A corrente do bem para ajudar quem est√° desempregado

Todos estamos sentindo na pele os impactos das novas tecnologias que geram benef√≠cios, entretanto, vem reduzindo drasticamente os postos de trabalho nas empresas, resultando em profundas conseq√ľ√™ncias para o equil√≠brio social.

Precisamos buscar respostas para indaga√ß√Ķes que s√£o feitas pelas pessoas desempregadas e tamb√©m as que est√£o no mercado de trabalho. √Č hora de promovermos um amplo debate na sociedade e buscarmos alternativas:

- Qual o papel reservado para as demais pessoas excluídas do mercado formal de trabalho? O que farão os jovens que estão desempregados?

- Como incluir milh√Ķes de profissionais desempregados num mundo altamente tecnol√≥gico e com menos empregos formais?

- Podemos limitar o uso da tecnologia e da robótica nas empresas?

Há alternativas e elas não são fáceis de serem aplicadas, pois envolvem mudanças profundas no nosso comportamento social e profissional. A solidariedade é um dos caminhos e exige de todos nós um forte compromisso em ajudar aos que estão desempregados.

Esse aux√≠lio pode acontecer atrav√©s de uma palavra de est√≠mulo e de esperan√ßa, compartilhando habilidades profissionais que voc√™ possui ‚Äď uso da inform√°tica, saber comunicar, atender, vender e negociar. Procure compartilhar informa√ß√Ķes e id√©ias que sejam √ļteis aos que est√£o desempregados. Para agirmos dessa forma necessitamos deixar de lado o nosso ego√≠smo e a m√°xima que rege parte do mercado: ‚Äúfarinha pouca, meu pir√£o primeiro‚ÄĚ.

Cada vez mais cresce a for√ßa de trabalho baseada na vida comunit√°ria, no voluntariado. Estas atividades comunit√°rias abrangem servi√ßos sociais no atendimento √† sa√ļde, educa√ß√£o, pesquisas, artes, religi√£o, advocacia, al√©m de aux√≠lio aos idosos, deficientes f√≠sicos, doentes mentais e desabrigados.

No futuro próximo, uma grande parte da população irá dedicar as suas habilidades e competências profissionais e pessoais para cuidar de outras pessoas. Esses profissionais serão pagos e/ou doarão o seu tempo de maneira filantrópica.

Há doze anos assistimos ao excelente filme A Corrente do Bem, (foto), onde o professor solicita aos alunos que pratiquem uma boa ação a três pessoas, e elas para mais três, e assim, sucessivamente.

Guardadas as devidas propor√ß√Ķes entre fic√ß√£o e realidade, todos podemos e devemos fazer parte dessa corrente do bem.

Cada pessoa que detém conhecimentos valorizados pelo mercado de trabalho, pode se transformar num Multiplicador do Conhecimento. Essa é uma missão gratificante e que nos deixa orgulhosos.

Sem d√ļvida, o desemprego √© o maior dos atuais desafios da nossa Sociedade, uma vez que o trabalho √© o suporte que garante o equil√≠brio e a conviv√™ncia social mais harmoniosa.

Para vencermos esse desafio, necessitaremos de uma verdadeira corrente do bem, onde os Governos ‚Äď Federal, Estadual e Municipal, bem como a sociedade civil organizada devem fazer parte. N√£o h√° espa√ßo para o individualismo. Vamos pensar e agir em equipe e de forma coordenada.


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Mais vale o que você aprende do que aquilo que os outros ensinam

O processo de aprendizagem envolve v√°rias etapas e em quase todas, o fator determinante √© o desejo de aprender. Quando falamos em educa√ß√£o, tendemos a imaginar que tudo depende, exclusivamente, da escola, dos professores, pais, diretores e demais profissionais. Claro que eles s√£o important√≠ssimos. Por√©m, se o aluno n√£o conseguir desenvolver o entusiasmo, n√£o h√° como resolver o impasse. As partes necessitam estar em sintonia para que o est√≠mulo aconte√ßa. Normalmente, aprendemos pelo amor ou pela dor, atrav√©s das frustra√ß√Ķes do cotidiano.

A nossa educa√ß√£o √© formada, principalmente na inf√Ęncia, junto aos familiares, conv√≠vio social e na escola. Por outro lado, quando nos tornamos adultos, v√°rios aspectos influenciam positiva e negativamente na nossa forma de aprender. Talvez os principais estejam ligados √† escolha da profiss√£o e √†s empresas onde iremos trabalhar.

