QUEM CORRIGE A ESCRITA DO WhatsApp!

 

 

Conversando e interagindo

O WhatsApp Messenger é um mensageiro para smartphones disponível para telefones Android, BlackBerry, iPhone, Windows Phone e Nokia. O WhatsApp utiliza a sua rede 3G ou Wi-Fi (quando disponível) para enviar mensagens para seus amigos e família.

A partir desse canal de intera√ß√£o, extra√≠ alguns di√°logos interessante e carentes de corre√ß√Ķes de acordo com a NORMA PADR√ÉO!

Vamos a eles e quero que vocês leitores, identifiquem, corrijam ou solicitem correção!

1) Os nachos mexicanos do WhattsApp.

Os nachos mexicanos

2) As elei√ß√Ķes em destaque no WhatsApp.

As elei√ß√Ķes no WhatsApp

3) As rela√ß√Ķes de casais no WhatsApp.

Surpresas do WhattsApp

4) A sala de aula no WhatsApp!

Aula anormal!

5) O amor no WhatsApp!

O Amor e o Coração

6) A cabeça e o coração no WhatsApp!

Desligue n√£o!

7) Conversando com o AL√ČM no WhatsApp!

Comunica√ß√£o com o AL√ČM!

8) Conversando pessoalmente no WhatsApp!

Pessoalmente pertos!

9) Candidato e os Shows de Manaus no WhatsApp!

O candidato e os Shows

10) O dinheiro compra a corrupção no WhatsApp!

O dinheiro e a corrupção!

11) A Leitura em discuss√£o no WhatsApp!

 

O diálogo em código gráficos

12) Como conquistar uma garota no WhatsApp. (Acesse o link):

http://www.youtube.com/watch?v=xYiD9qE5P8U

Enquanto isso na China j√° existe o seguinte:

WhatsApp chinês

Enquanto isso chega ao Brasil:

“O aplicativo chin√™s de maior sucesso no exterior, o WeChat, acabou de chegar ao Brasil – numa campanha estrelada pelo astro do Barcelona Lionel Messi – e deve sacudir o mercado. Ou deveria. Trata-se de algo semelhante ao What’sApp, mas com fun√ß√Ķes de rede social tamb√©m.

Criado pela companhia Tencent, gigante da internet chinesa, com sede na cidade de Shenzhen, bem ao lado de Hong Kong, o WeChat nasceu como Weixin em 2011, no que deveria ser uma alternativa – para n√£o dizer c√≥pia – ao What’sApp. Mas com bem mais fun√ß√Ķes…”

Vamos √†s corre√ß√Ķes que acharem necess√°rias, car√≠ssimos leitores!

Um abraço,
Adil Lyra


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O Gigol√ī das Palavras

Ao longo da realiza√ß√£o da Copa do Mundo de Futebol, no Brasil, postamos aqui cinco cr√īnicas esportivas de renomados escritores brasileiros, dentre eles, Luis Fernando Ver√≠ssimo, escritor ga√ļcho que tem a L√≠ngua Portuguesa e a Gram√°tica, como dois de seus temas prediletos. √Č incr√≠vel a recorr√™ncia delas em sua produ√ß√£o textual, principalmente nas cr√īnicas liter√°rias.

O texto, a seguir, √© mais um de Ver√≠ssimo com essa tem√°tica. Como provoca√ß√£o, desafio voc√™, Leitor (a), tentar descobrir, nos dois √ļltimos par√°grafos, quem Ver√≠ssimo compara com a Gram√°tica.

Aquilo que poderia resultar em algo vulgar nas mãos de outros; sob a pena de Luis Fernando Veríssimo, ganha humor, inteligência e refinamento.

√ďtima Leitura!

www.veredasdalingua.blogspot.com

O Gigol√ī das Palavras

Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram em minha casa numa mesma miss√£o designada por seu professor de Portugu√™s: saber se eu considerava o estudo da Gram√°tica indispens√°vel para aprender e usar a nossa ou qualquer outra l√≠ngua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opini√Ķes. Suspeitei de sa√≠da que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com suas afrontas √†s leis da l√≠ngua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. J√° estava at√© preparando, √†s pressas, minha defesa (‚ÄúCulpa da revis√£o!‚ÄĚ). Mas os alunos desfizeram o equ√≠voco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Voc√™s t√™m certeza de que n√£o pegaram o Ver√≠ssimo errado? N√£o. Ent√£o vamos em frente.

Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, √© um meio de comunica√ß√£o e deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras b√°sicas da Gram√°tica, para evitar os vexames mais gritantes, as outras s√£o dispens√°veis. A sintaxe √© uma quest√£o de uso de princ√≠pios. Escrever bem √© escrever claro, n√£o necessariamente certo. Por exemplo: dizer ‚Äúescrever claro‚ÄĚ n√£o √© certo, mas √© claro, certo?¬† O importante √© comunicar. (E quando poss√≠vel surpreender, iluminar, divertir, comover… Mas a√≠ entramos na √°rea do talento, que tamb√©m n√£o tem nada a ver com a Gram√°tica). A Gram√°tica √© o esqueleto da l√≠ngua. S√≥ predomina nas l√≠nguas mortas, e a√≠ de interesse restrito a necr√≥logos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras √© de reprova√ß√£o pelo Portugu√™s ainda estar vivo. Eles s√≥ est√£o esperando, fardados, que o Portugu√™s morra para poderem carregar o caix√£o e escrever sua aut√≥psia definitiva. √Č o esqueleto que nos traz de p√©, certo, mas ele n√£o informa nada, como a Gram√°tica √© a estrutura da l√≠ngua, mas sozinha n√£o diz nada, n√£o tem futuro. As m√ļmias conversam entre si em Gram√°tica pura.

Claro que eu n√£o disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implic√Ęncia com a gram√°tica na certa se devia √† minha pouca intimidade com ela. Sempre fui p√©ssimo em Portugu√™s. Mas ‚Äď isto eu disse ‚Äď vejam voc√™s, a intimidade com a Gram√°tica √© t√£o dispens√°vel que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inoc√™ncia na mat√©ria. Sou um gigol√ī das palavras. Vivo √†s suas custas. E tenho com elas a exemplar conduta de um c√°ften profissional. Abuso delas. S√≥ uso as que eu conhe√ßo, as desconhecidas s√£o perigosas e potencialmente trai√ßoeiras. Exijo submiss√£o. N√£o raro, pe√ßo delas reflex√Ķes inomin√°veis para satisfazer um gesto passageiro. Maltrato-as, sem d√ļvida. E jamais me deixo dominar por elas. N√£o me meto na sua vida particular. N√£o me interessa seu passado, suas origens, sua fam√≠lia nem o que outros j√° fizeram com elas. Se bem que n√£o tenha tamb√©m o m√≠nimo escr√ļpulo em roub√°-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. Algumas s√£o de baix√≠ssimo cal√£o. N√£o merecem o m√≠nimo respeito.

Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria t√£o ineficiente quanto um gigol√ī que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a defer√™ncia de um namorado ou com a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obs√©quios ele consentiria em sair com elas em p√ļblico, alvo da impiedosa aten√ß√£o de lexic√≥grafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjun√ß√£o. A Gram√°tica precisa apanhar todos os dias para saber quem √© que manda.

Luís Fernando Veríssimo

Abraços Fraternos,

Paulo Jorge


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A LINGUAGEM TEXTUAL ENSINA GRAM√ĀTICA

 

 

A língua e a gramática

Ainda ou√ßo alguns poucos colegas professores, gra√ßas a Deus s√£o poucos, comentarem ser inadmiss√≠vel n√£o ensinar GRAM√ĀTICA como “antigamente”! H√° os que dir√£o, ah, mas s√£o pessoas tamb√©m antigas pela idade e, portanto, ultrapassadas. Nada disso, conhe√ßo colegas professores e amigos jovens que n√£o abrem m√£os e cabe√ßa de se ensinar a gram√°tica daquela forma. Acham que a gram√°tica deve ser ensinada como foco principal para se aprender a l√≠ngua. Isso faz parte de meu tempo de estudante em que tive de memorizar as regras e as exce√ß√Ķes. O professor deve ensinar seus estudantes a refletirem sobre a L√ćNGUA e o uso atrav√©s da LINGUAGEM escolhida para o texto que usarem. Assim o estudante pensa, analisa, reflete, aprende e aplica na vida social em benef√≠cio de seu crescimento intelectual, f√≠sico, mental, pessoal, interpessoal. Assim a linguagem estar√° ensinando melhor a gram√°tica que vive nos texto verbais e n√£o verbais!

Gram√°tica de Evanildo Bechara

Na verdade, ensinamos gram√°tica sim. A grande diferen√ßa est√° em considerar o texto o ponto de partida, de percurso e de conclus√£o onde passeia a GRAM√ĀTICA. A linguagem textual conduz leve e profundamente a aprendizagem sistem√°tica da L√≠ngua P√°tria, pois a L√ćNGUA MATERNA vem de ber√ßo. A√≠, √© claro, vai depender do ber√ßo. Bechara disse que “A l√≠ngua tem de ser ensinada na escola, e, conforme o linguista franc√™s Ernest Tonnelat (1927:167), o ensino escolar ‘tem de assentar necessariamente numa regulamenta√ß√£o IMPERATIVA’. Assim, a gram√°tica normativa tem o seu lugar e n√£o se anula diante da gram√°tica descritiva.”

