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Preso morde e arranca orelha de carcereiro ao ser transferido de cela em São Paulo

Em imagens divulgadas na internet, é possível ver o agente ferido e sem a parte superior da orelha

Redação Correio24h (redacao@correio24horas.com.br)
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Um preso mordeu e arrancou parte da orelha de um carcereiro em uma delegacia de São Paulo, no último domingo (12). De acordo com informações do site G1, um travesti atacou o carcereiro quando era transferido de uma cela para outra. O caso aconteceu no 2ª Distrito Policial (DP), no bairro do Bom Retiro. O nome dos envolvidos não foi divulgado.

Em imagens divulgadas na internet, é possível ver a vítima sem a parte da orelha. Três imagens foram compartilhadas nas redes sociais e mostram o carcereiro sem a parte superior da orelha direita; o pedaço da orelha arrancado e o preso detido por policiais.
(Foto: Reprodução/Facebook)


Ainda de acordo com informações do site G1, o travesti havia sido preso em flagrante por policiais militares por suspeita de agredir uma idosa. Segundo os policias, o travesti discutia com um transexual em um apartamento e a vizinha ficou incomodada e foi reclamar do barulho. Houve discussão e a idosa acabou sendo agredida pelo travesti.

Agressão
Segundo informações da polícia, o travesti foi detido e levado ao 78º DP, no bairro Jardins, onde teria sido indiciado por tentativa de assassinato. Em entrevista ao site G1, os policias relataram que, dentro da delegacia, o agressor ainda tentou bater nos policias que fizeram sua prisão.

O homem foi transferido e levado para a carceragem do 2º DP, no bairro Bom Retiro, onde atacou o carcereiro após mudança de cela. A polícia informou ainda que após morder a orelha do agente, o preso ficou com a parte que arrancou dentro da boca e só liberou cerca de uma hora depois.

O carcereiro foi levado ao Hospital das Clínicas, onde passou por cirurgia. O travesti irá responder também por lesão corporal grave, em função da agressão ao carcereiro. O site G1 não conseguiu localizar os envolvidos no caso. A Secretaria da Segurança Pública ainda não comentou o caso.
Correio24horas