Uma empresa que favorece a aprendizagem individual e coletiva é capaz de estimular os seus funcionários a desenvolvem uma cultura de aperfeiçoamento contínuo. Os seus líderes são bons exemplos para os demais, notadamente aos que possuem baixa escolaridade.

H√° 14 anos estamos desenvolvendo o ‚ÄúProjeto Fazendo e Aprendendo ‚Äď voc√™ constr√≥i o seu conhecimento‚ÄĚ. Ele se baseia em estimular os profissionais e os seus familiares a aprenderem em conjunto. Por este motivo √© que disponibilizamos atrav√©s deste Blog e gratuitamente, amplo material did√°tico de nossa autoria.

As novas tecnologias da informação, principalmente a Internet, aliadas ao ardente desejo para aprender por conta própria são determinantes para queimarmos etapas e não ficarmos dependentes de um processo educacional centrado no modelo escolar, quase sempre direcionado para que o aluno seja aprovado no vestibular. Esse modelo está ultrapassado e é preciso mudança, conforme admitiu Fernando Haddad, Ex-Ministro da Educação e atual Prefeito de São Paulo.

Assim, a frase ‚ÄúMais vale o que voc√™ aprende do que aquilo que os outros ensinam‚ÄĚ se aplica a quase tudo em nossa vida, seja para aprendermos por interm√©dio de professores, numa sala de aula convencional ou em qualquer ambiente virtual, bem como nas empresas que j√° trabalhamos ou iremos atuar.


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N√£o tenha medo do novo, pois ele sempre vem!

H√° estudos cient√≠ficos e emp√≠ricos que ressaltam o quanto gostamos de permanecer na ‚Äúzona de conforto‚ÄĚ cerebral. Ou seja, fazendo quase tudo da mesma forma e esperando um resultado diferente.

Dos profissionais que se formaram, poucos retornam às escolas para aperfeiçoarem os seus conhecimentos. Se forem do sexo masculino, o índice é ainda menor. Nós homens, por natureza, somos mais acomodados e resistimos ao novo, principalmente quando se trata de voltar a estudar.

Diferentemente daquilo que muitos pensam a respeito de aprendizagem, não é somente a sala de aula e o professor que contribuem para a conquista do saber. Aprendemos da maneira mais convencional e também diferente:

1) Na escola, faculdade e universidade;
2) Atrav√©s das observa√ß√Ķes do cotidiano e com outras pessoas;
3) ‚ÄúNatoralmente‚ÄĚ, ou seja, quando somos for√ßados a aprender atrav√©s da dor e ou do amor;
4) Auto-aprendizagem ‚Äď capacidade de aprender por conta pr√≥pria;
5) Internet, televisão e outros meios de comunicação;
6) Em mesa de bar, rua, supermercado, bancos e em todos os lugares que freq√ľentamos.

Ao envelhecermos, tendemos a achar que tudo (ou quase) ‚Äúna nossa √©poca‚ÄĚ era melhor. Relembrar o passado √© interessante e traz boas emo√ß√Ķes. Viver eternamente no passado √© negar o presente e o futuro, com medo das mudan√ßas.

Um outro aspecto que pesa sobre a resist√™ncia em aprender algo novo, trata-se da dificuldade que temos em ‚Äúdesaprender‚ÄĚ as coisas que pouco ou nada servem para a vida atual. Sobre este aspecto, permita-nos contar uma breve hist√≥ria e est√≥ria:

Na d√©cada de 1980, Sr. Josaf√°, profissional da ferrovia localizada em Brumado, Sudoeste da Bahia, resolveu se aposentar. Com isso, Sr. Alberto, administrador da mesma, nomeou um jovem substituto, de nome Fernando (nomes fict√≠cios). Rec√©m contratado, o aprendiz resolveu acompanhar o profissional que iria se aposentar. Ambos sa√≠ram para as atividades cotidianas, que consistiam em avaliar as condi√ß√Ķes dos dormentes e dos trilhos por onde passavam as locomotivas. Andaram v√°rios quil√īmetros e, ao retornarem √† base, o jovem aprendiz perguntou:
Sr. Josaf√°, por que motivo o senhor bate o martelo entre os trilhos? O mesmo respondeu que n√£o sabia ao certo, por que aprendeu com o seu antecessor, h√° 35 anos atr√°s, quando lhe passou o servi√ßo. Depois de ouvir in√ļmeras indaga√ß√Ķes do aprendiz, Josaf√° afirmou, de forma ir√īnica: ‚ÄúEu estou aqui h√° 35 anos e n√£o sei, voc√™ chegou agora e quer saber?‚ÄĚ

√Č claro que √© apenas uma met√°fora, mesclada com realidade e fic√ß√£o. √Äs vezes confundimos 20, 30 ou 40 anos de trabalho, repetindo o que aprendemos em um ano ou seis meses, como se fossem anos de experi√™ncias.