Falar bem ou mal

Como disse, a l√≠ngua materna traz a identidade de cada usu√°rio de nossa l√≠ngua p√°tria, ou seja, cada pessoa j√° sabe usar a l√≠ngua com sua linguagem particular, pessoal, internalizada pela necessidade di√°ria desde crian√ßa. Ent√£o n√£o h√° como negar seu conhecimento da gram√°tica pelo uso de g√™neros textuais diversos. √Č por esse percurso que a encontramos bem ou mal. Ah, mas vai deixar ficar expressando mal sua gram√°tica di√°ria? Claro que n√£o! A√≠ √© que entra o ensino da escola para sistematizar o jeito de cada pessoa se expressar nos v√°rios √Ęmbitos sociais. Todos t√™m direito, mas muitos n√£o t√™m oportunidade de acesso a essa sistematiza√ß√£o da aprendizagem, mas sobrevivem.

Vejamos um caso desses na imagem a seguir:

A linguagem da sobrevivência

Agora quem pode me responder, caros leitor e leitora onde foi que voc√™s n√£o entenderam a informa√ß√£o da imagem acima?! Vejam que se associarmos o texto verbal e o n√£o verbal √† nossa biblioteca cultural, entenderemos claramente a informa√ß√£o e at√© compraremos o produto posto √† venda. Pois √© da√≠, de um texto desse, que o professor desenvolve conhecimentos sobre o uso da express√£o oral e escrita, imag√©tica, por cores e/ou sonora e o posicionamento textual de cada imagem, som, cor, palavra, frase, par√°grafos, descobrindo as variadas fun√ß√Ķes gramaticais e atribuindo¬† diversos sentidos/significados!

Assim, através das diversas linguagens, aprendemos a gramática no texto de cada um com competência e habilidades para aplicá-la em nossa vida diária, obtendo melhores resultados e, até, prestígio social!

Por enquanto, peço que reflitam, analisem e comentem ao final deste texto!

Um abraço!

Adil Lyra

 

 

 

 

 


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O Maior dos Fonemas

www.imaqui.com

Para muitos usuários da Língua Portuguesa, a ortografia representa uma dificuldade a mais quando é necessário produzir textos que estejam de acordo com a variante padrão da nossa língua.

Nesta postagem, listamos e explicamos 10 pares de express√Ķes ortogr√°ficas que cont√™m a letra A em seu in√≠cio, pelo menos em uma das express√Ķes relacionadas.

N√£o se esque√ßa de que se adquire a internaliza√ß√£o da grafia correta de palavras e express√Ķes ortogr√°ficas por meio de reflex√£o e uso da l√≠ngua, ou seja, pela constante leitura e produ√ß√£o textual.

Veja:

www.erxdobrasil.com.br

1) A /  Há

A: usado em tempo futuro ou proximidade.
Ex. O Natal começará daqui a alguns meses.
Ela sentou-se a poucos metros de mim.

Há: refere-se à 3ª pessoa do singular do verbo Haver. Pode ser utilizado no sentido de Existir e Fazer.
Ex. H√° manifesta√ß√Ķes em alguns shoppings da cidade
A presidente esteve em Salvador há um mês.

2) Abaixo /A baixo

Abaixo: significa em posição inferior.
Ex. Os resultados na Economia est√£o abaixo do esperado.

A baixo: o mesmo que ‚Äúpara baixo‚ÄĚ.
Ex. Escorregou ladeira a baixo.

3) A cerca de / Acerca de / H√° cerca de

A cerca de: um sin√īnimo para ‚Äúaproximadamente‚ÄĚ.
Ex. A reunião aconteceu a cerca de duas quadras do Ministério da Educação.

Acerca de: pode ser substitu√≠do por ‚Äúa respeito de‚ÄĚ.
Ex. Conversamos acerca de política.

H√° cerca de: exprime ideia de tempo decorrido.
Ex. Ela esteve aqui h√° cerca de uma semana.

4) A fim / Afim

A fim: significa finalidade.
Ex. Chegou mais cedo à repartição, a fim de preparar o treinamento dos funcionários.

Afim: possui o sentido de afinidade. Sempre aparece no plural.
Ex. São políticos de ideias afins.

5) À medida que / Na medida em que

À medida que: expressa o sentido de simultaneidade.
Ex. À medida que o trem passava, as casas iam rareando.

