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Saiba quais os documentos e certificados necessários para levar seu pet em viagens

Seja de ônibus, carro, avião ou navio, o tutor deve assegurar a saúde e segurança do bichinho

Brothers Pet Club


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Viajar e deixar para trás o pet acaba deixando muitos tutores com saudade e até mesmo retornando mais cedo para casa. Para os tutores e tutoras que não desgrudam de seus bichinhos, a solução é levá-los na bagagem. E por que não?

Apesar de existirem diversas certificações e documentos necessários, se o processo for cumprido, levar o pet pode tornar a aventura ainda mais animal.  Seja de ônibus, carro, avião ou navio, o tutor deve assegurar a saúde e segurança do bichinho para evitar conflitos com os demais passageiros e garantir a chegada plena do animal ao local de destino.

Por isso, visita prévia ao veterinário, acostumar o pet à caixa de transporte e atentar para temperatura do ambiente, disponibilidade de água e enjoo, são fundamentais para uma viagem tranquila e agradável.

NO ÔNIBUS
Viajar de ônibus com animais pode ser um pouco desconfortável, ainda mais para aqueles de grande estatura e agitados, já que deverão ficar dentro da caixa transportadora todo o percurso. Além disso, é importante realizar uma visita ao veterinário para garantir que está tudo em dia e pedir um atestado que comprove as boas condições do animal.
Na compra das passagens, é recomendado contatar a empresa prestadora do serviço, uma vez que muitas têm regras específicas como limite de animais por viagem e outras demandas.

DE AVIÃO
>Nacional
Para viagens de avião, o tutor precisa se atentar às regras da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e da companhia aérea que será utilizada, já que cada uma tem normas específicas. Desde 2004, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento passou a emitir o passaporte internacional para cães e gatos, que pode ser utilizado por toda a vida do animal e é aceito em voos nacionais.
De maneira geral, nos voos domésticos, o animal deve ser transportado em caixas fechadas, podendo ir no colo do tutor se tiver até 10 kg. Acima desse peso, o pet irá realizar a viagem no porão da aeronave.

>Internacional
O passaporte citado anteriormente é aceito nos países do MERCOSUL – Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela -, mas ainda é preciso notificar previamente a companhia aérea da presença do animal. Em relação aos demais países, é recomendado ao tutor pesquisar sobre a regulação de cada um, para não acabar impedido de embarcar com o pet.

DE NAVIO
O embarque de animais em navios é raro e varia de regulamentação entre as empresas. O ideal é o tutor buscar maiores informações sobre quais as regras e documentos necessários para que o animal possa entrar à bordo.

DE CARRO
Viajar de carro com os animais apesar de parecer mais simples, demanda extremo cuidado. Muitos tutores acabam deixando os pets soltos sem nenhum tipo de proteção. O ideal para os cães é a coleira-cinto, que garante o conforto e segurança do animal. Já para gatos, uma boa solução é o uso de caixas de transporte.

Para que a viagem seja agradável para os pets, é recomendado manter a temperatura do veículo agradável e fazer paradas para beber água e esticar as patas.

OUTROS BICHANOS
No caso de animais silvestres, é preciso obter autorização do Ibama e, no caso de viagens internacionais, o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) – fornecido nos aeroportos e escritório do Ministério da Agricultura de cada Estado – alinhados com as demandas sanitárias do país de destino.
Para aves, coelhos, furões e iguanas, o Guia de Trânsito Animal (GTA) é necessário e deve ser emitido por um veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou pelo órgão sanitário de cada Estado. A exceção das regras são os cães-guias, que seguem regulamentação específica.