Dos anos 80 para c√° muita coisa mudou, inclusive na forma de ensinar e de aprender.

Como exercício prático para esta semana, aproveite para aprender algo realmente novo em sua vida. Sugerimos que comece pelas atividades familiares: amar, limpar a casa, usar o computador, dirigir um automóvel, conversar com os filhos, pais, irmãos, netos e amigos; ler um bom livro que há muito está cheio de traças em sua biblioteca. Vá em frente e sucesso!


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Livraria Leitura em Salvador e Belo Horizonte

Em 2012 eu tive o prazer de realizar um workshop, destinado aos Gerentes e S√≥cios desta Conceituada Livraria, em Belo Horizonte e Regi√£o Metropolitana. O principal objetivo foi debater com os participantes a import√Ęncia de um atendimento de excel√™ncia e um ambiente de trabalho que valoriza os Funcion√°rios e os auxilia no crescimento pessoal e profissional.

A Leitura √© uma rede de livrarias l√≠der no ramo em Minas Gerais e no Centro-Oeste. A rede conta, hoje, com 32 lojas distribu√≠das em sete estados brasileiros, sendo 10 unidades em Belo Horizonte (MG), duas em Contagem (MG), uma em Betim (MG), Governador Valadares (MG), Ipatinga (MG), Juiz de Fora (MG), Jo√£o Pessoa (PB), Goi√Ęnia (GO), Campo Grande (MS), Campinas (SP), Jundia√≠ (SP) Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Vit√≥ria (ES), cinco em Bras√≠lia (DF), duas em Taguatinga (DF) e a loja virtual Leitura.com, al√©m da Leitura Distribuidora de Livros, o atacado de papelaria Paluma e a Editora Leitura.

As suas lojas s√£o centros de cultura e entretenimento para toda a fam√≠lia. As megastores, oferecem uma enorme variedade, chegando a 100 mil itens entre livros, revistas, CDs, DVDs, games, inform√°tica, papelaria e presentes. Contam com espa√ßos de puro entretenimento como cybercaf√©s e ambientes para leitura, lan√ßamentos e eventos culturais, tendo se tornado o ponto de encontro para um p√ļblico altamente qualificado.

Em Salvador a Leitura disp√Ķe de lojas nos Shopping Centers Salvador Norte, telefone (71) 3035-6223 e-mail leiturassanorte@leitura.com.br e Bela Vista (71) 3431-5229 / 5218.

A sua loja vitual www.leitura.com atende a clientes em qualquer cidade do Brasil.


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Brasil: trabalhamos muito e produzimos pouco

Um dos maiores desafios que temos pela frente é como melhorar a nossa produtividade. Embora trabalhemos muitas horas Р1.840 horas por ano -, menos que os sul-coreanos, taiwaneses e chilenos; tanto quanto argentinos, irlandeses e turcos, produzimos pouco.

Segundo alguns especialistas no assunto, uma das solu√ß√Ķes √© investirmos em educa√ß√£o de qualidade, inova√ß√£o e a difus√£o de tecnologias.

O apag√£o de m√£o de obra qualificada!

“No Brasil formou-se um desencontro. Um enorme desencontro entre a escola e o trabalho. Porque o trabalho se expandiu, as tecnologias evoluíram e a escola de um modo geral não conseguiu acompanhar. Ficou atrasada. Está no descompasso.
√Č um descompasso que afeta muito o crescimento do pa√≠s, afirmou Jos√© Pastore (foto), Professor de Rela√ß√Ķes do Trabalho da USP, em entrevista ao Jornal Nacional de 13/08/2012.

