√ćm√£s para organizar suas bebidas na geladeira

A primeira impress√£o √© de que a ideia vai agradar mais aos homens, mas √© s√≥ porque a primeira foto √© de garrafas de cerveja, continue acionando a barra de rolagem. A verdade √© que o projeto √© uma solu√ß√£o bem interessante para manter bebidas na geladeira de forma democr√°tica, ocupando o m√≠nimo de espa√ßo poss√≠vel, independente do que seja: cerveja, suco, caf√© gelado ou refrigerante (promete funcionar tamb√©m com latas). Quanto mais compacta for a embalagem da bebida, mais bacana se torna a ideia. A inten√ß√£o √© dividir espa√ßo com alimentos colocados abaixo das embalagens que n√£o teriam nenhuma chance se elas n√£o estivessem suspensas. O projeto ‘bacanudo’ √© do designer¬†Brian Conti.

Mais detalhes do projeto AQUI.


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Alguns projetos de design s√£o bons, mas n√£o para a nossa realidade

Quando vi este projeto fiquei imaginando sua aplica√ß√£o pr√°tica em nossas vidas di√°rias… e verdadeiramente, n√£o consegui.

Gosto do conceito de reciclagem e mobilidade que induz o projeto, mas n√£o dele como um todo, at√© porque rapidamente percebemos que n√£o foi pensado para uma realidade brasileira. E vou expor minhas raz√Ķes em forma de perguntas para voc√™s refletirem e quem sabe at√© me convencerem do contr√°rio (sempre aberta a discuss√Ķes inteligentes, claro).

Pra come√ßar, trabalhar em p√© lhe parece confort√°vel? (porque em meio √† natureza como mostra o v√≠deo acho dif√≠cil conseguir uma cadeira); Eu que sou fresca ou carregar um objeto t√£o grande pelas ruas parece meio esquisito e pouco pr√°tico? (principalmente para quem precisa se locomover atrav√©s de transporte p√ļblico, e no caso das mulheres ainda tem a bolsa…); Na nossa conjuntura atual de seguran√ßa p√ļblica lhe parece natural montar uma mesa no meio da rua, colocar seu iMac em cima e falar no celular enquanto trabalha?

Como o projeto n√£o √© de um designer brasileiro, imagino que a maioria destas quest√Ķes n√£o foram pensadas. √ďbvio que em diversos pa√≠ses os h√°bitos e costumes s√£o bem diferentes, a come√ßar pela mobilidade urbana de uma cidade grande e uma pequena, da cultura local, da seguran√ßa, enfim…. Mas mesmo que todos estes aspectos fossem ignorados e inocentemente ach√°ssemos que poder√≠amos sair por a√≠ tranquilos com uma “super pasta/mesa” a tiracolo, ainda assim, acharia bem estranho carregar esta enorme esta√ß√£o de trabalho pelas ruas, e isso, em qualquer cidade do mundo.

Este post reflexivo surgiu a partir de uma sugest√£o do leitor Eric Belinelli. (Valeu Eric)


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Pequeno descanso

Queridos leitores,

Estarei fora por 10 dias descansando e renovando as energias para voltar cheia de saudades e novidades.

Beijos e não quero saber de vocês em outros blogs, combinado?



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Mulheres transformam embalagens de sal em ecobags

Nos dias de hoje uma mentalidade sustent√°vel √© condi√ß√£o de sobreviv√™ncia para qualquer ind√ļstria ou empresa que se preze. Uma preocupa√ß√£o, dentre tantas que se precisa ter, √© o destino que se d√° √†s suas embalagens. S√£o milhares delas sendo produzidas todos os dias e que na maioria das vezes s√£o descartadas quase que imediatamente ao seu transporte. J√° imaginaram a quantidade que √© jogada fora todos os dias?

Isso nos obriga a uma reflexão importante: A preocupação de um designer precisa ser cada vez mais ampla, projetar boas embalagens dentro de todos os princípios técnicos já não é suficiente, precisamos ir além, e pensar como esta embalagem pode ser reutilizada e seu descarte um pouco mais demorado. Isso é responsabilidade social, todo profissional precisa ter cada vez mais.

