórteres partiram para o mar. Armando Daltro entrou na água para supervisionar as tarefas, enquando Diego Kuhn ficou na beira do mar para filmar tudo.

Daltro alertou: “o mar hoje não está bom”. As ondas estavam pequenas e o mar estava mexido. Mas logo na primeira tentativa Hailton dropou certo e só parou no raso. Foram 11 segundos em cima da prancha e meta cumprida. Só para recordar, o repórter de esportes do iBahia tinha que pegar uma onda sem auxílio do instrutor e permanecer por 10 segundos em pé na prancha. Foi por pouco, mas valeu.

CONHEÇA MAIS DA ESCOLA ARMANDO DALTRO DE SURF

Daí por diante Hailton só tinha que observar os colegas Rafael Sena e Daniela Leone. Perturbar ou dar apoio moral? Ele se dividiu. O fato dele ter conseguido cumprir o objetivo traçado logo de primeira mexeu com os outros participantes do Desafio iBahia de Surf. Após grande evolução na última semana de aulas, Rafael vinha se superando e dava pinta de que poderia ter cumprir a meta. Pegou uma onda com ajuda de Daltro, como permitia sua tarefa, mas o mar não ajudou e ele só ficou 8 segundos em cima da prancha. O objetivo era ficar 10. Ciente das dificuldades do dia, Daltro reconheceu que Rafael merecia os parabéns.

Já Daniela é insistente. O tempo passava, Hailton e Rafael já estavam fora da água, mas ela só iria sair dali quando cumprisse o que lhe foi demandada. A musa do desafio tinha que pegar uma onda por 10 segundos de backside (de costas para onda) ou de frontside (de frente para onda). O mar realmente prejudicou, mas Armando Daltro havia alertado antes dela entrar na água: “troque a prancha por uma maior”. Ela só decidiu por isso no final do desafio e na saideira conseguiu completar o desafio. Alegria nas areias de Jaguaribe. Três novos surfistas estão na área.

Assista ao vídeo da decisão


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Então diga que valeu!!

O Desafio iBahia deu uma parada, mas está de volta. Só que ele já está chegando ao fim. No próximo post vamos apresentar o resultado desta “batalha”. Será que Rafael Sena, Daniela Leone e Hailton Andrade atingiram os seus objetivos?  Até o anúncio vamos deixar vocês com um pouco do que foi o Desafio iBahia – o surf. Nossos agradecimentos a Armando Daltro, mega campeão e hoje dono da escolinha que comprou a nossa ideia. Valeu, Mandinho! Tamo junto! E agradecimento também a você que nos acompanhou até agora. Aquele abraço!


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Desafio de Surf em imagens

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Armando Daltro fala sobre Desafio iBahia e convida você para surfar


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O mestre

Hailton Andrade (@hailton)

O Desafio iBahia de Surf está quase chegando ao fim, mas isso não quer dizer que nós participantes, ou você que acompanha nossa jornada, vai deixar o esporte pra lá depois de tudo isso. A experiência deixa marcas e algo que a gente vai levar pro resto da vida é o fato de ter pegado as primeiras ondas com os ensinos do mestre Armando Daltro e sua equipe - os instrutores Diego Kuhn e Deivson Souza, que também nos acompanham, manjam muito.

Baiano e campeão do mundo, Daltro rodou os principais picos do planeta e competiu com alguns dos maiores de todos os tempos, como o americano Kelly Slater.  Filho do ex-jogador Armandinho, campeão baiano pelo Leônico em 1966, quase entrou no mundo do futebol, mas trocou a bola pela prancha. Nascido no dia quatro de agosto de 1974, Mandinho, como é conhecido, tem 39 anos e atualmente preside a Federação Baiana de Surf. Em entrevista para o blog, ele fala sobre a carreira, surf atual e reverencia o esporte.

Quando o surf surgiu na sua vida?

