Mulheres X Pagodão X Funk X Hip Hop

Com a proximidade do carnaval, resolvi trazer um assunto polêmico e que acarreta discussões acaloradas em qualquer roda de conversa. Algumas músicas de pagode e funk mancham a imagem da mulher? As mulheres ajudam a construir essa imagem de objeto?

O pagode está enraizado na cultura baiana como o funk está na cultura carioca. É muito difícil você dar uma volta por Salvador e não ouvir um refrão de pagode, seja no carro com autofalantes potentes, em alguma casa na vizinhança ou alguém cantarolando por aí. Nas rádios, na TV, nos shows é muito comum ver as bandas cantando seus refrões de duplo sentido e as mulheres – no palco ou na platéia – dançando em coreografias sensuais. Vejamos alguns exemplos:

“Rala a Tcheca no chão, rala a tcheca no chão…”

“Me dá, me dá a patinha, me dá sua cachorrinha…”

“Vai ralando na boquinha da garrafa…”

“Super dotada chamando atenção… capô de fusca no chão!”

“A piriguete anda com o fio, todo enfiado”

Dançar ao som dessas músicas, fazer coreografias sensuais pra muitas mulheres é totalmente normal. Tem pessoas que caracterizam isso como “existem músicas que são apenas para dançar, não é pra levar a letra a sério, a maldade está na cabeça dos outros”. Enquanto isso, outras mulheres questionam e acusam as outras de não se darem valor quando dançam ao som de um pagode mas ao mesmo tempo, essas mesmas moças invadem as danceterias da cidade e rebolam ao som do hip hop americano, mal sabendo que as letras de determinadas músicas são cem vezes mais pesadas que as nossas conterrâneas:

“I, got a fetish for fuckin you witcha skirt on the backstreet in the back seat of the Yukon” (Tenho um fetiche de te comer com uma saia, num beco, no banco de trás de um Yukon) – Mesmerize, Ja Rule.

cheat on ya man ma thats how you get ahizzead killin wit the b i know killas in da street with the steel to make you feel like chinchilla in the heat…  when my niggas pay a vesta ain’t gonna pass me shit (Traia seu cara e você leva uma porrada, assassinos matam, e eu sei que estão por aí com uma arma que fará você se sentir como uma Chinchila no calor, quando meus caras encherem teu peito, não vão passar perto de mim)Snoop Dogg – Drop it like it´s hot.

Veja abaixo um trecho do especial Chris Rock, para o canal HBO, onde ele comenta o nivel das letras de rap americano de forma super divertida. O video contém palavrões.

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O Funk carioca não fica muito atrás. Assim como no pagode, existem algumas bandas/ grupos que trazem em letras de duplo sentido – ou nem isso – que colocam a mulher em um patamar misógeno:

“Bota na boca, bota na cara, bota onde quiser”

“Late que eu tô passando”

Este é um assunto que divide opiniões e causa um burburinho grande. Gostaria de saber a opinião de vocês a respeito disso: Músicas como essas, prejudicam a imagem da mulher? Ao dançar, elas não estão se dando valor? Ou isso não tem fundamento e faz parte do movimento cultural?

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54 respostas a Mulheres X Pagodão X Funk X Hip Hop

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  2. Marcio Melo disse:

    Você tocou num assunto bastante pertinente, tem gente realmente que escalda os pagodes daqui (que eu acho uma porcaria), mas ouvem as musicas americanas achando o máximo, tipo aquela do 50 Cent “… bem vindo a minha loja de doces, você pode chupar meu pirulito..” hahaha

    • anny beatriz disse:

      eu acho muito ridicolu isso que eli fala com as mulheres eu curto as musicas mais eu não gostei muito desta música cachorinha mais á composição ficou legal beijos para todos que lerem este comentario s2 …..

