Brasil

Mãe defende Neymar e pede para craque se concentrar em jogar: 'Perdoe essa menina'

Nadine Gonçalves usou o seu perfil no Instagram para defender o filho e pedir para ele perdoar a menina, já que são cristãos

Agência, O Globo

Aos poucos, os familiares e amigos de Neymar se pronunciam sobre a acusação de estupro feita por uma jovem contra o jogador. Nesta terça-feira, a mãe do camisa 10 do Paris Saint-Germain, Nadine Gonçalves usou o seu perfil no Instagram para defender o filho, dar um puxão de orelha e pedir para ele se concentrar em jogar futebol e perdoar a menina, já que são cristãos.

"Filho, neste momento em que tudo finalmente esta sendo esclarecido e a verdade de Deus esta vindo a tona é hora de aprender com tudo isso e voltar pra Jesus Cristo, seu primeiro amor. Ele é único que realmente conhece seu coração, confie nele. Se concentre no que você mais ama na vida que é jogar futebol! É isso que vai lhe devolver a alegria que andou desaparecida nos últimos dias.

Cristãos que somos, perdoe essa menina! Eu e sua irmã, como mulheres, podemos te garantir que ela não nos representa. Te amo muito e continuarei orando por você todos os dias da minha vida. Deus te abençoe....eu te amo", disse a matriarca.



Guerra de versões

Uma guerra de versões foi aberta no caso em que Neymar é acusado de estupro. O “Jornal Nacional”, da TV Globo, revelou ontem que o primeiro escritório de advocacia contratado pela denunciante rescindiu o contrato com ela por conta de uma diferença sobre a queixa que fariam contra Neymar.

Segundo o escritório Fernandes e Abreu Advogados, que representou a mulher num encontro com o pai e os advogados de Neymar, a mulher primeiro teria afirmado que foi consensual a relação sexual num encontro em Paris, em 15 de maio, mas que teria havido uma agressão – pela qual os advogados teriam concordado em denunciar o jogador.

Depois, porém, a vítima decidiu apresentar queixa por estupro. O escritório decidiu rescindir o contrato com a moça, e apresentou o documento de rescisão ao “Jornal Nacional”.

“A relação mantida com Neymar Jr. foi consensual, mas que durante o ato ele havia se tornado uma pessoa violenta, agredindo-a, sendo esse o fato típico central (agressão) pelo qual ele deveria ser responsabilizado cível e criminalmente”, diz o documento.

Ao “Jornal Nacional", um dos advogados, José Edgard da Cunha Bueno Filho, afirmou que foi contra qualquer “medida bombástica".

No documento, o escritório afirma que se encontrou com o pai e dois advogados de Neymar na última quarta-feira. Ali, afirma-se que “foi rechaçada qualquer possibilidade de acordo extrajudicial na esfera cível por parte dos representantes de Neymar Jr., que menosprezaram o ocorrido.”