A revista EXAME, de 03/10/2012 traz uma esclarecedora reportagem de capa, com o t√≠tulo ‚ÄúPor que somos t√£o improdutivos‚ÄĚ. Segundo a reportagem, o crescimento econ√īmico na √ļltima d√©cada ocorreu em virtude da incorpora√ß√£o de milh√Ķes de pessoas ao mercado de trabalho e √† forte demanda internacional por nossos produtos.

Na opini√£o de Paul Krugman, economista ganhador de pr√™mio Nobel, ‚Äúprodutividade n√£o √© tudo, mas no longo prazo √© quase tudo. Ela √© a chave para pavimentar a rota de um pa√≠s para o enriquecimento‚ÄĚ.

√Č claro que h√° exce√ß√Ķes e algumas empresas conseguem altos √≠ndices de produtividade, a exemplo da Basf, Bosch, All, entre outras, citadas na reportagem. O Setor do Agroneg√≥cio √© um exemplo de vit√≥ria para o Brasil e serve de aprendizagem para muitos outros que ainda est√£o defasados.

Somente com uma educação de qualidade teremos ganhos reais de produtividade!

As tecnologias ser√£o cada vez mais acess√≠veis a um maior n√ļmero de empresas e pessoas f√≠sicas. O que realmente far√° diferen√ßa em nosso pais √© a melhoria do processo educacional. N√£o acreditamos que o atual modelo educacional durar√° por muito tempo. √Č preciso modific√°-lo totalmente e investir mais em cursos t√©cnicos, reformular o conte√ļdo do ensino em geral, colocando-o em sintonia com o mercado de trabalho e os avan√ßos do S√©culo XXI.

Como o Brasil √© um pais de longas √°reas territoriais, o ensino a dist√Ęncia √© uma das melhores op√ß√Ķes, embora saibamos que a sua qualidade, em muitos casos, √© muito ruim.

Investir em educa√ß√£o √© muito mais do que ter recursos. √Č investir em gest√£o e metas, remunera√ß√£o competitiva, valoriza√ß√£o do professor e do aluno. √Č fazer um verdadeiro envolvimento da Sociedade e do Governo para torn√°-la realmente uma prioridade. Enquanto ficarmos somente no discurso e poucas a√ß√Ķes, nada mudar√°.

N√£o sou contra os eventos Copa do Mundo e Olimp√≠adas, apenas creio que n√£o √© o momento oportuno. Temos muitas outras prioridades. Por outro lado, gostaria que os pol√≠ticos e n√≥s, cidad√£os, nos envolv√™ssemos de forma semelhante para que a Educa√ß√£o melhore em nosso pais. Vejo um forte engajamento de personalidades nacionais e internacionais em favor destes eventos bilion√°rios e poucos t√™m se engajado em prol da Educa√ß√£o. Grande parte da m√≠dia tamb√©m se omite, porque tem forte interesse nas realiza√ß√Ķes dos mesmos.

Por √ļltimo, √© importante que os empres√°rios e trabalhadores se conscientizem da relev√Ęncia do treinamento e da qualifica√ß√£o profissional. Tenho visto muita apatia e baixo comprometimento de ambos os lados. H√° um certo conformismo de muitos. Necessitamos envidar esfor√ßos para mudar esta triste realidade.


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Comunica√ß√£o verbal ‚Äď voz e dic√ß√£o

Todos n√≥s sabemos da import√Ęncia de falar bem, com clareza e objetividade. Assim, sugerimos que voc√™ leia e releia este texto, colocando em pr√°tica os exerc√≠cios. Somente o treino far√° de voc√™ um excelente comunicador.

A voz é fundamental para o comunicador e serve para emitir os sons das palavras. Ao pronunciá-las procure analisar qual a emoção, volume e ritmo a comunicação pede.

Dic√ß√£o ‚Äď √Č a articula√ß√£o correta dos sons de todas as s√≠labas das palavras que pronunciamos. Estas s√£o as dificuldades mais comuns: fala excessivamente r√°pida ou lenta; l√≠ngua presa; falar com os l√°bios semicerrados; falar com excesso de ar (puff) pela boca ou falar pelo nariz.

Um dos melhores exercícios é observar os jornalistas e apresentadores dos telejornais, bem como os radialistas e políticos.