Foi em 1984, quando fui morar no bairro de Piatã. Comecei a frequentar bastante a praia pra jogar bola, daí olhar para as ondas e ter vontade de surfar foi inevitável. As primeiras ondas foram numa prancha emprestada de um amigo, depois ganhei uma novinha, só que de isopor, eu achava o máximo aos 11 anos de idade.

Mas antes da prancha, a bola de futebol esteve no seu caminho. Chegou a pensar em seguir a carreira do seu pai?

Então, eu era bom de bola e fominha, jogava bola na escola, na rua onde morava, na praia, disputava os torneios da escola, acho que estava no caminho, mas daí apareceu a tal da prancha e esqueci a redonda. Não tive a oportunidade de ver meu pai jogar oficialmente, eu era muito novo quando ele parou, na época dele jogador não tinha o valor de hoje, caso contrário, com certeza teria incentivado mais.

Quando decidiu que seria surfista profissional?

Aos 18 anos, finalizando o 2º grau, consegui ser campeão Nordestino Profissional ainda sem me dedicar 100% aos treinamentos. Consegui um patrocínio para correr o Brasileiro no ano seguinte, então decidi que iria tentar a carreira de atleta e deu certo.

As remadas até o estrelato no surf mundial foram planejadas? Você sempre pensou que poderia chegar onde chegou?

Sim, iniciei nos eventos profissionais estaduais e regionais, depois fui ao Circuito Brasileiro, depois ao mundial da 2º Divisão até alcançar o WCT (1º divisão), atual WT. Confesso que não, apesar da minha dedicação, amor e profissionalismo com que eu encarava o esporte eu sabia que teria chances, mas tinha uma auto-avaliação que me dizia que eu não era tão bom quanto alguns caras que estavam no mundial.

O que foi mais difícil em toda a jornada como surfista profissional?

Acho que a falta de espaço para divulgar o trabalho na imprensa e, por consequência, a falta de investimento de patrocinadores.

O que foi mais positivo?

Claro que ter conhecido quase o mundo todo. Países, cidades, praias, pessoas diferentes, culturas diferentes, impagável!

Já se passaram pouco mais de dez anos desde a conquista do WQS. O que te vem à cabeça quando tocam no assunto?

Orgulhoso, realizado e agradecido pela oportunidade de ter tido esse privilégio.

Quais foram os caras mais feras que competiram com você?

Kelly Slater, Andy Irons, Rob Machado, Fabio Gouveia, Victor Ribas, Sunny Garcia, Taj Burrow, Joel Parkinson, Mick Fanning, Mark Occy, entre outros.

Você já bateu Kelly Slater. Conta como foi vencer o cara que é tido como uma lenda do surf.

Califórnia, etapa do WCT (1º divisão) em Trestles, 1º fase do evento e minha bateria era eu, o atual campeão Mundial CJ Hoobgood (americano) e Kelly Slater (americano). Estava confiante e surfando bem nas condições do dia, ondas de um metro abrindo para os dois lados, eu e Kelly estávamos nos alternando na 1ª posição. Faltando pouco mais de um minuto, ele remou para o fundo e precisava de uma onda regular para virar a bateria a favor dele, ele tinha a opção da onda e escolheu ir para a direita e deixou que eu fosse para a esquerda. Ele fez um pouco mais do que preisava para virar a bateria a seu favor, mas na mesma onda eu troquei minha pior nota e ampliei a vantagem, voltando ao 1º lugar e vencendo os dois na casa deles. Foi como se tivesse vencido o evento, comemorei muito e fui bastante aplaudido pelo público local.

Atualmente, quem é pra você “O Cara” no esporte?

Citaria dois: Kelly Slater e Gabriel Medina.

Qual foi o melhor pico onde você já surfou?

G-Land, na Indonésia.

Quando veio a decisão de abandonar as competições?

Foi em 2007. Perdi minha vaga no WCT em 2005, depois tive que fazer uma cirurgia no ombro direito e fiquei seis meses parado. Quando retornei em 2006 tive dificuldade em conseguir voltar ao topo do ranking da 2º divisão mundial e não dava mais para continuar bancando os custos das viagens sem um bom patrocinador.