Na medida em que: equivale a ‚Äúj√° que‚ÄĚ, ‚Äúuma vez que‚ÄĚ.
Ex. Na medida em que n√£o se preocupou com os estudos, foi reprovado.

6) A menos de / H√° menos de

A menos de: ideia de tempo futuro ou dist√Ęncia.
Ex. Estamos a menos de dois meses do início da primavera.
Em minutos, ficaremos a cem metros de Irecê.

H√° menos de: usado em ideias de tempo passado.
Ex. Saiu da empresa a menos de três meses.

7) Ao encontro de / De encontro a

Ao encontro de: na mesma dire√ß√£o, concord√Ęncia.
Ex. Felizmente, minhas ideias v√£o ao encontro das suas.

De encontro a: direção contrária, oposição.
Ex. Infelizmente, minhas ideias vão de encontro às suas.

8) Ao invés de / Em vez de

Ao inv√©s de: indica a√ß√Ķes ant√īnimas, contr√°rias.
Ex. Naquela situação, ao invés de chorar, sorriu.

Em vez de: expressa ideia de substituição.
Ex. Em vez de dormir, preferiu ver tevê.

Obs.: Em vez de pode ser usado em qualquer situação.

9) Aonde / Onde

Aonde: deve ser usado com verbos que indicam movimento.
Ex. Aonde esses jovens querem chegar, meu Deus!

Onde: utilizado com verbos que n√£o indicam movimento.
Ex. Esta √© escola onde estudei na minha inf√Ęncia.
Onde você está? Falou ao celular.

10) À-toa / À toa

√Ä-toa: in√ļtil, desprez√≠vel.
Ex. Era um homem à-toa.

À toa: inutilmente, a esmo.
Ex. Andava à toa na vida o meu amor me chamou.

Abraços Fraternos,

Paulo Jorge


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A PEDRA: O SENTIDO √Č TODO SEU!

 

 

Pedras de construção

Muitas vezes escrevemos ou falamos ideias que provocam d√ļvidas ou geram uma s√≥ certeza para o leitor. Assim, introduzirei este texto explicando o conceito de denota√ß√£o que √© justamente o resultado da uni√£o existente entre o significante ou¬†plano da express√£o, ou seja, o modo como o locutor diz ou escreve suas ideias a qual vem carregada de sons¬†e o significado ou¬†plano do conte√ļdo que tr√°s a parte intelig√≠vel, o conceito, o sentido real das ideias.

J√° a conota√ß√£o resulta do acr√©scimo de outros significados paralelos ao significado de base da palavra, isto √©, um outro plano de conte√ļdo pode ser combinado ao plano da express√£o. Este outro plano de conte√ļdo reveste-se de impress√Ķes, valores afetivos e sociais, negativos ou positivos, rea√ß√Ķes ps√≠quicas que um signo tr√°s.

Desta forma, o sentido conotativo difere de uma cultura para outra, de uma classe social para outra, de uma √©poca a outra. Por exemplo, as palavras namorar, paquerar, ficar, zoar. Depois as palavras pedra, dificuldade, obst√°culo, base, banco, in√≠cio de um projeto, t√™m sentidos praticamente iguais, mas t√™m conte√ļdos conotativos diversos, principalmente se pensarmos no prest√≠gio que cada uma delas tr√°s.

(Trecho adaptado de https://sites.google.com/site/aulasdeportuguesonline/modulo-3/conotacao)

A Pedra e o Homem

Se pensarmos nas pedras que Ant√īnio Pereira apresentou, identificaremos sentidos diversos de acordo com a natureza e a sociedade daqueles que a usaram. Ele mostra que os distra√≠dos trope√ßam e nesse instante a pedra passa a ser obst√°culo. Depois lembra que h√° aqueles que aproveitam a pedra para atingir o outro. Mas mostra tamb√©m que os homens que gostam de transformar, desenvolvem a vida deles construindo pr√©dios, oferecendo teto e ganhando dinheiro. No campo, zona rural, o homem cansado de sua lida faz da pedra seu lugar de repouso e senta-se ou deita-se.

A√≠ v√™m os meninos com sua inf√Ęncia, pegam as pedras e v√£o inventa de brincar. Brincam de amarelinha, de badogue, de 5 marias, de pedra, papel, tesoura e por a√≠ v√£o dando um sentido leve, descontra√≠do e alegre √† PEDRA. A√≠ Drummond, de meu amigo Drummondiano Paulo Jorge, faz a pedra rimar com a dor da vida de algu√©m e nem se sabe quem, mas qualquer um pode ser.