Em Cotegipe, interior da Bahia, vem surgindo um movimento muito interessante que visa principalmente a reciclagem de embalagens, um Projeto de iniciativa da Agropecu√°ria Jacarezinho fazenda Nova Terra em parceria com a Nutreco Brasil. Estas embalagens atrav√©s das¬†m√£os de moradoras da regi√£o veem sendo transformadas em ecobags prontas para ganhar o que acabei de citar acima: nova utilidade, estendendo seu prazo de validade para ser descartada. A iniciativa j√° tem at√© nome:¬†“Sonhos de Maria”, uma alus√£o √†s pr√≥prias colaboradoras que s√£o, em sua grande maioria, donas de casa, esposas de trabalhadores da regi√£o, elas aderiram ao projeto como forma de renda e prolongamento da vida √ļtil destas embalagens que seriam lan√ßadas ao meio ambiente de forma imediata.

De acordo com Heitiane Visintainer Finato, coordenadora de recursos humanos da empresa incentivadora do projeto, o nome ‚ÄúSonhos de Maria‚ÄĚ, representa os sonhos de todas as mulheres que aderiram a ideia e que desejam transformar sua pr√≥pria realidade, por meio da informa√ß√£o, comunica√ß√£o, coopera√ß√£o e a√ß√£o.

E parece que o sonho já está começando a se tornar realidade com o primeiro lote de 300 ecobags comercializado durante um Leilão da Agropecuária Jacarezinho, em Brasília. Bacana né?

O projeto me parece uma boa refer√™ncia para n√≥s designers. Embalagens que promovam de forma mais natural este tipo de a√ß√£o deve come√ßar a ser pensada j√° na concep√ß√£o do projeto, facilitando transforma√ß√Ķes que beneficiem n√£o s√≥ o meio ambiente, mas uma mudan√ßa de mentalidade, ampliando nosso trabalho para al√©m dos programas gr√°ficos.

Mais informa√ß√Ķes sobre o projeto: (77) 3612-3100.

 


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Lumin√°ria que inspirou a Pixar, agora em tamanho gigante

Criada por volta de 1930, a lumin√°ria “Anglepoise”¬†projetada para mesa, onde a mec√Ęnica se assemelha a de um longo bra√ßo, articulada em dois lugares, parece n√£o ter perdido espa√ßo no gosto do consumidor, pelo contr√°rio, ela acaba de ganhar uma releitura tamanho gigante, que s√≥ refor√ßa esta ideia de adora√ß√£o. Depois de ter sido imortalizada pela Pixar em seu logotipo animado, parece ter ganho ainda mais popularidade e simpatia por parte do p√ļblico que a deseja mais do que nunca.

Mas voc√™ j√° tinha imaginado ela transformada em uma lumin√°ria gigante de ch√£o? Com o mesmo padr√£o est√©tico e funcional da lumin√°ria de mesa ela ganha o triplo do tamanho, alcan√ßando improv√°veis 8 metros de altura (quando totalmente desarticulada). Exagero? Talvez, mas o designer George Carwardine que a projetou nesses moldes, promete impressionar e chamar a aten√ß√£o at√© dos mais desligados. O objetivo √© esbanjar charme com seu eterno estilo retr√ī, al√©m de refor√ßar a ideia de que o seu design cl√°ssico nunca saiu de moda.

Clique AQUI para mais detalhes do projeto e sua comercialização.

Vi AQUI.


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Sapateira suspensa ganha prêmio de design e promete conquistar, principalmente, a mulherada

Guardar pares de sapatos de forma eficiente, ocupando o espaço mínimo necessário e evitando que fiquem amontoados e esquecidos no fundo do armário, parece mesmo um desafio frequente para os designers. Tenho visto bons projetos como este, este e este que tenho trazido para compartilhar com vocês. E hoje apresento mais uma boa solução em forma de cabides fabricados em aço carbono. São estas sapateiras suspensas que acabam de ganhar o prêmio house & Gift de Design 2014.

As sapateiras Made in Brasil, criadas pela Intervento Design e fabricadas pela Masutti Copat, ambas da cidade de Bento Gonçalves/RS, me parecem uma solução inteligente para deixar o armário não só organizado, como limpo, já que os pares ficam suspensos de forma individualizada e longe das prateleiras, livrando-as das inevitáveis sujeiras trazidas da rua.

