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Viralizou: jovem compra primeiro carro e bate 17 minutos após sair da concessionária

Em entrevista ao portal Uol, a jovem contou que foi até a loja pegar o carro que comprou com dinheiro que tinha economizado e financiou o restante do valor em sessenta vezes

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

Se tentássemos pensar em uma dia ruim, imagine o momento em que você compra o seu primeiro carro e, 17 minutos após sair da concessionária, você acaba tentando bater o carro. Esta falta de sorte foi vivida pela jovem estudante de fonoaudiologia de 22 anos, Karolynne Torress, e o acontecimento foi publicada no Twitter nesta segunda-feira (7) e em poucos minutos viralizou na rede social e atingiu mais de 200 mil curtidas.


Em entrevista ao portal Uol, a jovem contou que foi até a loja pegar o carro, modelo Fiat Argo, que comprou com dinheiro que tinha economizado e financiou o restante do valor em sessenta vezes. Porém, assim que saiu dirigindo, acabou batendo o veículo na saída do posto de gasolina em que tinha entrado para abastecer o carro. Ela parou na faixa da esquerda, viu um outro carro se aproximando, parou e sentiu a pancada.

"O carro ao meu lado direito estava parando também. Passa quatro segundos e eu senti a pancada. Na hora não acreditei: peguei o carro agora, não é possível que isso esteja acontecendo! Ele, provavelmente, não me viu parada e no chão não tinha marca e o freio nem fez barulho. E ele saiu do carro com o celular na mão, eu vi que ele estava mexendo no celular", relatou ao portal UOL.

Ela disse ainda ao portal que a outra pessoa envolvida no acidente contou que ela freou bruscamente, mas a versão foi rebatida pelos policiais que chegaram ao local.

"Quando ele deu a versão, o policial falou que não tinha marca de freio nem que ele tentou esquivar do meu carro, porque pegou em cheio. Hoje ele veio falar comigo, [disse] que não tem dinheiro e que, se eu quiser, é para entrar na Justiça", disse a estudante.

Ao UOL, ela disse ainda que processo é longo e que a seguradora precisa analisar o prejuízo e, como o veículo é financiado, podem ter mais juros.

"A pessoa que bateu parece ser bem humilde, de não conseguir arcar mesmo [com os custos]. E ele falou que está desempregado e estou pensativa se vale a pena ou deixa para lá", pontuou a jovem.