 

A Pedra de Davi

A seguir Pereira trás um trecho bíblico (1 Samuel 17:50) sobre Davi x Golias envolvendo uma pedra significativa que fala de morte em legítima defesa. Usando a pedra, Davi vence uma luta. Mas a pedra é transformada em beleza que não poderia deixar de ser mostrada pela sensibilidade de Michelangelo esculpindo uma de suas principais obras de arte em escultura: A Pietà!

Tudo isso não seria possível se o homem não lapidasse a pedra ao seu sentido de vida. Se não transformasse a pedra ao seu modo de pensar, de agir, de andar, de empreender, de brincar, de lutar, de fazer escultura, de fazer poema, de viajar nas palavras. Entre todos os significados o maior deles é que a pedra continua a PEDRA, o HOMEM é que são vários homens!

Tenham bons sentidos neste texto, amigos leitor e leitora!

Adil Lyra

 

Transformando a pedra! Lapidando a pedra - VERSÃO DE RENATO RUSSO

 

 

 

 

 

 

 


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Plural das Palavras Compostas

Uma das dificuldades que o usu√°rio da l√≠ngua encontra nas flex√Ķes do substantivo e do adjetivo se refere √† constru√ß√£o do plural das palavras compostas. No entanto, existem regras √†s quais precisamos ficar atentos, a fim de grafar essas palavras corretamente.

Veja:

www.subsolocultural.blogspot.com

‚Äď Sem o aux√≠lio do h√≠fen, os compostos seguem a regra geral.
Ex. aguardentes, planaltos, pernaltas, girassóis etc.

‚Äď Palavras repetidas, apenas o segundo varia.
Ex. reco-recos, pingue-pongues, tique-taques etc.

‚Äď Se os elementos repetidos forem verbos, apenas a √ļltima varia.
Ex. corre-corres, pisca-piscas, treme-tremes etc.

‚Äď Se forem verbos com sentidos opostos, ficam invari√°veis.
Ex. os leva-e-traz, os perde-ganha, os morde-e-assopra etc.

www.republicadosfujoes.blogspot.com

‚Äď Com o aux√≠lio de preposi√ß√£o, somente o primeiro elemento varia.
Ex. pores-do-sol, águas-de-cheiro, mulas-sem-cabeça, donas-de-casa  etc.

‚Äď Somente o primeiro elemento deve ir para o plural, quando o segundo indicar uma finalidade em rela√ß√£o ao primeiro.
Ex. edifícios-sede, navios-escola, salários-família, canetas-tinteiro etc.

‚Äď Para os demais, apenas variam o substantivo, o adjetivo e o numeral.
Ex. abaixo-assinados, beija-flores, sextas-feiras, saca-rolhas, caça-talentos, tira-teimas,   livres-docentes, guarda-chuvas, guardas-civis, bate-bolas, meios-dias, primeiros-ministros, tenentes-coronéis, contra-ataques etc.

www.slideplayer.com.br

‚Äď Compostos: Regra geral: somente o √ļltimo elemento varia.
Ex. luso-brasileiros, sobre-humanos, marrom-escuros etc.

‚Äď Surdo-mudo: admite varia√ß√Ķes nas duas palavras.

‚Äď Azul-marinho, azul-turquesa, azul celeste: s√£o invari√°veis.

‚Äď Se o √ļltimo elemento for um substantivo, as duas palavras ficam invari√°veis:
Ex. fardas verde-oliva, pedras amarelo-ouro, cortinas branco-gelo etc.

Abraços Fraternos,

Paulo Jorge


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Meia, Meia, Meia, Meia ou Meia?

www.blog.opovo.com.br

Difunde-se com frequ√™ncia, pelo menos no Brasil, a cren√ßa de que a L√≠ngua Portuguesa √© uma das mais dif√≠ceis do mundo, inclusive para n√≥s, brasileiros. Da√≠ a vis√£o de que a dificuldade no manuseio pelos seus usu√°rios estaria ligada √† estrutura da nossa l√≠ngua n√£o s√≥ na oralidade mas tamb√©m na escrita da variante padr√£o. √Č um equ√≠voco. Todas as l√≠nguas apresentam suas especificidades que resultam em dificuldades para o falante e o produtor textual, em menor ou maior grau.

A polissemia, por exemplo, representa um recurso lingu√≠stico recorrente em v√°rias l√≠nguas e demonstra a elasticidade que uma palavra ou express√£o pode conter em sua sem√Ęntica alimentada por seus usu√°rios.

No texto desta semana, trazemos uma hist√≥ria que brinca com os sentidos da palavra ‚Äúmeia‚ÄĚ, segundo usu√°rios brasileiro e africano.

