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Carreira feminina: 6 maneiras de fortalecer sua autoestima

Mais de 20% das mulheres gostaria de mudar de profissão ou de empresa

Redação Catho

Uma pesquisa recente com 3 mil mulheres pelo portal Superela, constata que 26,1% gostariam de mudar de profissão ou de empresa, enquanto 16,2%  reconhecem que não têm prazer em suas tarefas diárias, mas persistem por necessidade financeira. O que pode ajudar a minimizar esta insatisfação é fortalecer a autoestima de trabalho.

Siga as dicas:

Evite comparações: A maioria das entrevistadas admitem que se comparam, o que pode ser ainda mais prejudicial quando o paralelo é feito com superiores. Ao invés disso, inspire-se nestes profissionais, elegendo o que eles fazem que considera interessante e observe para aprender.

Saia da zona de conforto: Um dos melhores meios de se manter estimulada é aceitar desafios. O trabalho também pode ser uma fonte de prazer, conforme afirmam 16% das entrevistadas. Candidate-se para estar à frente de novos projetos. Caso eles não apareçam, crie você mesma. Seja proativa.

Assuma os erros sem dramas: 42% disseram que nem sempre reconhecem seus próprios equívocos. Arcar com suas responsabilidades, sem colocar a culpa no outro é um dos primeiros passos para ser bem sucedida. Ao agir assim, se torna fácil conquistar a confiança de seus chefes, afinal, todo mundo erra.

Arrisque-se a trabalhar em equipe: Acredite, se isolar não é a melhor forma de crescer. Estar em contato com diferentes perfis e experiências são fatores primordiais e que agregam à bagagem. O medo faz parte, apenas 22% não temem expor suas opiniões e vontades.

Não se cobre tanto: Esforçar-se é preciso, mas caso não tenha conseguido concluir alguma atividade, tudo bem deixar para o dia seguinte. Quase 50% das entrevistas se jogam para baixo com culpa ou dificuldade em dizer não. Se não bateu alguma meta, no próximo mês tente novamente. Cobrança excessiva só causa frustração.

Você merece: Comemore as conquistas, por menores que sejam. Presenteie-se, tire um tempo para fazer algo que gosta e aproveite o lado bom da vida. Se ainda não tem um hobby, adquira. Ele é comprovadamente uma fonte de prazer e, de todas as entrevistadas, mais de 50% já têm e as que ainda não encontraram o seu (37%) estão à procura.

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