Liberdade para ousar com iluminações diferentes usando o mesmo projeto

Me apaixonei por este projeto de iluminação da Vibia, empresa Espanhola que prioriza o design e procura estimular consumidores e profissionais a criarem sua própria experiência a partir de projetos simples, mas que farão parte de uma decoração final bem diferente, contando, claro, com a criatividade e imaginação de quem ousar em sua aplicação.

Eu, particularmente adoro formas assimétricas dentro de um projeto de decoração. O desafio ao óbvio com propostas que confrontem o corriqueiro, como esse projeto de iluminação que nos apresenta um interessante jogo de luz e sombras cheios de efeitos volumétricos e partes móveis. Cansou de suas formas refletidas? É só trocar a posição dos pontos de luz e peças de reflexão para conseguir um novo visual.

Uma única lâmpada de parede, estrategicamente posicionada, pode criar um cenário diferente a cada posicionamento das peças que estão ali para fazer o papel de obstáculos refletores desta luminosidade gerada. Não é genial?

Clique AQUI para conhecer mais projetos da Vibia


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Um cordão, alguns nós e muitas possibilidades

Uma peça despojada e cheia de possibilidades interessantes. Esta foi a sensação que este projeto super bacana dos designers mineiros Lucas Couto e Pedro Augusto deixaram em mim.

Simples e rápido em seu recado, este móvel, de nome ‘Nó’, parece mesmo priorizar a versatilidade e a mobilidade para espaços despojados, deixando a bagunça com jeitão de organizada e com a cara do dono. Pra que melhor?

Adoro projetos que permitem ao usuário dar o seu toque pessoal mas sem perderem a personalidade. Compraria agora. Pena que ainda é um protótipo esperando para ser lançado.

Clique AQUI para conhecer mais detalhes do projeto.

 


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Design para manter longe, os pidões

Junto com o batom, a sua garrafinha de água não está livre dos pidões de plantão. Por incrível que pareça as pessoas pedem este tipo de coisa mesmo sabendo que não é nada higiênico misturar sua saliva com a delas. Tem os que ainda tentam fazer malabarismos para manter a boca longe da sua garrafa, mas inevitavelmente acaba em bagunça. Você sempre pode dizer não, claro, mas o constrangimento normalmente toma conta da situação, se não for você o constrangido, fatalmente vai ser o seu amigo pidão, sem noção.

Como resolver este dilema? Com design, claro.

Este projeto simples e eficiente em forma de pinça, envolve o gargalo da garrafa e deixa um apoio para o queixo mantendo sua garrafa de água longe de bactérias e micróbios que possam estar morando na boca dos seus amigos que insistem em compartilhar da sua água gelada. A ideia além de inteligente, garante que a troca de saliva com alguém seja uma escolha sua.

Acesse AQUI para conhecer mais detalhes do projeto.


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Pancadas são uma boa solução para alguns problemas. Porque não?

Longe de achar que pancadas funcionam com seres humanos. Isso não vai entrar em discussão aqui, nem tente. Mas para facilitar a vida de quem precisa quebrar a casca das nozes neste natal, este projeto que aproveitou a base do fouet (o famoso batedor de claras em neve) parece ser bem útil e divertido.

Diferente dos martelos que espatifam suas nozes e as esparramam pela casa inteira, este divertido ‘estiligue’ (vou chamar assim) em forma de fouet promete ajudar no trabalho pesado te protegendo das chuvas de cascas que poderiam te atingir com a pancada.

Existem outros modelos com a mesma função e bem divertidos também, viveríamos sem todos eles, claro, mas a vida é sempre mais bacana quando procuramos maneiras novas de fazermos as mesmas coisas, concordam?

Para saber mais detalhes do projeto AQUI.


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Concurso nacional “Desenhe o Futuro 2014″ – Inscrições até 30 de novembro – Agenda solidária #25

O concurso desafia alunos a aplicar sua criatividade e habilidades em software 3D de design para desenvolver um projeto em torno do tema “Tecnologia que muda Vidas”. Eles podem participar de duas categorias – Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC); e Manufatura, Mecatrônica e Industrial – e devem considerar em todo momento a sustentabilidade ambiental na concepção de seus projetos.

