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Duas mulheres acusam Cazares de agressão sexual; jogador alega extorsão

Neste segunda-feira, o atleta publicou no Instagram que 'Deus coloca as coisas no lugar'

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)
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O jogador Juan Cazares, o meia do Atlético-MG, está sendo acusado por duas mulheres de agressão sexual que teria ocorrido nesta segunda-feira (9), na casa do meio-campista, em Lagoa Santa (MG). As informações são do globoesporte.com

Foto: Divulgação/Atlético-MG
Em um postagem publicada no fim da noite desta segunda (9) em sua conta no Instagram, Juan publicou a seguinte mensagem: “Deus coloca as coisas certas no lugar, tudo bem gente abraço a todos”.

De acordo com o a apuração do globoesporte.com, no dia ocorrido, a polícia militar recebeu uma chamada de uma mulher que relatou que foi levada para a casa do jogador, foi agredida e teve o celular tomado por ele.

"Segundo a versão do jogador, estava ocorrendo uma festa na casa dele e ele percebia que duas mulheres demoravam um tempo considerável no banheiro. Ele pediu que outra convidada fosse verificar o que estava acontecendo. Essa convidada percebeu que essas duas mulheres estavam fazendo uso de entorpecente, possivelmente loló. Ele se indignou e teria solicitado que as duas mulheres saíssem da residência", detalhou o tenente Tiago Nasser, que atendeu à ocorrência, ao globoesporte.com
Foto: Reprodução/Instagram
Ainda de acordo com tenente, as mulheres afirmaram que Cazares teria oferecido R$ 10 mil para elas com para que este fato não viesse à tona. Porém, o jogador afirmou que elas que teria solicitado esta quantia para que o caso fosse mantido em sigilo.

Após o ocorrido, todos os envolvidos no caso foram ouvidos pela polícia e uma das mulheres alegou que foi abusada sexualmente pelo meio-campista.

"Uma acusação gravíssima e que não obstante a palavra da vítima ter muito peso, muito valor, ela isolada, não necessariamente é uma prova cabal de que o conduzido assim o procedeu", disse o delegado do caso,  Marcelo Mandel, em entrevista ao globoesporte.com

Ele afirmou ainda que o exame de corpo de delito não acusou conjunção carnaval mas, de acordo com a lei, o abuso sexual pode ser constatado mesmo sem ato sexual.

O Atlético-MG afirmou que o irá aguardar a apuração dos fatos para emitir um posicionamento e a defesa de Cazares não quis falar sobre o caso.