Como melhorar a sua dicção

Volume ‚Äď Como √© a sua voz? Pegue uma m√£o e coloque em forma de concha em uma das orelhas, pronunciando o seu nome. Depois, coloque uma m√£o em cada orelha, em forma de concha e repita o seu nome. No primeiro exerc√≠cio voc√™ ouvir√° a sua voz em ‚Äúmono‚ÄĚ e, no segundo, em ‚Äúest√©reo‚ÄĚ. Fa√ßa isso de vez em quando para voc√™ perceber o ritmo e volume da sua voz, fazendo os ajustes necess√°rios;

Ritmo ‚Äď Voc√™ fala lento, r√°pido ou normal? Caso esteja dando uma aula, palestra, conduzindo uma reuni√£o ou fazendo um discurso, fale num ritmo normal. Quem pensa de maneira r√°pida tem a tend√™ncia de falar no mesmo ritmo. Lembre-se de que a velocidade do seu pensamento √© infinitamente maior que a de pronunciar as palavras;

Entusiasmo ‚Äď O emissor da mensagem deve entusiasmar os seus ouvintes. Fale com o cora√ß√£o e acredite naquilo que est√° dizendo. Fique atento √† comunica√ß√£o dos apresentadores de televis√£o e dos locutores de r√°dio. Por falar nisso, ou√ßa mais r√°dio e perceba que os locutores passam entusiasmo a todo instante;

Voz: dificuldades e como corrigi-las

Voz fraca ‚Äď Sugerimos que voc√™ comece mudando a sua postura, com ombros firmes, cabe√ßa erguida (n√£o olhe para baixo nem para cima), mentalizando situa√ß√Ķes positivas e acreditando na sua capacidade de comunicar. Melhore a respira√ß√£o, inspirando profundamente e expirando lentamente, objetivando garantir o ar necess√°rio a sua comunica√ß√£o. Coloque m√ļsicas que relaxem, a exemplo de sons de flautas, p√°ssaros, cachoeiras, fazendo inspira√ß√Ķes e expira√ß√Ķes.

Voz mon√≥tona e lenta ‚Äď Procure variar o volume e o tom de sua voz, dando √™nfase as palavras mais importante, pois assim voc√™ despertar√° mais interesse nos ouvintes. Em frente ao espelho, fa√ßa leituras em voz alta, declame poemas e letras de m√ļsicas que voc√™ goste.

Voz estridente ‚Äď Desenvolva o h√°bito de ouvir a sua pr√≥pria voz, fazendo o seguinte exerc√≠cio: Pegue uma m√£o e coloque em forma de concha em uma das orelhas. Chamamos este exerc√≠cio de ‚Äúcaixa de retorno‚ÄĚ, que s√£o as caixas de som que ficam no palco, para que os m√ļsicos e os cantores posam ouvir as m√ļsicas. Quando estiver entre amigos, solicite que os mesmos fa√ßam sinais quando voc√™ estiver falando muito alto.

Vícios de linguagem

Este √© um dos maiores problemas enfrentados por muitos comunicadores. Os v√≠cios de linguagem chamam a aten√ß√£o de alguns ouvintes, a ponto de ficarem contando quantas vezes algumas palavras s√£o pronunciadas. Aqui n√≥s iremos considerar como v√≠cios de linguagem todas as express√Ķes que s√£o repetidas em demasia pelo orador: N√©, t√°, a√≠, entendeu, tipo assim, entre outros.

Exerc√≠cios para quem fala leennttoo ou tem a l√≠ngua ‚Äúplesa‚ÄĚ

Pronuncie estas frases de duas maneiras: uma com rapidez, semelhante ao locutor esportivo e a segunda, de maneira eloq√ľente, como se estivesse discursando em pra√ßa p√ļblica.

Caso voc√™ tenha a l√≠ngua presa e troque o ‚Äúr‚ÄĚ por ‚Äúl‚ÄĚ, pegue um l√°pis de seis lados ou caneta BIC e coloque horizontalmente na boca, a l√≠ngua por cima e pronuncie estas frases:

‚ąö Em cima daquela serra tem dois p√©s de mafagarfo, com dois mafagarfinhos.
Quem disse quantos mafagarfos tem, um bom desmafagarfizador ser√°.

‚ąö Dudu dizia danado da vida: – Dad√°, deixe disso, onde vai dar tanta doidice?

‚ąö L√° vem o velho F√©lix com o fole velho nas costas. Quanto mais mexem no
fole do velho Félix, mais o fole do velho Félix fede.

‚ąö As folhas do ch√° da arquiduquesa j√° est√£o secas, supersecas ou ressecadas?

