Campus Kids

Cinco coisas que crianças - e adultos - aprenderam na Campus Kids

Da quinta ao sábado, o espaço recebeu crianças, adolescentes e também adultos que se divertiram

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)
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Foram três dias de programação intensa no Campus Kids, lounge do Governo do Estado, com curadoria do iBahia, na Área Open da Campus Party Bahia. Da quinta ao sábado, o espaço recebeu crianças, adolescentes e também adultos que se divertiram com simuladores, autoramas, robôs, oficinas e história. Além da diversão, teve também o aprendizado. O iBahia listou cinco coisas que coisas que crianças e adultos aprenderam neste espaço.



- A importância da leitura:

O grupo 3 Letrinhas promoveu o incentivo à leitura durante os três dias. Com muita dinâmica e animação, as escritoras Renatas Fernandes, Lulu Lima e Emília Nuñez passaram uma mensagem importante: a leitura é inclusiva e importante para o desenvolvimento das crianças. E ela deve ser incentivada pelos próprios pais.

- Robôs não são coisa de outro mundo: 

Para quem pensa que as tecnologias utilizadas para construir e programar um robô precisam ser, necessariamente, complexas, os robôs utilizados no Campus Kids vieram para mostrar que não. De programação simples, os objetos utilizados tanto no futebol quanto no autorama podem ser programados via programa de computador.

- Tecnologia pode ser benéfica:

Não necessariamente o uso da tecnologia, de tablets e smartphones são ruins para a educação das crianças. Renata Fernandes, do grupo 3 Letrinhas, incentivadora da literatura, destacou que ler em tablets é importante, já que é o que as crianças têm contato hoje dia. 

- Se divertir é para todas as idades:

O Campus Kids, mesmo sendo um espaço voltado para as crianças, atraiu pessoas de todas idades. Adolescentes e adultos entraram na fila para se divertir com os simuladores, futebol de robôs e autorama. 

- Todos têm direito:

A Campus Party Bahia trouxe a oportunidade para crianças de escolas estaduais terem acesso às novas tecnologias e experiências. O que só reforça acesso à edução e informação tem que ser para todos.