O inÃcio, o desenvolvimento e manutenção de um negócio em famÃlia, sempre foi algo complexo.
Temos como exemplo, histórias muito bem sucedidas no Brasil de organizações que se tornaram multinacionais, porém, entendo que dentro das realidades vivenciadas em nosso universo, são consideradas exceções.
Falo do acesso ao conhecimento em geral, ao necessário domÃnio de técnicas em gestão, da área administrativa e financeira. A maior parte de nossa massa de empreendedores não possui.
Os conflitos familiares normalmente levam a lona idéias promissoras. Muito fácil observar brigas aparecerem pelo controle do poder.
Observo que para qualquer negócio, principalmente se for em famÃlia, devemos observar alguns pontos, quase como obrigações:
- Divida os planos com seu(ua) parceiro(a). Uma empresa leva algum tempo para se estabelecer. Importante uma conversa aberta sobre vontades, aspirações e planos. Em comum, resolver o que deve se abrir mão.
- Encarar os riscos de frente. Posso perder esses recursos se o projeto der errado? Pergunta que deve ser feita antes de embarcar como sócio na nova organização.
Informar seus parentes, e agora sócios das possibilidades. Imagine que a mesa de natal não vai poder suportar azedamentos pessoais ou rancores.
- Parente é parente, assim como o investidor deve ser visto como tal. Situações bem diferentes. Será sua obrigação informar os planos e estratégias do negócio, planejamento e uso dos recursos financeiros, resultados, etc.
- Preto no branco. Tudo que foi acertado deve ser escrito e registrado. Não se trata de desconfiança. Os contratos e acordos deverão ser um salvaguarda das relações pessoais.




































oi, gostaria de ler mais sobre empresa familiar, vc’s tem algumas publicações????