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Trump volta a falar sobre possível dossiê russo e compara situação à Alemanha Nazista

Através do Twitter, o republicano afirmou que seus adversários usam "notícias falsas" para prejudicá-lo

Redação Correio 24 horas (redacao@correio24horas.com.br)

Presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump voltou a se manifestar nesta quarta-feira (11)  a polêmica de que a Rússia teria um dossiê que constrangeria a sua imagem. Através do Twitter, o republicano afirmou que seus adversários usam "notícias falsas" para prejudicá-lo e comparou a atual situação com a Alemanha Nazista. 

"As agências de inteligência nunca deveriam ter permitido que essa notícia falsa 'vazasse' para o público. Um último tiro contra mim. Estamos vivendo na Alemanha nazista?", disse o presidente eleito. "Eu ganho uma eleição facilmente, ocorre um grande 'movimento', e oponentes trapaceiros tentam minar nossa vitória com notícias falsas. Situação lamentável!", continuou.

A imprensa americana divulgou nesta terça-feira (10) um suposto documento secreto que indica que a inteligência russa tem, há anos, dado apoio ao recém eleito presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Segundo as publicações, o documento aponta que os russos têm pessoais comprometedoras sobre o presidente eleito.

Segundo o documento, Trump e sua equipe aceitaram um fluxo regular de informações de rivais políticos. Além disso, os agentes russos teriam informações para chantagear Trump por conta de atividades sexuais "pervertidas" em Moscou. Nas redes sociais, o principal comentário é que o relatório diz que Trump teria sido monitorado quando reservou a suíte presidencial do Ritz Carlton Hotel para que prostitutas contratadas por ele promovessem uma "Golden Showers" (do inglês "chuva dourada", relacionado com quem tem fetiche por se banhar com a urina de parceiros).

Trump já tinha usado as redes sociais para falar sobre o assunto e negar o possível documento. Ele chegou a classificar o caso como uma caça às bruxas políticas. Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Trump, também teria sido interceptada por meio de chamadas telefônicas e conversas que ela teve em visitas à Rússia, controladas por um subordinado direto ao presidente russo Vladimir Putin. Apesar de obterem informações sobre os dois, os russos teriam vazados informações apenas de Hillary e dos democratas. 

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