Nem Te Conto

Estado de saúde de Claudia Rodrigues é divulgado por sua empresária

Comediante corria o risco de desenvolver cegueira após contrair uma infecção no olho

Agência O Globo
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Internada há uma semana no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Claudia Rodrigues recebeu nesta quinta-feira, 23, o resultado de uma bateria de exames que fez após contrair uma infecção no olho, causada pela herpes-zóster, o vírus da catapora. A humorista, que sofre de esclerose múltipla, está fora de perigo e não corre mais o risco de perder a visão, segundo confirmou ao EXTRA a empresária da artista.

Claudia, de 46 anos, deu entrada às pressas na emergência da unidade na última quinta-feira após contrair uma herpes no olho, enquanto tratava os sintomas da doença. Ela segue internada numa área isolada do hospital, consciente e sem problemas na fala. A atriz passou por uma bateria de exames para saber se a lesão havia afetado o cérebro e, consequentemente, causar uma cegueira.

Foto: Reprodução

Antes de ir para o hospital, Claudia estava internada em uma clínica no interior de São Paulo desde fevereiro e havia iniciado dois novos tratamentos revolucionários para se curar da esclerose múltipla. Ela tinha previsão de alta para dezembro.

A artista passou por um tratamento vindo da Itália e conhecida como Reac, uma nova tecnologia da medicina para curar a esclerose. O tratamento consiste em duas sessões de uma semana cada e foi realizado numa clínica do Ibirapuera, em São Paulo. Ela também foi submetida a um tratamento alemão, conhecido como Bemer, que duraria 45 dias e resultou numa melhora gradual da atriz.



"Ela ia completar esse tratamento nesta sexta-feira. Como foi internada agora, tivemos que interromper e vai ter que fazer todo esse tratamento de novo", informou a empresária.

Diagnosticada em 2000 com esclerose múltipla, Claudia se submeteu em 2015 a um transplante de células-tronco na tentativa de fazer com que a doença, que não tem cura, não se manifestasse mais. Ela está há dois anos sob cuidados especiais e em tratamento para evitar surtos e, consequentemente, sequelas como dificuldades na fala e de locomoção.