Brasil

Veja como saber se seu CPF foi utilizado indevidamente para pedir o auxílio emergencial

Se o cidadão encontrar alguma inconsistência no requerimento, é possível fazer uma denúncia pelo canal Fala.Br

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)
- Atualizada em

O número de fraudes nas solicitações do auxílio emergencial de R$ 600, tem causado problemas para algumas pessoas que estão tentando se inscrever para receber o benefício, que ao fazer todo o processo, tem a inscrição negada com a mensagem que o CPF já teria sido utilizado anteriormente. 

De acordo com o Ministério da Cidadania, é possível saber se qualquer requerimento foi feito e os dados utilizados entrando no site. Além disso, o instituto possui uma página com o passo a passo para acompanhar a situação dos pedidos.

Segundo o site Extra, se o cidadão encontrar alguma inconsistência no requerimento, é possível fazer uma denúncia pelo canal Fala.Br, uma plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação da Controladoria-Geral da União, disponível pelo site ou pelos telefones 121 ou 0800 – 7070 – 2003. 

Conforme ainda ao Extra, após técnicos do governo identificarem que jovens de classe média e servidores receberam indevidamente o auxílio emergencial, a Dataprev admitiu que o trabalho de cruzamento de dados para verificar quem tem direito ao benefício precisa ser aprimorado.

 “Trata-se de uma operação inédita e seu aprimoramento precisa ser realizado durante o processo, em função da urgência da situação. A metodologia e as dificuldades têm sido amplamente explicadas e casos pontuais são passíveis de ocorrer em uma operação dessa magnitude de processamento de dados de milhões de requerimentos em bloco”, disse a Dataprev. 

Conforme o vice-presidente da área de tecnologia da Caixa Econômica Federal, Cláudio Salituro, conta que o banco é obrigado a fazer o pagamento do auxílio em um prazo de 48 horas a partir do recebimento da autorização pela Dataprev. 

De acordo com técnicos da equipe do banco, a omissão não foi verificada com o rigor máximo porque não foram checados os dados sobre dependentes nas declarações do Imposto de Renda. Assim, filhos ou cônjuges de pessoas com alta renda e que fraudaram o sistema foram beneficiados.