√ďtima leitura!

www.roinesxxi.blogs.sapo.pt

Na recep√ß√£o dum sal√£o de conven√ß√Ķes, em Fortaleza…

‚Äď Por favor, gostaria de fazer minha inscri√ß√£o para o Congresso.
‚Äď Pelo seu sotaque vejo que o senhor n√£o √© brasileiro. O senhor √© de onde?
‚Äď Sou de Maputo, Mo√ßambique.
‚Äď Da √Āfrica, n√©?
‚Äď Sim, sim, da √Āfrica.
‚Äď Aqui est√° cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo est√° cheio de africanos.
‚Äď √Č verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a √Āfrica √© o ber√ßo antropol√≥gico da humanidade…
‚Äď Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
‚Äď Desculpe, qual sala?
‚Äď Meia oito.
‚Äď Podes escrever?
‚Äď N√£o sabe o que √© meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
‚Äď Ah, entendi, ‚Äúmeia‚ÄĚ √© ‚Äúseis‚ÄĚ.
‚Äď Isso mesmo, meia √© seis. Mas n√£o v√° embora, s√≥ mais uma informa√ß√£o: A organiza√ß√£o do Congresso est√° cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?
‚Äď Quanto tenho que pagar?
‚Äď Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam ‚Äúmeia‚ÄĚ.
‚Äď Huummm! que bom. Ai est√°: ‚Äúseis‚ÄĚ reais.
‚Äď N√£o, o senhor paga meia. S√≥ cinco, entende?
‚Äď Pago meia? S√≥ cinco? ‚ÄúMeia‚ÄĚ √© ‚Äúcinco‚ÄĚ?
‚Äď Isso, meia √© cinco.
‚Äď T√° bom, ‚Äúmeia‚ÄĚ √© ‚Äúcinco‚ÄĚ.
‚Äď Cuidado para n√£o se atrasar, a palestra come√ßa √†s nove e meia.
‚Äď Ent√£o j√° come√ßou h√° quinze minutos, s√£o nove e vinte.
‚Äď N√£o, ainda faltam dez minutos. Como falei, s√≥ come√ßa √†s nove e meia.
‚Äď Pensei que fosse as 9h05, pois ‚Äúmeia‚ÄĚ n√£o √© ‚Äúcinco‚ÄĚ? Voc√™ pode escrever aqui a hora que come√ßa?
‚Äď Nove e meia, assim, veja: 9h30
‚Äď Ah, entendi, ‚Äúmeia‚ÄĚ √© ‚Äúmeia‚ÄĚ.
‚Äď Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um f√īlder de um hotel que est√° fazendo um pre√ßo especial para os congressistas, o senhor j√° est√° hospedado?
‚Äď Sim, j√° estou na casa de um amigo.
‚Äď Em que bairro?
‚Äď No Trinta Bocas.
‚Äď Trinta bocas? N√£o existe esse bairro em Fortaleza, n√£o seria no Seis Bocas?
‚Äď Isso mesmo, no bairro ‚ÄúMeia‚ÄĚ Boca.
‚Äď N√£o √© meia boca, √© um bairro nobre.
‚Äď Ent√£o deve ser ‚Äúcinco‚ÄĚ bocas.
‚Äď N√£o, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque h√° um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
‚Äď Acabou?
‚Äď N√£o. Senhor √© proibido entrar no evento de sand√°lias. Coloque uma meia e um sapato…

O africano enfartou…

Abraços Fraternos,

Paulo Jorge


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Novo Acordo Ortogr√°fico – Parte 2

www.oguardiao.com.br

Na postagem anterior, falamos do Novo Acordo Ortográfico com relação basicamente à acentuação das palavras; hoje, vamos tratar das mudanças na Ortografia Oficial da Língua Portuguesa, mas, às vezes, retornando às regras de acentuação.

Observe que, diferentemente do que muitos propagam, inclusive professores de Portugu√™s, o acordo facilita a nossa produ√ß√£o textual. Reduziu-se o n√ļmero de condi√ß√Ķes especiais, sem se perder, a meu ver, a autenticidade e a beleza da L√≠ngua Portuguesa.

Os exemplos, abaixo relacionados, est√£o grafados j√° de acordo com o Novo Acordo Ortogr√°fico.

Observe:

www.tudibao.com.br

1) Alfabeto: ganha três letras: k, w, y

2) Trema: desaparece em todas as palavras: frequente, linguiça, aguentar etc.

3) Some o acento agudo no I e no U fortes depois de ditongos, em palavras paroxítonas:
Ex. Baiuca, bocaiuva, feiura etc.

4) Desaparece o acento agudo no U forte nos grupos gue, gui, que, qui:
Ex. averigue, apazigue, ele argui, enxague etc.