  3. Danile disse:

    Acho que o que prejudica a imagem da mulher é o seu comportamento. Ouvir e dançar pagode ou funk, não diz nada sobre ninguém. Não sou fã desse tipo de letra, mas são músicas que animam muito as festas e o fato de dançar ao som desse tipo de música não vai mudar em nada a personalidade e o caráter de nenhuma mulher.

    • Marcelo Santos disse:

      Ahh, se é assim então é só tirar os palavrões da música e os duplos sentidos. Deixa somente a batida que fica legal! Pronto, ta tudo resolvido!!!!

    • Dorinha disse:

      Mulheres X Pagodão X Funk X Hip Hop…
      Acredito que não vai mudar o caráter de pessoas adultas com princípios, e as crianças e os adolescentes que esta sendo manipulados com a mídias, essas canções duplo sentido e as mulheres – no palco ou na platéia – dançando em coreografias sensuais. Vergonha!

  4. Pit disse:

    Não acho saudável este tipo de alusão a sexualidade feminina. Oh, gente, tudo bem gostar de pagode, funk, ou hip hop, mas com tanta coisa para se falar (mesmo que de forma burra) porque falar da mulher de forma tão baixa? O coitado do Vinícius teve tanto trabalho para colocar a gente num pedestal e esses bobos tratam a gente como “cachorras”??
    Bom, quem quiser ouvir, ouve. Quem quiser gostar, goste. Mas, além do som ser repetitivo e de péssima qualidade, eu não me sinto confortável, uma vez sendo mulher, e tendo orgulho de se-la, de ouvir leozinho, marcinho ou qualquer outro inho denegrindo méu gênero. Não acho legal…
    E pior ainda é ouvir uma criança repetir!! Me assusta….

    • danividal disse:

      Pit,
      também concordo em relação as crianças. Mas acho que morando em uma cidade onde o “pagodão” toca em cada esquina, não tem como colocá-las em uma redoma de vidro e protegê-las disso. Cabe aos pais mostrarem o que acham correto ou não, porque infelizmente não tem como evitar que as crianças escutem essas músicas.

  5. Paulo Enrique disse:

    As mulheres devem ser dar o valor sim, algumas bandas pegam pesado mesmo, agora é como você relatou, algumas criticam tanto o pagode baiano, e se acabam com o hip hop, sem saber o significado de nada, pra mim pagode na Bahia é Harmonia do Samba e Parangolé, estes fazem questão de tratar as mulheres do jeito que merecem, com carinho.

  6. israel. disse:

    E acho que o importante é se divertir, e não importa que seja dançando pagode, hip hop ou funk.

    • VLADIMIR disse:

      A questão aqui não é o divertimento e sim o respeito para com as mulheres,se bem que parece que elas gostam,pois nunca ouvir nenhum noticiario na televisão nem no radio criticando esses tipos de musicas.voçês esqueceram dos forrós que pegam pesado e elas acham é bom serem chamadas de cachorras,prostitutas , queima gataral, raparigas e outros adjetivos.

  7. Magaiver disse:

    Funk e o pagode baiano, juntos nao enchem um copo de cafezinho…

    Mas por outro lado, todas as mulheres deveriam se dá o respeito, em NÃO irem para estes tipos de eventos e nem dançarem.

    Aqui em Salvador existe uma bandinha que só denigrem as mulheres, e em suas apresentações o maior publico são elas..

    Se nao derem IBOPE, jamais eles continuarão cantando essas porcarias!

  8. JEAN disse:

    é, o problema realmente são as crianças, hoje essa liberdade aflora por ai e as crianças assimilam tudo sem a noção de que algo ali pode lhe prejudicar, cabe aos pais policiar isso. Já se falando de adultos(digo adolecentes na casa dos seus 12 em diante, resalvando alguns que estão lonje dos meios de comunicação) somos capazes de saber o que nos diverte porém não podemos querer que a mente do proximo se comporte como a nossa…gosto do pagode numa praia ou num dia de domingo num sol daqueles(o som de Marisa Montes e sua turma numa praia a 35 graus é só pra quem é apaixonado por esse ritmo) mas em alguns dias da semana prefiro a calmaria…
    mas se é pra falar de duplo sentido segue:

    A cachorrinha -- Vinicius de Moraes

    Mas que amor de cachorrinha!
    Mas que amor de cachorrinha!