A ideia do concurso vai de acordo com a missão da Autodesk de inspirar e preparar a próxima geração de inovadores e inventores com as ferramentas de design 3D para imaginar, projetar e criar um mundo melhor. Na verdade, alunos, professores e escolas no Brasil têm acesso grátis* a ferramentas profissionais de design 3D da Autodesk.

Os ganhadores serão anunciados em 15 de dezembro de 2014, e os vencedores do primeiro lugar de cada categoria terão a oportunidade de representar seu país no PANORAMA Autodesk, que será realizado entre os dias 2 e 6 de março, de 2015, na Universidade de Tongji em Xangai, na China.

Para saber mais, visite o site do concurso AQUI.

Sugestão enviada pela Giovana Savine. Quer saber como mandar sua sugestão de evento? Clique AQUI. E clique AQUI para ver todos os eventos que já estão rolando por aí.


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Colher para detectar impurezas na sua comida. Que tal?

O designer  Ernesto D Morales nos apresenta uma colher, digamos …curiosa. A superfície em concha foi substituída por um material transparente com o poder de lupa, como uma lente de aumento. É uma sugestão para ‘inspecionar’ melhor o que se come por aí.

Que uma grande parte dos restaurantes espalhados pelas cidades (inclusive os chiques), já foram pegos com problemas de higiene em suas cozinhas, não é novidade pra ninguém, mas andar com uma colher em forma de lupa para ver pequenas impurezas como fios de cabelos, pedrinhas, ou que sabe até uma perna de barata, já não parece um pequeno exagero?

Exagero ou não, ainda se trata de um protótipo. Nem que você quisesse daria para comprar agora. Então vamos aguardar para ver se a ideia vinga mesmo.

Vi AQUI


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E você achando que sabe desenhar #4

Sabe aqueles seus rabiscos que você fazia no caderno e achava o máximo enquanto fingia prestar atenção na aula de matemática? Esqueça.

O garoto brasileiro de 15 anos, João Carvalho está bombando na internet esta semana com suas ilustrações em folhas de caderno que parecem 3D, mas são feitas à mão. Pois é, não tem truque de photoshop ou qualquer outro programa gráfico, é talento nato. Ficou com invejinha? Eu também. Mas é inveja boa viu João? Seu trabalho é incrível.

Para ver mais trabalhos do João é só acessar sua página no facebook.

 


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Como um designer descuidado pode ‘azedar’ o seu leite

Embalagens são projetadas não só para proteger seu conteúdo como também para ajudar na venda do produto. Uma embalagem bem feita é um bom começo para atrair o consumidor e começar, quem sabe, um longo relacionamento. Mas o que acontece se a embalagem fizer o caminho inverso, o de afastar o público com algo de mau gosto ou, como aconteceu aqui nesse caso, com um projeto gráfico mal dimensionado?

Não precisa ter muita imaginação, nem mesmo ser designer para ver que esta embalagem deu errado, basta um rápido olhar na prateleira do supermercado para enxergar uma imagem fálica e totalmente fora da proposta final do produto que se quer vender. O erro fica ainda mais evidente por se tratar de um produto alimentício. Quem quer chegar em casa com o leite das crianças em uma embalagem que mostra um pênis estilizado? Ninguém, claro, principalmente as mães que não vão conseguir explicar o equívoco aos pequenos curiosos que são os primeiros a notar este tipo de descuido e encher as pobres coitadas de perguntas com respostas, no mínimo constrangedoras.

Mais uma vez este tipo de erro serve para mostrar o quanto é sério e cheio de responsabilidades o trabalho de um designer. Por isso não pode ser feito por qualquer um que, simplesmente sabe manusear programas gráficos de computadores.

O trabalho de um designer gráfico exige muito mais que habilidade com o photoshop, inDesign ou Illustrator (vejam que nem citei o corelDRAW). O designer precisa se preocupar com técnica, criatividade, e principalmente, funcionalidade, estética e ergonomia que permitam a interação do projeto com seu usuário de maneira natural, confortável e prazerosa (não pensem bobagem, influenciados pela imagem do leite). Além de tudo isso, precisa ainda, ter como característica forte a intenção, o design é totalmente intencional (e tenho certeza que a intenção do designer não foi mostrar o órgão masculino em uma embalagem de leite).