E a decisão de se tornar dirigente do esporte.

Fui incentivado por amigos e tomei a decisão em 2010. Quero buscar espaço para a modalidade, fomentar a prática do surf em todas as classes sociais e, principalmente, formar futuros campeões.

Quais são as principais dificuldades?

Patrocínio, espaço na mídia e políticas públicas acessíveis.

Há tempos a Bahia não tem um cara entre os tops do surf mundial, disputando WQS, WCT… Quem você acha, entre os caras da nova geração, que pode chegar lá?

Acredito, na atual geração, em Marco Fernandez, Rudá Carvalho, Bernardo Lopes e Bruno Galini. E, para daqui a uns quatro anos, Wallace Junior, de Ilhéus.

Qual a melhor coisa que o surf te deu?

As ondas.

Como você o definiria em uma palavra.

Emocionante.

SURFBAHIA: DALTRO FAZ BALANÇO SOBRE  GESTÃO NA FBSURF


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Acordar, levantar e surfar

Hailton Andrade (@hailton)

Não há nada melhor para despertar do que um caída no mar. Levantar cedo é difícil para mim, mas é só entrar na água para desistir do sono e acordar de vez. Isso é vida e a minha melhorou bastante do começo de novembro para cá. Pelo menos duas vezes por semana o Desafio iBahia de Surf me faz pisar na areia logo cedo e mergulhar nas águas de Jaguaribe. Isso por volta das 6h da matina. Hoje eu durmo menos e tenho a sensação de que aproveito mais o dia.

Deslizar nas ondas sempre foi um sonho. Aos nove anos ganhei uma prancha de isopor dos meus pais, mas não tinha ninguém que pudesse me encaminhar para o surf. Acabei usando ela como boia, nada mais. Até procurei uma foto minha com a antiga prancha nos arquivos lá de casa, viajei por toda minha vida, mas acabei apenas com uma alergia por conta de tanta poeira. Valeu a pena mesmo assim.

Bom, esse ano eu decidi que iria surfar. Iria comprar uma prancha e me jogar no mar com alguns amigos que se arriscam há algum tempo nos mares da costa de Camaçari, minha cidade natal. Estava decidido mesmo. Acabou que surgiu a ideia do Desafio iBahia e eu topei participar. O que parecia ser bom, ficou melhor ainda. Aprender com o campeão mundial Armando Daltro é algo que marca. A escolinha dele, nossa parceira nessa empreitada iniciada em novembro, é boa pra caramba. Assim como o mestre, os instrutores são feras e ajudam bastante.

Meu desafio pessoal é pegar uma onda e permenecer em pé na prancha por dez segundos. Já consegui em algumas aulas. Porém, ainda não domino a prancha e tenho perdido algumas sequências de ondas. Sinto a cada dia que estou melhorando e prometo que ao fim de tudo isso vou garantir minha prancha para surfar, ao menos, uma vez por semana. Recentemente até diminui o tamanho dela, de 8′ (oito pés) para uma 7’4″ (sete pés e quatro polegadas) com revestimento de borracha.

Espero sair do Desafio iBahia de Surf com habilidade para comprar uma menor, pois desejo ousar nas ondas e fazer mais do que apenas deslizar. Tô numa vibe daquelas, em alguns meses acho que estarei arriscando algumas manobras por aí. Flutuar no mar é bom demais. O desafio já valeu, tá valendo muito. Tem gente dizendo que o mundo vai acabar este mês, né?! Não boto fé nisso, mas se acontecer, posso dizer que antes disso aprendi a surfar.

Nascer do sol em Jaguaribe, nossa sala de aula. Foto de Armando Daltro


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Brinquedinho novo!

Daniela Leone (@daniela_leone)

Dani posou sorrindo, mas o cabelo cobriu o rosto

Não dá pra ver, mas quando eu posei para foto ao lado estava feliz da vida. Igualzinha a uma criança quando ganha um brinquedo novo… Com o passar das aulas, meu surf evoluiu e o campeão Armando Daltro decidiu que estava na hora de eu mudar de prancha. Troquei a 7’4″ (sete pés e quatro polegadas) com revestimento de borracha para a 6’8″ (seis pés e oito polegadas) de fibra.