    Pode haver coisa no mundo
    Mais branca, mais bonitinha
    Do que a tua barriguinha
    Crivada de mamiquinha?
    Pode haver coisa no mundo
    Mais travessa, mais tontinha
    Que esse amor de cachorrinha
    Quando vem fazer festinha
    Remexendo a traseirinha?

    Uau,uau,uau,uau!
    Uau,uau,uau,uau!

    Tudo é uma questão de interpretação.

    • danividal disse:

      Jean,
      Você foi em um ponto certíssimo. Muitos não lembram das marchinhas:
      “A pipa do vovô não sobe mais…”

    • Karina disse:

      Marcos

      Neste caso não é uma questão de interpretação. Vinícius de Morais se referia claramente a um bichinho de estimação. Aliás, ele tem toda uma obra (A Arca de Noé) dedicado às crianças, com músicas sobre bichinhos. Por favor, não dá para comparar com o lixo musical intitulado pagode baiano e funk!

  9. Beatriz disse:

    Realmente você tocou em um assunto polêmico. Como fã da (boa) música brasileira, sinto falta de letras que diziam:”Tu és, divina e graciosa ,estátua majestosa do amor, por Deus esculturada e formada com ardor, da alma da mais linda flor, de mais ativo olor. Que na vida é preferida pelo beija-flor” eternizada pelo saudoso Pixinguinha, que valorizam e muito a imagem feminina. Não ouço funk, pagode baiano nem hip-hop, pois, na minha opinião, as “letras” não agregam valor algum à nossa cultura assim como, não discrimino as mulheres que gostam de dançar esses ritmos. Acredito sim, que essas “músicas” prejudicam a imagem da mulher, pois adjetivos como “cachorra”, “ordinária” e tantos outros que povoam a MPB(Música Prapular Baiana) além, das “criativas” e “sensuais” coreografias, só tendem a banalizar ainda mais a nossa imagem.
    Para aquelas e aqueles que gostam de ouvir o hip-hop americano que realmente, alguns são piores do que o pagode, sugiro ouvir a música “Woman in Chains” da banda inglesa “Tears for Fears”, pois a letra fala em “mulher acorrentada”, o que de uma certa maneira, se submeter a ouvir e aprovar músicas que só denigrem a nossa imagem não deixa de ser, ainda que de forma implícita, uma forma de escravidão.

  10. Marcos disse:

    A mesma lástima ocorre em vários outros canais de comunicação e eventos na Bahia, sendo o ápice o carnaval de Salvador. O processo de atrofia cerebral desenrola-se há muitos anos, sufocando qualquer sinal de inteligência musical que ouse surgir no cenário cultural.

  11. Jose Carlos disse:

    O pagode e músicas do gênero foram importantes para emancipar o papel da mulher e quebrar tabus em torno da sexualidade feminina. No entanto, existe uma armadilha e as mulheres que dançam achando que estão fazendo de forma independente e autônoma em relação ao seu corpo não percebe que estão se expondo e satisfazendo os instintos sexuais masculinos e, pior, a sensação de poder que os homens tem sobre as mulheres e que começam na cama e terminam na sociedade, no mercado de trabalho, etc. O pagodão e o funk sempre manifestam nas pessoas reações e instintos primitivos (sobretudo complementado pelos efeitos do álcool). A questão é: posso me divertir com consciência ou a única forma é apertar o botão “automático” e me deixar levar pelo instinto irracional? Posso exprimir minha sexualidade de forma autoafirmativa ou estarei me submetendo a uma posição subserviente na relação (sexual, profissional, social) com os homens? A melhor resposta para essas questões está na educação, no bom senso e na personalidade de cada mulher.