Informa√ß√Ķes sobre venda do produto AQUI.


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Projeto Casulo de design – Dias 9, 10 e 11 de outubro

O projeto Casulo surgiu dentro da Universidade do Estado da Bahia РUNEB, com o objetivo de promover encontros de pessoas que se interessam pelo assunto Design. Um projeto de sucesso que este ano está com muitas novidades, principalmente no formato e na exposição de novas perspectivas a partir do processo de criação.

Foram convidados nomes importantes do cen√°rio nacional como o¬†Est√ļdio Colletivo de S√£o Paulo, que trabalha com ilustra√ß√Ķes, posters, filmes (o novo filme de Tim Maia) e m√≠dias sociais; ¬†O designer gr√°fico e ilustrador carioca¬†Rafo Castro;


Al√©m de muita gente boa que faz um trabalho s√©rio no contexto local, como a¬†Tipografite (um movimento art√≠stico criado pelo publicit√°rio baiano Raphael Ribeiro),¬†Person Design,¬†Overbrand, Paulo Alexandre (ganhador de in√ļmeros pr√™mios de design automobil√≠stico); A√ß√£o da RedBull e muito mais, que far√£o do evento um programa imperd√≠vel de tr√™s dias seguidos.


“A sinestesia √© o eixo que movimenta e expande o Casulo de 2014″, segundo Jo√£o Vieira, um dos organizadores do projeto.

Ser√£o mostradas novas vis√Ķes sobre as coisas que inspiram e movem as mentes das pessoas em seus diferentes contextos de forma mais sensorial, intuitiva, cognitiva e pura.

O evento será realizado nos dias 9,10 e 11/10 com o investimento inicial de R$ 30,00 (incluindo a festa), para o segundo lote este investimento passa para R$ 40,00 até o dia 8/10, e presencialmente o evento custará R$45,00.

N√£o deixem para a √ļltima hora. Mais informa√ß√Ķes sobre o evento no site: eventick.com.br/casulouneb ou na p√°gina do projeto no facebook


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Trabalho precisa ser sin√īnimo de sacrif√≠cio?

Engraçado como a lei da atração é forte. Hoje acordei e um dos primeiros textos que li no meu facebook foi de um amigo que falava sobre como o trabalho pode ser a praga das classes de consumo por não ter tempo em fazer o que realmente gosta ou se interessa, somente trabalhar, trabalhar e trabalhar.

Se ficarmos presos a sua etimologia, a palavra trabalho que √©¬†derivada do latim “tripalium”, um antigo instrumento de tortura, a√≠ √© que encontraremos um motivo hist√≥rico para encarar o trabalho como um sacrif√≠cio. Mas precisamos mesmo carregar uma carga que nos foi imposta h√° tanto tempo? Hist√≥ria existe √© para ser respeitada, claro, mas para ser modificada tamb√©m.¬†Muitas palavras perdem a for√ßa da sua etimologia com o tempo e se modificam, √© um caminho natural em um mundo em que as mudan√ßas s√£o necess√°rias para a evolu√ß√£o do ser humano.

Aí eu me pergunto novamente: Trabalhar já não deveria fazer parte das coisas que nos interessam, depois de tanto tempo e tantas mudanças? Parece que na nossa sociedade não, trabalho soa como sacrifício ainda para a maioria das pessoas que não o encaram com prazer ou extensão do que gostam. Uma pena!

Diante desse cenário duas perguntas se fazem necessárias e deixarei para vocês refletirem: Será que não estamos encarando a palavra trabalho da forma errada? ou seria a palavra consumo a vilã da história?

Depois de tanto questionamento, me deparo com um projeto muito bacana de um casal (Carol e Caio) que nos traz um alento para estas reflex√Ķes.

Eles lembram o trecho da m√ļsica Capit√£o de Ind√ļstria dos Paralamas do Sucesso: “Eu acordo pra trabalhar, Eu durmo pra trabalhar, Eu corro pra trabalhar…” Uma cr√≠tica a esse modelo de trabalho cultivado mundialmente, sem nenhuma motiva√ß√£o para fazer aquilo que gostamos ou queremos de verdade.

