Carnaval

Pitty toca no Carnaval de Salvador e diz: 'Segregar é ruim'

Cantora se apresentou junto com Larissa Luz e Karina Buhr com o projeto 'Respeita As Minas'

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

A cantora Pitty, que se apresentou na Casa Skol no último sábado (10), elogiou a mistura de ritmos no carnaval e a presença do rock na folia momesca. "É muito simbólico pra mim subir no trio, é caso de divã. Subir no trio na minha cidade depois de tantos anos de relação, relação esquisita, de tentar ocupar um espaço, de batalhar por isso e de repente ter a oportunidade de fazer parte dessa festa, dentro desse contexto, é muito especial", pontuou a cantora.

Foto: Victor Carvalho/ Divulgação

Ela se apresentou junto com Larissa Luz e Karina Buhr com o projeto 'Respeita As Minas'.

Ainda sobre o mix rock, axé e pagode baiano, a cantora lembrou que o carnaval não é época para segregações. "Eu não imaginava fazer parte do Carnaval porque a gente (o rock) nem tinha espaço. Tivemos que criar o nosso espaço. Não era nem uma coisa que eu almejava. Você fazer hardcore em uma cidade como Salvador, fazer rock, é difícil, então a gente criou, a exemplo do Palco do Rock. Mas ter essa oportunidade de juntar todo mundo é massa. Esse negócio de segregar é ruim, a ideia do Carnaval não é essa, a ideia é que cada um respeite o seu posto, o seu contexto e possa conviver", contou.

Foto: Foto: Victor Carvalho/ Divulgação