    • danividal disse:

      José Carlos,
      Acredito que hoje, nós mulheres, conseguimos -- ou pelo menos tentamos -- um direto fundamental. Ser o que quisermos ser. Independente do que a sociedade acha correto. Se quer ser mãe de família tradicional ou profissional do sexo nas ruas, que seja por um desejo seu. Não porque os outros ou o fator socioeconomico a levou a isso. Acho que a maior liberdade é ser o que se quer.
      E isso não apenas para as mulheres.. para os homens também.

  12. Penny Lane disse:

    “O Funk carioca não fica muito atrás” -- o funk é o pior, até a pedofilia eles fazem alusão. ACORDA, BRASIL.

  13. cinha disse:

    É impressionante como essas letras denigrem a imagem da mulher,deveria ser diferente; as músicas deveriam enaltecer nossas belezas, já basta a baixa autoestima que muitas têm, pelo fato de ser gorda,magra,baixa,alta,branca ou preta, ainda vem um compositor e escreve algo colocando a gente mais para baixo. Damos um duro danado para arrumar cabelo,emagrecer,limpeza de pele, depilação,academia,drenagem linfática e mais várias outras coisas…depois de arrumar casa,fazer comida, cuidar de criança e marido e ainda temos que ficar bonita para o marido..aí vem uma música e chama de canhão, cachorra,urubu,ralar a chana não sei aonde….chega não é???!!!!!

  14. Matheus disse:

    Realmente axo uma falta de respeito com as mulheres todos esse “elogios”. Porem eu acredito que não exista ninguem que por ventura estaja ouvindo um pagode ou um funk e não balance ao menos o pé. É obviu que não é uma musica que acrescenta nada a ninguém, mas ela ao menos diverte.

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  16. kamila disse:

    Concordo que tudo isso é um absurdo… mesmo assim gosto de dançar funk kkkkk
    Assim, aqueles muito baixo nivel me faz sentir mal, mas existem uns que da ate p/ relevar a letra. Gosto pela batida, podiam colocar qualquer letra que eu gostaria.

    Mas realmente é degradante p/ nos mulheres, vejo meninas novinhas dançando vulgarmente, nossa HORRIVEL! fazendo posiçoes que só vejo no funk e em relaçoes sexuais… acho que o povo devia pegar mais leve… mas sei que nao vao fazer isso, pq é disso que o povo gosta neh!

  17. marcel disse:

    Isto não é uma questão só das mulheres, mas sim da demência que as pessoas se encontram.

  18. Cal disse:

    Esses tipos de “MUSICAS”, não tem nada haver com a nossa cultura e sim com a DESVALORIZAÇÃO das mulheres. E por causa de uma todas levam a fama, pois chegar em uma festa só rola pagode “BOTA A CETA NO PAU”, SOBE NO TETO DO MEU CARRÃO E MOSTRA O PACOTÃO”, “RELAXE NA BICA” isso é tipo de música que uma mulher de verdade dance? Precisamos nós mulheres nos valorizarmos de verdade e mostrar a essas bandas de pagode que uma mulher precisa ser VALORIZADA e não DESVALORIZADA.

  19. Adnete disse:

    Acredito que o carnaval da Bahia já foi bonito de se ver, com música inteligíveisl e fazia mais sucesso do que agora. Músicas como a de Araketu, Banda Mel, Netinho, Banda Reflexos, tais como Força e pudor liberdade ao povo do Pelô, Pra quem mora lá no morro, pra quem vive nas encostas, Tun Tun bateu, a saudade bateu que doeu. As músicas retratavam por trás da alegria, a história e o sentimento do nosso povo.
    O que estar faltando é criatividade as letras das músicas estão cada vez mais pobre. E o nível cada vez mais baixo, incitando algumas delas ao desrespeito e o aumento da violência ao sexo feminino.
    Já fui a muitos carnavais aqui em Salvador, mas hoje em dia com a falta de criatividade dos nossos cantores e compositores de forma geral não estou fazendo nem questão. Parece estar tudo muito repetitivo e com essa mania de todo ano ter uma dança diferente, os pagodeiros se acham no direito de inventar tudo o que é babaguice.