Óbvio, que todos nós estamos sujeitos a erros, mas montar uma ‘boneca’ antes de liberar o trabalho para a gráfica é básico, principalmente para embalagens cheias de dobras, isso não pode ser ignorado, nem mesmo quando o tempo se mostra apertado. Porque tudo que não é feito do jeito certo, azeda feio.

Obs.: Para os leigos, ‘boneca’ é como chamamos o protótipo montado manualmente para ser mandado junto com o projeto final digitalizado, justamente para que se tenha noções de tamanho, posicionamento das dobras, entre outros detalhes importantes do trabalho final.

Vi AQUI.

 


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Um divertido manual (não só) do paulistano

Que São Paulo é uma cidade referência para todo Brasil, sabemos. Seja como boa gastronomia, bom atendimento ou na facilidade em ter tudo em um só lugar a qualquer hora do dia ou da noite, São Paulo é uma cidade que não para nunca, e justamente por este ritmo frenético ganhou alguns… como posso dizer…. ‘tiques nervosos’.

O publicitário paranaense, mas com espírito paulistano há sete anos, Flávio Pucci se juntou a dois amigos e criaram uma espécie de manual do paulistano, uma coleção de cartazes coloridos com os principais ‘cacuetes’ dessa terra que amamos, apesar de tudo.

Me sinto totalmente a vontade em compartilhar esta ‘crítica’ divertida, até porque muito de vocês talvez não saibam, mas eu também sou paulistana, apesar de viver em Salvador há um bom tempo. E o que me chamou mais atenção foi perceber que algumas destas ‘manias’ já fazem parte do dia a dia de outros estados brasileiros, ou seja, São Paulo acaba sendo uma referência, mesmo quando não se dá conta disso. Qualquer semelhança, não é mera coincidência. Percebem diversas semelhanças, principalmente quando se trata de mobilidade, meus queridos soteropolitanos?

Vi no Hypeness

 


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Sem educação dá para prestar atenção em design?

A cada dia que passa nos deparamos com um comportamento social onde uma grande parte das pessoas não consegue visualizar o outro. Em outras palavras, a falta de educação impera: no trânsito, nos estacionamentos, nas estações de transporte público, nos banheiros dos shoppings, enfim… vou parar por aqui senão esta lista vai ficar interminável.

Todas as vezes que me deparo com situações de falta de educação ainda me indigno, falem o que quiser, ainda acho que isso é uma coisa anormal, diferente de muitos amigos que parecem se conformar e achar que …’deixa pra lá’… ‘é assim mesmo’… ‘não tem mais jeito’… Desculpem, mas eu ainda acho que o normal é respeitar o próximo e saber se comportar minimamente nos lugares, principalmente de uso comum.

Este final de semana, ao entrar no banheiro de um aeroporto, me deparei com este imenso adesivo que toma uma pilastra inteira dentro do ambiente. Como sempre reparo em sinalizações e placas informativas (normal para uma designer gráfica) logo pensei que se tratava de alguma informação muito importante, para tomar tanto espaço, e precisava se tornar ‘impossível’ de ser ignorada (ou tentar, pelo menos).

Prestando atenção no que estava escrito, percebi que eram instruções de como se comportar dentro daquele banheiro público, até aí tudo bem, poderiam ser informações para uso de equipamentos com novas tecnologias ou coisas assim… mas quando comecei a ler com atenção o que pude ver foram súplicas em forma de programação visual, uma nítida tentativa desesperada de atingir o bom senso das pessoas que usam aquele lugar.

No enorme adesivo dava para ler: ‘Não suba no vaso sanitário’, ‘Jogue o papel higiênico na lixeira’, ‘Não jogue absorvente no vaso sanitário’ e ‘Após o uso dê a descarga’. Senti um misto de vergonha com espanto por perceber que aquilo era uma de fato uma tentativa desesperada de ensinar o que as pessoas deveriam ter aprendido em casa.

Pensei… como assim, as pessoas precisam ler que não é pra subir na privada? e fiquei imaginando qual seria a circunstância que faria uma pessoa ter que subir em um vaso sanitário…. como não consegui pensar em nada, saí de lá com uma única certeza: É pedir demais que as pessoas saibam que esse tipo de adesivo faz parte do trabalho de um designer, eu sei, mas sem sombra de dúvida não é pedir demais que as pessoas saibam se comportar com o mínimo de educação em qualquer lugar, concordam?


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