‚ąö Se cem serras serram cem cigarras, seiscentas serras serram seiscentas
cigarras e seiscentas e seis serras serram seiscentas e seis cigarras.

‚ąö Seis ca√ßadores sobre seis sof√°s cochichavam ao ca√ßador sem sorte:
– Seja sortudo sem suspeita e sua sorte salvar√° seus segredos.

‚ąö O rato roeu a roupa de renda do rei de Roma, a rainha ruim resolveu
remendar.

‚ąö A vida √© um sucesso que sucede sucessivamente sem cessar.

Se você deseja fazer um excelente curso para aprimorar a comunicação verbal, recomendamos o da Profª Vera Serra, em Salvador (BA): (71) 3491-1562 / 8716-9856 e-mail cursos@veraserra.com.br
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Orat√≥ria: as etapas de uma apresenta√ß√£o em p√ļblico

Infelizmente, a maioria dos profissionais ‚Äď estudantes universit√°rios, pol√≠ticos, professores, executivos, gestores, entre outros, n√£o se prepara adequadamente para a realiza√ß√£o das apresenta√ß√Ķes. Se voc√™ deseja fazer diferen√ßa, fique atento √†s seguintes etapas: 1) Introdu√ß√£o; 2) Prepara√ß√£o; 3) Tema central; 4) Conclus√£o.

1) Introdu√ß√£o – A finalidade principal √© conquistar a aten√ß√£o da plat√©ia e para isso voc√™ dever√° surpreender os ouvintes, trazendo informa√ß√Ķes novas, √ļteis e que possam gerar interesse.

Procure criar uma afinidade com o p√ļblico e lembre-se de que ‚Äúvoc√™ n√£o ter√° uma segunda chance de causar uma primeira boa impress√£o‚ÄĚ. As primeiras impress√Ķes s√£o important√≠ssimas.

Se não tiver alguém para lhe apresentar, fale quem é você, o que já fez, a sua especialidade. Em resumo, são as suas credenciais e tenha o cuidado para não passar prepotência. Se você tem um currículo excepcional, prometa menos e deixe que a sua palestra ou aula demonstre o quanto você é competente!
Ofereça motivos para ser ouvido e diga o que as pessoas terão a ganhar lhe escutando, pois elas necessitam de motivos para continuarem atentas à comunicação.

N√£o pe√ßa desculpas √† plat√©ia ‚Äď ‚Äúdesculpe por n√£o ter tido tempo de preparar esta apresenta√ß√£o…. por estar af√īnico… por n√£o dominar o assunto…‚ÄĚ Muitas pessoas ir√£o se perguntar: ‚Äúse n√£o est√° em condi√ß√Ķes, por que vai falar?

2) Prepara√ß√£o ‚Äď O objetivo da prepara√ß√£o √© facilitar o entendimento da plat√©ia em rela√ß√£o √† mensagem que deseja transmitir:

- Fale de maneira breve qual é o tema da sua apresentação, pois assim os ouvintes poderão acompanhar as suas idéias e tenderão a ter maior interesse;
- Esclareça qual o problema que deseja solucionar ou faça um histórico do assunto e como irá ajudar a solucioná-lo.

3) Tema central ‚Äď Aqui est√° a ess√™ncia do seu discurso e voc√™ deve falar tudo que planejou. Organize fazendo divis√Ķes no tempo (no ano de 1980…), local, compare com algo existente, comente sobre as conseq√ľ√™ncias econ√īmicas, sociais, pol√≠ticas. Para sustentar suas informa√ß√Ķes, use exemplos irrefut√°veis como argumentos, fa√ßa compara√ß√Ķes, mostre estudos t√©cnicos, testemunhos, etc. Se perceber que os ouvintes n√£o concordar√£o com algumas das suas informa√ß√Ķes, prepare bons argumentos de defesa para as suas id√©ias.

4) Conclus√£o ‚Äď Nesta parte voc√™ deve resumir os pontos mais importantes da sua apresenta√ß√£o e lembrar a plat√©ia sobre suas atitudes em rela√ß√£o as id√©ias apresentadas. Em outras palavras, o que voc√™ espera que as pessoas fa√ßam. Outro aspecto importante √© passar a sensa√ß√£o de que a sua apresenta√ß√£o est√° completa. Fa√ßa com que a sua comunica√ß√£o tenha in√≠cio, meio e fim. Cause uma √≥tima impress√£o final, transmitindo positividade e esperan√ßa. Analise os telejornais e perceba que a √ļltima not√≠cia √© sempre boa e tem como objetivo aliviar os telespectadores.