  20. Adnete disse:

    Acredito que o carnaval da Bahia já foi bonito de se ver, pois as músicas como a de Araketu, Banda Mel, Netinho, Banda Refluxus retratavam a história e o sentimento do povo baiano, tais como Força e pudor liberdade ao povo do Pelô, Pra quem mora lá no morro, pra quem vive nas encostas… e por aí vai.
    O que estar faltando é criatividade dos cantores e compositores de modo geral. E com essa mania de todo ano ter que ter uma dança nova, os pagodeiro de plantão abusam de forma extremamente vulgar nas letras. Incitando muitas vezes a violencia e ao desrespeito ao sexo feminino. Quanto ao funk carioca, nada mais é que uma cópia adaptada do pagode baiano. Aqui nada se cria tudo se copia, que o diga as bandas de forró, que agora não passam de um monte de mulher remexendo traseiro com um shortinho bem minúsculo.

  21. Ana Mirandela disse:

    As músicas baianas nunca foram as mais bonitas do mundo mas estão um lixo. Parecem que baiano tem raiva de mulher ! Só baixaria, xingamentos, obscenidades e o pior é que você é chamada de fresca ou então taxada de beata quando reclama.

    Queria saber porque as músicas decaíram tanto.Até o axé entrou nessa… se antes falavam de amor, carinho, festa e alegria, hoje só incentiva o sexo sem compromisso e o desamor. Eu adoro os ritmos, então, porque não fazem músicas que tenham letras melhores ?

    Fico besta quando vejo menina nova repetindo idiotices do tipo “Quer um romance compra um livro, quer fidelidade compra um cachorro, quer amor vai pro colo da mamãe…” e repetem isso com o se fosse uma coisa linda. Um bando de coitadas que chegam na casa dos vinte anos sem a alegria de ter um relacionamento sério, baseado em amor e carinho.

    • danividal disse:

      Ana Mirandela,
      Isso me assusta também. Acho que algumas pessoas atrapalham a liberdade com libertinagem. Se você é uma pessoa com liberdade para ser o que quer, inclusive libertina. O problema é quando acham que são sinonimos.
      Parece que para estar na moda tem que parecer desinteressada em amor, em romance ou qualquer coisa que denote relação. Como se isso fosse uma fraqueza.

  22. meire disse:

    Acredito que como formadora de opinião(sou professora) tenho a obrigação de alertar meus alunos sobre o baixo nível das músicas que eles infelizmente,por prazer ou por falta de opção,mais ouvem.È lamentável ver não só as mulheres sendo desvalorizadas e celebrando isso em ritmo contagiante porém nada pensante,como também constatar que os autores dessas músicas(os homens) não conseguem elaborar nada mais inteligente.Pagode,funk,hip hop poderiam ser ritmos respeitados pois agradam a muitos pela batida,mas não respeitam a maioria em suas letras.Pena que a massa que mais curte,dança e reproduz esse estilo não consiga refletir ou mesmo atentar para isso.

  23. Luciano disse:

    Seria melhor vcs procurarem uma forma de melhorar a educação no pais através de protestos e votos conscientes. Ficar discutindo essa babaquice não vai mudar nada.

  24. claudia silva disse:

    Deus q me livre, essas bandinhas de pagode baiano deveriam todas irem para o lixo de onde nunca deveriam ter saido junto com o funk pancadão,só falam porcaria,coisa mesmo de um povo sem cultura e educação!!!