5) Perde-se o acento diferencial das seguintes palavras:
Ex. para, pela, pelo, polo, pera e coa.

6) Os ditongos abertos ei e oi das palavras paroxítonas não mais serão acentuados:
Ex. ideia, heroico, boia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia etc.

www.comoescreve.com

Principais Altera√ß√Ķes

1) Prefixos: agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra:

Quando a palavra seguinte come√ßar com h ou com vogal igual √† √ļltima do prefixo: Ex. auto-hipnose, auto-observa√ß√£o, anti-her√≥i, anti-imperialista, micro-ondas etc.

Em todos os demais casos: Ex. autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom etc.

2) Prefixos: hiper, inter, super: quando a palavra seguinte começar com h ou com r:
Ex. super-homem, inter-regional, hiper-real etc.

Em todos os demais casos: hiperinfla√ß√£o, supers√īnico, internacional etc.

3) Sub: quando a palavra seguinte começa com b, h ou r:
Ex. sub-base, sub-reino, sub-humano etc.

Em todos os demais casos:
Ex. subsecret√°rio, subeditor etc.

4) Vice: sempre com hífen.
Ex. vice-rei, vice-presidente etc.

5) Pan, circum: quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais:
Ex. pan-americano, circum-hospitalar etc.

Em todos os demais casos:
Ex. pansexual, circuncis√£o etc.

Abraços Fraternos,

Paulo Jorge


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FOFOCA NO TRABALHO, NEM TE CONTO!

 

 

FALE SEMPRE A VERDADE!

Quando uma pessoa chega e diz ‚ÄúEu nem te conto‚ÄĚ a gente j√° sabe que ela vai contar tudo e um pouco mais. Quem ainda n√£o tentou se sair de uma conversa intermin√°vel e inconveniente a partir da√≠?

Geralmente eu brinco dizendo, ‚Äú- Tudo bem!‚ÄĚ ‚ÄúN√£o quer contar, n√£o conte!‚ÄĚ ‚Äúrsrsrs‚ÄĚ. Nesse momento, vejo desfigurar totalmente aquela imagem apreensiva e √°vida para contar uma fofoca que reluta em permanecer secreta no interior do ser detentor de l√≠ngua-aberta, l√≠ngua de trapo, pitonisa, linguarudo.

Algumas vezes o (a)¬†escarnecedor (a) se prepara para desabafar e come√ßa dizendo pelas redes sociais¬†‚ÄúEu nem ti conto pq se eu ti contar n√£o ¬†vai ter gra√ßa mas vou pensar em ti contar ai eu conto o q quero ti contar ta?‚ÄĚ. Assim deixa o interlocutor (a) da fofoca aflito e, √†s vezes, preocupado diante da apreens√£o para contar e dos deslizes de ortografia e linguagem do¬†alcoviteiro.¬†Ent√£o, volta e pede para que conte! Vai que √© algo importante ou a pessoa est√° precisando de um ouvido apenas. Depois, ningu√©m quer ficar com a consci√™ncia pesada se o ‚Äúfofoqueiro‚ÄĚ entrar em depress√£o. A compaix√£o tem seu lugar a√≠!

 

NÃO VIU, NÃO FALE!

Aproveitando o clima de fofoca, vou contar pra voc√™s que os sin√īnimos podem apresentar significados diferentes conforme o contexto em que s√£o empregados. Da√≠ muito cuidado ao pr√©-julgarmos esses termos. Por exemplo:

1.¬†‚ÄúAdilindo n√£o passa de um¬† escarnecedor ¬†que s√≥ cuida da vida dos outros e n√£o sabe guardar segredos nem refrear aquela l√≠ngua!‚ÄĚ

2.¬†‚ÄúAdilindo n√£o passa de um¬† escarnecedor ¬†que j√° gosta de brincar e n√£o poupa fazer as pessoas rirem.‚ÄĚ

3.¬†‚ÄúO boca-aberta deixou cair o sorvete na √ļltima colherada. A mais gostosa! Rsrs‚ÄĚ.

4.¬†‚ÄúEsses bocas-abertas s√≥ sabem falar da vida dos outros!‚ÄĚ

5.¬†‚ÄúDeixe de¬†curiar, rapaz! A vida alheia deve ser preservada!‚ÄĚ

6.¬†‚ÄúEu fiquei curiando os animais no passeio ao zool√≥gico neste domingo!‚ÄĚ

Bem agora que j√° contei o que pude, nem te conto qual ser√° o pr√≥ximo texto de¬†quando entrar setembro e a boa nova nova andar nos campos…”, quero ver brotar o perd√£o a mim e a todos os fofoqueiros de plant√£o! Afinal, cada pessoa tem sua sede (a minha √© escrever) e deve saci√°-la at√© se sentir satisfeita!