E foi inspirados nisso que eles decidiram usar parte do tempo a fazer algo que realmente gostam: escrever e desenhar. Esse projeto veio com dedica√ß√£o total, e isso pra eles, fez toda a diferen√ßa. Desde o √Ęnimo a produzir √†s diferentes formas de enxergar. Surgiu ent√£o, o ‚ÄúVerbo em Nanquim – pintando e contando hist√≥rias‚ÄĚ, a uni√£o de dois talentos cansados do trabalho sem paix√£o que resolveram fazer algo de valor a partir da uni√£o dos seus talentos.

A parte escrita fica a cargo da Carol: “Gosto muito de escrever e adoro literatura cl√°ssica, embora n√£o resista por muito tempo a uma boa novela. Escrevo as hist√≥rias que vejo por a√≠ e tiro uma meia d√ļzia de id√©ias da cachola mesmo.”

E as ilustra√ß√Ķes, do Caio:Ainda assisto muitos desenhos animados (o que deixa a Carol nervosa) e assuntos como pol√≠tica e metaf√≠sica me interessam bastante. Ilustro o que consigo sentir nos textos e gosto muito de finalizar com pincel.”

E o casamento, literalmente, destes dois, nos presenteia com um projeto delicado, cheio de protestos sutis e indignação sincera diante de uma sociedade repleta de máscaras, que nos obriga a continuar em frente mesmo com conceitos errados de que ser feliz não faz parte do nosso trabalho.

E eu reforço o pensamento dos dois, se você não se sente feliz com o que faz, está na atividade errada. Pense nisso!

Acesse AQUI para conhecer o projeto na íntegra.

 


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O protesto de uma menina de 11 anos que virou um ensaio fotogr√°fico muito especial

Dieme Brito (Dimi, como √© mais conhecido) √© designer, e fot√≥grafo nas horas vagas, mas hoje ele √© s√≥ o modelo desse ensaio feito pela sua filha de 11 anos. Ela se lan√ßou de fot√≥grafa como forma de protesto contra sua barba, segundo ela, fora de moda e que n√£o retrata a verdadeira beleza do seu pai gal√£. A reclama√ß√£o virou uma brincadeira visual onde a pequena fot√≥grafa escolheu o figurino, pose, √Ęngulo, acess√≥rios e a maneira como queria a luz e o contraste do preto e branco para se expressar.

O resultado é um ensaio super bacana e com cara de ensaio profissional, para orgulho do pai barbudo, que depois dessa vai ter que se render ao gosto da filha, até porque ela já mostrou que bom gosto e sensibilidade não lhe faltam, e quem sabe essa barba não esteja mesmo precisando de uma releitura, né papai?

Detalhe importante: ela √© t√£o ligada na arte da fotografia que esta antiga m√°quina que ela usou como acess√≥rio para pousar nas fotos (estas, tiradas pelo pai) faz parte da decora√ß√£o do seu quarto. Uma garota nessa idade que admite detalhes retr√īs na decora√ß√£o do seu cantinho particular merece uma aten√ß√£o especial na hora de dar um palpite, n√£o acham? Particularmente vejo um futuro promissor na carreira de fot√≥grafa da pequena Alice.

A pequena Alice e sua m√°quina retr√ī


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A cadeira com ‘dupla personalidade’

A designer Yaara Derkel usou o conceito de dualidade que, segundo o pai da psicanálise Sigmund Freud, existe dentro de todos nós, para criar um projeto super intrigante. A partir desse conceito, ela projetou um móvel que parece igual a tantos outros que já vimos, mas não se engane, ao mesmo tempo que parece inofensivo e sem um diferencial aparente, ele se revela diferente de tudo que conhecemos quando exposto à meia luz.

Esta cadeira com ‘dupla personalidade’ tem tudo para fazer um papel coadjuvante em qualquer ambiente durante o dia, mas ao ser exposta a uma ilumina√ß√£o direcionada promete mostrar seu lado sombrio e assustar at√© os desavisados mais corajosos. Os psic√≥logos de plant√£o v√£o se amarrar na brincadeira (se tiverem senso de humor, evidentemente).

Clique AQUI para maiores informa√ß√Ķes sobre como adquirir o produto.

Vi AQUI.


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