  25. MOISES disse:

    ACHO QUE A GALERA DEVERIA SE PREOCUPAR MAIS COM O AUMENTO DO SALARIO MINIMO,QUANTO MAIS DINHEIRO MAIS PODER DE COMPRA.AI O POVO PODE COMPRAR MAIS CDS E DVDS DAS BANDAS DE DE PAGODE,FUNK,E RAP..VAI SER UMA MARAVILHA.UAU…….

  26. Jassi disse:

    QUEM GOSTA DE PORCARIA VEM PRA BAHIA………………….

    A QUE PONTO CHEGOU A MUSICA DA BAeeeeeeeeeeeeeeeeeeea

    BAIANO/SOTERAPOLITANO PARECE QUE ELES TEM RAIVA DE MULHER, SERA POR QUE? TAMBEM É TANTO GAY

    JA VIU ESSAS BANDINHAS DA NOJO

    ACORDA MULHERES!!! SE VALORIZEM E POR ISSO QUE HA TANTO ASSASSINATO
    E PRA OS HOMENS É COMO SE MATASSE UMA BARATA DÃO SEMPRE RAZÃO A ELES (DEVIA SER UMA VAGABUNDA)

  27. Alberto Ferreira disse:

    O que essas músicas, pagode, funk carioca e muitos raps americanos refletem o que ocorre com o grosso do gosto popular dos nossos dias. A música descomprometida de letra com finalidade dançante não tem nada de negativo, aliás é até necessária, mas o excesso, nesses casos, reflete o vazio cultural vigente. O comportamento e mentalidade das pessoas é refletido nas músicas e suas letras, o que por sua vez realimentará de uma forma sem fim, essa mediocridade. A banalização do termo eclético (muitos que ouvem tantas porcarias repetem essa besteira e se auto denominam assim) serve de desculpa ou justificativa para os que as escutam e gostam. A mesma coisa se verifica aos milhares de telespectadores que assistem e gostam do Big Brother e outros congêneres, toda essa imbecilização travestida de falsa liberdade de escolha. mentes escravizadas que se julgam livres, esse é o pior tipo de escravidão. Os enlatados dos USA em forma de alimentos e cultura citado pela Legião Urbana em geração coca-cola, agora são também parte da nossa atônita industria musical, e a preocupação é quem vai cuspir o lixo de volta em cima de quem. Podemos até ficar indignado Porém ” a nossa indignação é uma mosca sem assas, não ultrapassa a janela de nossas casas”.

  28. Vinícius disse:

    Vc gostar ou dançar esses ritimos de músicas eu realmente acho que não vai mudar o carater da pessoa, porém só não acho bonito os pais colocarem as crianças inocentes com mini saias e dançando, (rala a perereca no chão, ou vai cachorra).

  29. Ricardo disse:

    Fora a óbvia “usificação” das mulheres, outros temas recorrentes destas culturas (hip-hop, funk, pagode nem tanto), são álcool e armas. Para se ter uma idéia o psicanalista francês Clotaire Rapaille no seu livro Codigo Cultural indica mais de 2000 musicas com referência direta ou indireta sobre álcool entre os anos de 1994 e 2000. É tão absurdo que a indústria percebeu a brecha e lançou no mercado um wisky com nome Colt 45. Para quem não conhece marca e calibre de uma determinada pistola).
    Então nós alimentamos a indústria e somos propagadores desta idéia? Ou a indústria é tão forte que nos corrompe e passamos a achar tudo normal?
    Bunda de fora, rebolar na voquinha da garrafa. Beber até cair, ouvir um esilo musical que descende e atravessa outros é complicado porque ao mesmo tempo que te liberta para novas experiência te leva a um cilco vicioso que sustenta suas vontades reprimidas e apaga as dores não concebidas por verdades não relevadas por quem as possui e não levada a sério por quem as consome.