Até setembro então, queridos leitores!

Adil Lyra

 

 


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Novo Acordo Ortogr√°fico – Parte 1

www.slideshare.net

Aprovado em 1990, pela Academia das Ci√™ncias de Lisboa, Academia Brasileira de Letras e delega√ß√Ķes de Angola, Cabo Verde, Guin√©-Bissau, Mo√ßambique e S√£o Tom√© e Pr√≠ncipe, o acordo representa a inten√ß√£o desses pa√≠ses darem um passo significativo para a defesa da unidade da L√≠ngua Portuguesa e seu prest√≠gio internacional.

Desde a sua aprova√ß√£o at√© 31 de dezembro de 2015, temos um per√≠odo de transi√ß√£o para as novas regras ortogr√°ficas, o que significa que, at√© essa data, algumas palavras ter√£o a vig√™ncia de dupla grafia ‚Äď id√©ia / ideia, por exemplo. No entanto, a partir de 1 de Janeiro de 2016, apenas uma forma ser√° aceita, segundo o novo acordo ortogr√°fico.

Nesta semana e na pr√≥xima, vamos mostrar as mudan√ßas e efetiva√ß√Ķes na acentua√ß√£o e em determinadas grafias de palavras. Comecemos com o que permanece e o que muda em rela√ß√£o √† acentua√ß√£o das palavras.

Bom aproveitamento!

www.papouniv.com.br

I ‚Äď Regra Geral

Acentuam-se todas as palavras terminadas em:

1) Monoss√≠labos t√īnicos: (a, as)¬† Ex. p√°s, l√°, j√°, d√°-lo etc.
(e, es) Ex. mês, sé, ré, pés, vê, tê-lo etc.
(o, os) Ex. p√≥, p√īs, d√≥, s√≥s, s√≥, p√ī-lo etc.

2) Oxítonas: (a,as) Ex. marajás, terminará, informá-lo etc.
(e, es) Ex. português, preenchê-los, filé, fazê-lo etc.
(o, os) Ex. domin√≥, palet√≥s, camel√īs, rep√ī-lo¬† etc.
(em, ens) Ex. também, além, armazéns, porém, parabéns etc.

3) Paroxítonas: (ã, ãs, ão, ãos) Ex. ímã, órfãs, sótão, órgãos etc.
(i, is, us) Ex. j√ļri, c√ļtis, gr√°tis, v√≠rus, b√īnus etc.
(l, r, n – e seus plurais) Ex. t√ļnel, am√°veis, l√≠der, pr√≥ton, pr√≥tons, h√≠fen, p√≥len etc.

(Obs. Nunca ‚Äúens‚ÄĚ) Ex. hifens, polens etc.

(x, ps) Ex. d√ļplex, t√≥rax, f√™nix, b√≠ceps, f√≥rceps etc.
(um, uns) Ex. álbum, médiuns, fórum, quóruns etc.
(ditongos) Ex. régua, comércio, tênue, supérfluo, diário etc.

4) Proparox√≠tonas: Todas s√£o acentuadas Ex. √°libi, tr√Ęmites, √ļltima, t√≠mido, metr√≥pole, transatl√Ęntico etc.

www.sandrasasprofe.blogspot.com

II ‚Äď Casos especiais

a) Hiatos: Acentuam-se o I e o U t√īnicos quando fizerem hiatos com a vogal anterior e estiverem sozinhos na s√≠laba ou ao lado da letra “s”, mas nunca seguidos de ‚Äúnh‚ÄĚ.
Ex. para√≠so, sa√≠, ca√≠ste, atra√≠-lo, re√ļnem, pa√≠s, pa√≠ses, ami√ļde, ju√≠zes, mai√ļscula etc.

b) Ditongos abertos em Monoss√≠labos T√īnicos e Palavras Ox√≠tonas
(éi, éis) Ex. méis, anéis, papéis, fiéis, cartéis etc.
(éu, éus) Ex. céu, réus, escarcéu, chapéus etc.
(ói, óis) Ex. herói, constrói, corrói, mói, faróis etc.

c) Verbos ‚ÄúTer / Vir‚ÄĚ e seus compostos
Ex. O Brasil tem grandes problemas sociais.
Os países sul-americanos têm grandes problemas sociais.
Essa caixa contém produtos químicos.
Essas caixas contêm produtos químicos.

d) Acento diferencial
p√īr (verbo) / por (preposi√ß√£o)
p√īde (verbo no pret√©rito) / pode (verbo no presente)

Abraços Fraternos,

Paulo Jorge


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