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Marily dos Santos é alagoana radicada na Bahia |
Diz-se entre os corredores que na corrida de rua não existe surpresa. As primeiras posições são, geralmente, das mesmas pessoas. O primeiro lugar, no entanto, depende de uma série de fatores. A 1ª Meia Maratona da Bahia, que ocorreu em setembro do ano passado, confirmou a regra. Os atletas de melhor retrospecto chegaram tranquilos na frente e o lugar mais alto do pódio teve as cores da Bahia, tanto no masculino como no feminino.
Entre as mulheres, aliás, um resultado mais que previsível. Deu Marily outra vez, com 1 minuto e dois segundos à frente da segunda colocada, Mary Emanuella. A pergunta é inevitável: tem adversária pra você na Bahia, Marily? "Não sei, as meninas treinam pra chegar perto. Se eu vacilar, elas chegam", disse a alagoana radicada na Bahia, que elogiou a organização da prova. "Os batedores orientaram a prova, tinha água a cada dois quilômetros. Quem dera todas as provas fossem assim".
Masculino - Entre os homens, o juazeirense Édson Amaro, apesar de não muito conhecido, não chegou a ser surpresa. Sexto na corrida Duque de Caixas (10 km) em Jacobina, uma semana antes, ele já havia ganho duas meias maratonas em Salvador este ano: a do Sesi e a do aniversário da cidade. "Estava confiante, sabia que poderia ganhar", disse. O segundo foi Antônio Borges, outro baiano, que corre pelo São Caetano "por falta de incentivo".
PÓDIO MASCULINO | PÓDIO FEMININO |
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