  30. Dinialy disse:

    Pois eh,vc tocou em um assunto mto polêmio.Sem dúvida alguma essas música denigrem a imagem da mulher na nossa sociedade.
    Se antes de morrer eu consegui entender a cabeça das mulheres,o q se passa pra elas se rebaixarem a um papel desses eu morreria feliz.
    Entendo que elas pensam ser aquilo um elogio.Eu me sinto prejudicada,mesmo ñ me expondo a esse papel.
    São cada besteiras acompanhada de um melodia q…..vou te contar.

  31. lucci moura disse:

    sim 90% das músicas de pagode,funk e hip hop são de baixissimo nivel. “Os compositores” destas mesmas não se importam, porque tem quem vão ouvir, dançar e cantar suas músicas sem nenhum pudor ou vergonha.

  32. Hiko guedes disse:

    Se a música tivesse o poder de mudar alguma coisa ja teria mudado, uma vez que muitas bandas e muitas musicas enganjadas protestando e lutando pelos direitos de todos nunca mudaram nada… Porque imaginar que alguns rappers, funkeiros, pagodeiros ou seja lá o gênero ou título, cantem qualquer coisa a ponto de fazer uma mulher mudar de opniao ou de atitude?
    E outra o hip-hop sofre hoje uma mutação natural, os hiphoppers antigamente precisavam lutar naqueles tempos… Onde a. Discriminação era cruel…hoje um 50cent da vida apenas se benificia do resultado da luta o que e natural… Hoje os rappers pobres enriquecem vendendo milhões, compram carros, mansões, empresas, boates… O que há de errado com isso ? Muitos tem programas assistenciais em suas áreas e tiram muitos jovem da criminalidade… Duvidam ?

  33. Alex disse:

    se todo mundo dar opiniao,claro que vai ter varias diferente.e qual seria a opiniao de deus.para que ta feio,as mulheres a cada dia estar perdendo o respeito com essas porcarias que nem musicas sao.pensa ai vc passando com sua familia e deparar com esse tipo de musica,SERA QUE E A VONTADE DE DEUS.ESSE MUNDO TA PODRE!!!!!!!!!!!

  34. SANTOS disse:

    O FORÚM É ANTIGO MAS MESMO ASSIM VOU FAZER MEU COMENTÁRIO, QUE É MUITO OPORTUNO E FICO FELIZ QUE UMA GRANDE MAIORIA NÃO GOSTA DESSES TIPOS DE LETRAS(NÃO PROPRIAMENTE DO RITMO) MUSICAIS.

    INFELIZMENTE ESSE TIPO DE LETRAS SEMPRE VAI EXISTIR.SEMPRE EXISTIU E SEMPRE EXISTIRÁ.PORQUE TUDO QUE GERA POLÊMICA QUE É PROIBIDO PELA NOSSA SOCIEDADE MORAL OU AGUÇA OS DESEJOS MAIS PRIMITIVOS DO SER HUMANO, OS DESEJOS CARNAIS, SEXO, SEXO, SEXO, CAUSA AUDIÊNÇIA, CURIOSIDADE, IBOPE, E COMO DIZ, TUDO QUE É MUITO PROIBIDO É MAIS INTERESSANTE.

    POR OUTRO LADO, ESSES ARTISTAS QUE TRABALHAM EM CIMA DESSAS LETRAS NÃO ESTÃO NEM AÍ SE VÃO GERAR UMA CULTURA NEGATIVA PRA SOCIEDADE.ELES SÓ PENSAM, INFELIZMENTE, EM UMA COISA SÓ: DINHEIRO E MAIS DINHEIRO.

