Nem Te Conto

Fora de perigo, Claudia Rodrigues manda mensagem do hospital: 'vou ter alta logo'

Atriz permanece internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo

Agência O Globo

Internada há oito dias no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, Claudia Rodrigues mandou uma mensagem nesta sexta-feira informando aos fãs sobre o seu estado de saúde. A atriz, de 46 anos, teve uma infecção causada pela herpes-zóster, o vírus da catapora, e corria o risco de perder a visão, segundo informou a empresária dela, Adriane Bonato. No vídeo divulgado pela representante da artista, ela diz que logo receberá alta.

"Quero dizer que os meus olhos desincharam, e já vão sair as cascas das feridas que estão aqui e, se Deus quiser, eu vou ter alta logo, logo. Vou sair daqui e volto feliz para a clínica Cevisa (no interior de São Paulo), e para o tratamento Bemer, que eu vou fazer de novo, mais 45 dias", conta Claudia.

Foto: Reprodução

A artista autorizou divulgar imagens de como chegou no hospital e de como está agora, uma semana depois do tratamento.

Antes de ir para o hospital, Claudia estava internada em uma clínica no interior de São Paulo desde fevereiro, e havia iniciado dois novos tratamentos revolucionários para se curar da esclerose múltipla. Ela tinha previsão de alta para dezembro, mas vai ter de retornar aos tratamentos.

A artista passou por um procedimento vindo da Itália e conhecido como Reac, uma nova tecnologia da medicina para curar a esclerose. O tratamento consiste em duas sessões de uma semana cada e foi realizado numa clínica do Ibirapuera, em São Paulo. Ela também foi submetida a um tratamento alemão, conhecido como Bemer, que duraria 45 dias e resultou numa melhora gradual da atriz.

"Ela ia completar esse tratamento nesta sexta-feira. Como foi internada agora, tivemos que interromper e vai ter que fazer todo esse tratamento de novo", informou a empresária.

Diagnosticada em 2000 com esclerose múltipla, Claudia se submeteu em 2015 a um transplante de células-tronco na tentativa de fazer com que a doença, que não tem cura, não se manifestasse mais. Ela está há dois anos sob cuidados especiais e em tratamento para evitar surtos e, consequentemente, sequelas como dificuldades na fala e de locomoção.