Importante – Quando estamos criando as nossas apresenta√ß√Ķes, temos como h√°bito utilizar quatro fichas, uma para cada etapa. No corpo das mesmas vamos colocando frases (t√≥picos frasais) que auxiliem na constru√ß√£o da mensagem. Ao final, registramos no gravador as falas integrais do discurso e analisamos aspectos relacionados √† clareza, objetividade, seq√ľ√™ncia l√≥gica, raz√£o, emo√ß√£o, persuas√£o, entre outros. Refazemos v√°rias vezes, at√© encontrarmos a forma ideal.

Assim, à primeira vista, parece algo simples de fazer. Não o é. Você necessitará de muito tempo, sensibilidade, paciência, criatividade, inteligência e motivação.

Um dos exerc√≠cios que recomendamos aos alunos √© analisar os telejornais, atrav√©s da √≥tica da sua produ√ß√£o: pauta das reportagens, maneira de abord√°-las, atrav√©s do √°udio e do v√≠deo, seq√ľ√™ncia em que as not√≠cias ser√£o apresentadas. Al√©m disso, voc√™ poder√° fazer uma an√°lise dos programas dos partidos pol√≠ticos que s√£o apresentados na televis√£o; as aulas dos seus professores; os in√ļmeros pregadores religiosos que aparecem na televis√£o, entre outras situa√ß√Ķes.

N√£o se iluda, achando que √© ‚Äúimproviso‚ÄĚ. Tudo √© planejado, estudado e muito bem feito, para influenciar a quem os assiste. O planejamento da apresenta√ß√£o corresponde a 50% do sucesso da mesma.

Em 2013 eu lancei o livro “Como Falar em P√ļblico com Sucesso” (foto). A aceita√ß√£o est√° muito boa e creio que ser√° um grande investimento para a sua carreira profissional. O mesmo √© comercializado exclusivamente pela internet, atrav√©s do site da Aprenda F√°cil Editora www.afe.com.br
e-mail vendas@cpt.com.br telefone (31) 3899-7000.


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O livro dos negócios, as grandes ideias de todos os tempos

Hoje eu terminei de ler um dos melhores livros, no conte√ļdo e na forma de abordar os temas empreendedorismo, lideran√ßa, recursos humanos, criatividade, motiva√ß√£o, trabalho em equipe, atendimento, vendas e muitos outros assuntos relevantes.

O mesmo é fruto de um criterioso trabalho de pesquisas de ideias dos mais relevantes líderes empresariais, psicólogos, professores de administração, inventores, entre outras fontes de informação.

A linguagem é clara, objetiva e atraente. A editoração e o design do livro fazem dele uma verdadeira obra de arte, que estimula a sua leitura.

‚ÄúO Livro dos Neg√≥cios‚ÄĚ (foto) foi lan√ßado no Brasil pela Editora Globo. √Č uma colet√Ęnea de dezenas de artigos bem elaborados e escritos por v√°rios colaboradores – Ian Marcous√©, consultor editorial, Philippa Anderson, consultora de comunica√ß√£o – entre outros renomados profissionais.

Na livraria Saraiva (www.saraiva.com.br) o valor está em promoção R$ 47,90. Recomendo a todos os profissionais e estudantes que tenham interesse em aprimorar os seus conhecimentos em administração, marketing, comunicação, recursos humanos e áreas afins.

Ele faz parte da s√©rie de livros ‚ÄúAs Grandes Ideias de Todos os Tempos‚ÄĚ, onde s√£o encontrados os volumes sobre psicologia, filosofia, religi√£o e economia.


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Para vender é preciso conhecer os hábitos de compras dos seus clientes

Se no passado o poder de venda se encontrava com as empresas e os seus produtos, com o advento da internet, aumento da concorr√™ncia e com a cria√ß√£o do C√≥digo de Defesa do Consumidor, os clientes passaram a ter maior import√Ęncia no processo de compra e de venda.