    SÓU DO RIO DE JANEIRO E NOS ÚLTIMOS 8 MESES TENHO OBSERVADO DE PERTO UM VERDADEIRO TRABALHO, UM INVESTIMENTO MUITO PESADO DE EMPRESÁRIOS E ARTISTAS QUE TRABALHAM COM O PÚBLICO JOVEM TENTANDO DE TODAS AS MANEIRAS INFLUENÇIÁ LOS DE TAL FORMA QUE ISSO VIRE UM RETORNO FORTE E RÁPIDO EM FORMA DE DINHEIRO PROS SEUS BOLSOS.ELES SÓ PENSAM EM ENRIQUEÇER, MESMO QUE PRA ISSO TENHAM QUE PAGAR O PREÇO DE VER ADOLESÇENTES E JOVENS SE MATANDO DE TANTO FUMAR, CONSUMIR ALCÓOL E FAZER SEXO, SEXO, E SÓ SEXO.

    ELES NÃO ESTÃO NEM AÍ.O NEGÓÇIO É O RETORNO RÁPIDO EM FORMA DE DINHEIRO.

  35. gabriel disse:

    poha meu essas musicais sao imorais e os kras ainda dizem q gostam de mulher…se els gostassem tratavam elas melhor…
    odeio esses estilos de musica
    musica msm e o rock n roll

  36. Tamerat disse:

    Mas e0quela e9poca meu senso de ridedculo era inversamente nrpporciooal e0 quantidade de hormf4nios, e junto com alguns amigos tambe9m portadores de apareancia especial, tivemos a grande ide9ia de formar uma banda de pagode.Sim, senhores, peaape1 geaf3jf3 deae9dea. Pagode.Apesar de roqueiros, adotamos o pragmatismo daquele russo precursor do moonwalk, “um passo atre1s para dois e0 frente”. Era o auge do pagode, com bandas do naipe de Katinguelea, Karametade, Molejo e Sf3 no Sapatinho. Nas festinhas de 15 anos, sf3 se ouvia o hit “varre pra esquerda, varre pra direita, levanta poeira que essa dane7a e9 porreta.” Ter uma banda de pagode era como ouvir o Silvio Santos dizer “que se abram as portas da esperane7a” e de le1 saedrem todas as dane7arinas de palco do Domingo Legal para acabar de vez com nossa virgindade. SEN-SA-CIO-NALViva o proletariado!!

  37. RENATA DE OLIVEIRA GOMES disse:

    Bom Dia!

    prejudicam a imagem da mulher? Ao dançar, elas não estão se dando valor? Ou isso não tem fundamento e faz parte do movimento cultural?

    Por mais que isso seja uma afirmação possa parecer estranha e inaceitável para parte de um grupo da sociedade, funk é movimento cultural no sentido de que é acompanhado por um determinado grupo social e em determinado local e período…engana-se quem pensa que cultura se restringe apenas pelo fato de ser uma coisa harmoniosa e educada…é bem mais que nosso simples olhar.

  38. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkakakakaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaakaaaaaaaakkkkkaaaaaaaakakakakakakakaaaaaaaaaakkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  39. henrique de Jesus disse:

    sou baiano pagodeiro nato, ñ to aqui pra julgar quem ta certo ou errado, mas so difo o seguinte, e o que mais se ver na frente dos palcos saos as mulheres dancando, se expondo e gritando por esses msms que a ridicularizam, ai vem, de quem é aculpa?

  40. Nicolas Neves disse:

    Eu mais do que aprovo seu ponto de vista. O triste é como a mulher permite a própria objetização e contribui para o status social que tem atualmente. A nossa sociedade já é machista por excelência (infelizmente) e com músicas e outras formas de exaltar apenas a sexualidade feminina, cairemos -- se é que já não caímos há tempos -- numa espiral de machismo, que nunca terá um fim. Excelente texto, parabéns pelo seu ponto de vista.

  41. emerson disse:

    eu nao sabia que as musicas de hip hop americano era dao vulga assim

  42. mirela disse:

    eu acho isso mto ridiculo, mas ainda mais ridiculo e quando a mulher ver esse tipo de musica ii ainda curte……………….

  43. rafaela disse:

    as vezes sim as mulheres nao se valorizam mais tem aquelas mulheres de familia que nao tem nada ver com isso

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