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Auxílio Brasil: saiba como vai funcionar benefício que substitui o Bolsa Família

O iBahia reuniu algumas informações que serão úteis para quem possui dúvidas sobre o novo programa

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)
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Após 18 anos o 'Bolsa Família' pagou seu último benefício no dia 29 de outubro. Para substituir o programa, foi anunciado o 'Auxílio Brasil', criado pelo governo e que começará a ser pago a partir do dia 17 de novembro.

O benefício médio do auxílio será de R$217, que poderá aumentar caso a proposta do presidente Jair Bolsonaro seja aprovada. O iBahia reuniu algumas informações que serão úteis para quem possui dúvidas sobre o programa. Confira:

Tenho Bolsa família, preciso fazer algum cadastro?
De acordo com o ministro da Cidadania, João Roma, os usuários cadastrados no Bolsa Família e que receberam em outubro de 2021 corretamente, não precisarão fazer nenhum cadastro novo.

“Todos que estão hoje no Bolsa Família já estão abraçados no programa Auxílio Brasil. Não é preciso refazer o cadastro”, garantiu. Todos os cadastrados ativos do Bolsa Família foram migrados automaticamente para o Auxílio Brasil.



Quem deve se cadastrar? E onde?
Quem não está cadastrado no Bolsa Família, mas se enquadram em situação de pobreza ou extrema pobreza, (tem renda até R$200 por pessoa e possuem na família gestantes ou pessoas com até 21 anos incompletos), podem se cadastrar no CadÚnico para tentar receber o novo benefício.

“Digamos que um cidadão perdeu o emprego, mudou a configuração, e ele hoje está na faixa de pobreza ou extrema pobreza. Esse cidadão vai buscar o cadastramento no CadÚnico, passar pela avaliação e, se passar, vai compor o benefício”, explicou João Roma.

Como fazer o cadastro no CadÚnico?
Caso esteja de fora do Bolsa Família e apto ao Auxílio Brasil, o cadastro no CadÚnico deve ser feito no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo, para comprovar a situação de pobreza ou pobreza extrema.

O que fazer para permanecer no programa?
Será necessário ter uma frequência escolar mínima de 60% para crianças de 4 e 5 anos de idade. Para estudantes de 6 a 21 anos a frequência obrigatória é de 75%.

As família também precisam cumprir o calendário nacional de vacinação, fazer acompanhamento do estado nutricional de crianças de até 7 anos incompletos, além do pré-natal, no caso das gestantes.

Como será o pagamento?
O pagamento que começará no dia 17 de novembro, vai seguir o calendário do bolsa Família, ou seja, pagará nos últimos dez dias de cada mês de acordo com o último dígito do seu Número de Inscrição Social (NIS). Começa pelos beneficiários com o último número 1 e termina com os que possuem o final 0.