As empresas de vanguarda e os seus profissionais de vendas est√£o cada vez mais investindo na an√°lise cuidadosa dos h√°bitos de compras dos seus clientes. Vejamos alguns exemplos:

- Lojas de auto servi√ßo ‚Äď as t√©cnicas de exposi√ß√£o dos produtos, ilumina√ß√£o, limpeza, entre outros aspectos, s√£o fundamentais para o aumento das vendas;

- Lojas com grande intera√ß√£o entre clientes e vendedores ‚Äď aqui o que mais importa, al√©m de dispor dos produtos adequados aos perfis dos clientes, √© a comunica√ß√£o, a boa vontade e o carisma dos funcion√°rios. As t√©cnicas de vendas tamb√©m s√£o relevantes, por√©m, os outros fatores s√£o determinantes para a fideliza√ß√£o dos clientes e futuras vendas.

Em todas as formas de vendas, é fundamental conhecer os hábitos de compras dos clientes. Homens, mulheres, crianças e idosos possuem características peculiares e os seus hábitos dependem dos produtos a serem consumidos.

Embora as concessionárias de automóveis estejam mudando, elas ainda são muito focadas em atender aos homens. Muitas mulheres não se sentem à vontade para tratar com alguns profissionais, pois imaginam que podem ser menosprezadas por não entenderem de automóveis.

J√° percebemos dezenas de lojas de roupas femininas que n√£o se preocupam em ter um lugar para receber os homens que acompanham as suas esposas, namoradas e amigas quando em compras. Com isso muitos ficam augustiados para irem embora por n√£o se sentirem acolhidos nas lojas.

Embora esteja mudando, algumas empresas que vendem produtos para crianças não se preocupam em permitir que as mesmas peguem e sintam os brinquedos em movimento ou degustem os biscoitos e salgadinhos nos supermercados, quando em companhia dos seus pais. Entre outros aspectos, é bom lembrar que eles serão os consumidores do futuro.

Em relação aos idosos, percebemos que poucas lojas se preocupam em atendê-los de forma adequada. As dificuldades são muitas, a exemplo da acessibilidade, cartazes com letras maiores, além de preconceito e impaciência de alguns vendedores.

Se você deseja investir em hábitos de compras dos clientes, sugerimos estes dois livros:

VAMOS ÀS COMPRAS! Livro de autoria do consultor Americano Paco Underhill, Editora Campus e o valor oscila entre R$ 89,90 a 96,00. Ele é escrito de maneira clara, objetiva e com muitos exemplos, enfocando os hábitos de compras de homens, mulheres, técnicas de exposição de cartazes e produtos (merchandising) e as mais recentes tendências do varejo on-line.

LUXO FOR ALL. Livro de autoria de Victor Megido, Roberto Panzarani, José Luiz Tejon, Editora Gente e o valor oscila entre R$ 24,90 e R$ 39,00. Ele aborda os hábitos de compras das classes sociais mais ricas e os consumidores que adoram produtos de luxo e sofisticados.

Finalizando, sugerimos que você e a sua equipe de vendas debatam temas ligados aos hábitos de compras, analisem as imagens do circuito interno e conversem mais com os clientes. Através deles podemos aprender muito. Os detalhes fazem a diferença!


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A mulher no mercado de trabalho brasileiro

No Brasil, a mulher começou a conquistar o seu espaço no mercado de trabalho, principalmente, a partir de 1970. Decorridos mais de 40 anos, muitos tabus e obstáculos estão sendo vencidos, a custa de grande esforço e sacrifício.

A sociedade brasileira est√° passando por uma revolu√ß√£o ap√≥s a chegada da mulher ao mercado, notadamente nos √ļltimos 10 anos, quando aumentou bastante a sua participa√ß√£o.

- Embora ganhando menos do que o homem, o salário da mulher vem crescendo cerca de três vezes mais, segundo dados do Censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE);

- Maior participação da mulher em áreas quase que essencialmente dominadas pelo homem, a exemplo dos cursos de engenharia e nas Forças Armadas.

- Em quase todos os concursos p√ļblicos a maioria de aprovados √© do sexo feminino, bem como nos mestrados e doutorados. A mulher passa mais tempo estudando do que o homem.

Dito isso, a finalidade não é de comparar, mas, para que possamos aprender com elas um pouco mais de disciplina, atenção aos detalhes e sensibilidade nos relacionamentos.

Acreditamos que em breve os salários serão equiparados e a tendência é que as mulheres ocupem mais vagas formais no mercado de trabalho do que os homens, caso as mesmas continuem a estudar e a se qualificarem melhor.


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