“Como você já estava começando a pegar bastante ondas no outside (zona do mar por trás da arrebentação das ondas), a prancha de fibra ajuda a evoluir e a tentar as primeiras manobras. As pranchas de fibra têm mais dirigibilidade, por elas terem uma quilha mais rígida, por serem menos flexíveis que as de borracha. Para um aluno que já esta dropando (descendo a onda) no outside, facilita fazer curvas, virar a prancha, é mais fácil do que a de borracha”, explicou Armando Daltro.

Me amarrei na nova prancha, pois realmente consigo ter um maior controle dos movimentos com ela. Mas foi de extrema importância começar com uma prancha de borracha. Um dos meus obstáculos nesse desafio é deixar pra trás o medo que tenho de me machucar, afinal, surf é um esporte radical. As aulas com prancha de borracha me deixaram mais segura para enfrentar esse medo.

Dani começou o desafio com prancha de borracha

A escola de surf de Armando Daltro tem 10 pranchas com revestimento de borracha. “O primeiro fator que me levou a introduzir esse tipo de equipamento na escolinha foi com certeza a segurança. A prancha de borracha não apresenta quase nenhum risco a quem está iniciando, se ela vier a se chocar contra o corpo do aprendiz, não vai causar corte. Além disso, como ela tem mais flutuação que uma prancha de fibra, facilita muito o aprendizado na beirinha. O aprendiz consegue entrar na onda muito fácil”, pontua Armando Daltro.


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Dani, a fominha!

Daniela Leone (@daniela_leone)

Basta entrar no mar pra esquecer o mundo… Os problemas, os horários, as reuniões agendadas… Tudo fica na areia. Parece haver um mundo paralelo. Quem surfa sabe disso. A água gelada na cara acorda o corpo e gera energia. A espera pela série de ondas tranquiliza a mente. A emoção de deslizar em cima da prancha provoca uma adrenalina sem igual.

Surfar tem me feito tão bem que eu tô deliciosamente viciada no esporte. Se pudesse, todos os dias dava uma chegada na praia pra pegar onda. E olha que eu ainda passo mais tempo remando do que pegando onda de verdade (rsrs)… Depois de muito tempo, tive um final de semana inteirinho de folga. Que maravilha que é ter o sábado e domingo pra descansar. O meu descanso foi dentro d’água.

Fome total. Fiz duas aulas extras na escolinha do campeão Armando Daltro, em Jaguaribe. Eu comecei o sábado e domingo no mar. Com a orientação do instrutor Diego Kuhn, peguei minha primeira onda de back side (quando o surfista pega a onda posicionando-se de costas pra ela). Uma “direitinha” qualidade pra me deixar com um sorriso largo. Foi a melhor onda que peguei. O mar estava mexido e a condição das ondas não era das melhores. Legal também foi ver meu parceiro Hailton colar comigo no sábado e pegar uma onda sozinho até a beira. Tá todo mundo na fome!! Por falar em fome… e Rafa?? Ficou dormindo… Acorda, Rafa!!!


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Provocação

Hailton Andrade (@hailton)

Cada um tem uma meta no Desafio iBahia de Surf, mas a gente não deixa de provocar um ao outro antes, durante e depois das aulas. Aqui nos corredores da Rede Bahia, Daniela Leone, Rafael Sena e eu não perdemos a oportunidade de falar sobre o assunto. Resolvi então juntar meus conhecimentos sobre photoshop, pedi a ajuda do designer Chico Sepulveda, escolhi uma foto que me favorecia e fiz a sacanagem que você verá a seguir. Larguei até um balão pro mestre Armando Daltro, que está fazendo a gente evoluir a cada aula ao lado dos instrutores Diego Kuhn e Deivson Souza. Dá um saque na charge!


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