Luz, Alfazema e Ação

Conheça as novas caras do cinema feito na Bahia em encontros virtuais a partir desta quarta (11)

Bate-papo Novíssimo Cinema Baiano acontecerá, a partir de hoje e seguirá até a primeira semana de junho, sempre às 19h30

Vanessa Aragão
11/05/2022 às 10h30

3 min de leitura
Foto: Acervo Vanessa Aragão

Nem só de filmes se faz a cena baiana de cinema. Troca de ideias, reflexões, desafios e experiências também fazem parte do debate nesta área para que ela avance. Por isso que o Bate-papo Novíssimo Cinema Baiano, com realização da produtora executiva da Meu Peixe Produções, Ana Luiza Campos, acontecerá, a partir de hoje e todas as próximas quartas-feiras deste mês de maio, e a primeira de junho, às 19h30. A ideia é que os papos se tornem uma série de podcasts.

Amanda Aouad, roteirista, pesquisadora e crítica de cinema, que acompanha o cenário do cinema baiano há anos, vai receber, em quatro encontros, cineastas, roteiristas e produtores da terrinha que têm se destacado no cenário local, nacional e internacional – como Ramon Coutinho, Ana do Carmo, e a dupla cineasta do Recôncavo, Ary e Glenda Nicário, entre outros. Bati um papo com a pesquisadora e mediadora desse encontro para saber o que vamos encontrar nessas conversas sobre o cinema baiano atual. Confira:

1) Como pesquisadora e mediadora desses bate-papos, o que espera fomentar ou fazer refletir com eles?

Amanda – Espero que seja sobre processo criativo, escolhas estéticas e sobre em que estado se encontra o cinema baiano atualmente. Refletir também sobre os ciclos de cinema e a importância da universidade para essa nova geração.

2) Como você viu a diversidade e escolha dos participantes? O que é possível esperar deles nesses papos?

Amanda – Acredito que esteja diversa, tanto em relação a gênero quanto etnia, ainda que não tenha sido possível abarcar alguns grupos como os indígenas. São pessoas relativamente jovens, mas com uma experiência que vem se destacando nacionalmente. Espero boas relações, uma diversidade de olhares, experiências e formas de trabalho.

3) Como você vê a cena do cinema e audiovisual baiano da atualidade?

Amanda – O cinema baiano sempre funcionou através de ciclos, com grupos de gerações próximas. Atualmente é possível identificar uma diversidade maior, com obras também diversas e de qualidade. Acredito que exista uma evolução e desenvolvimento constante.

4) E a participação das mulheres nessas produções?

Amanda – Tem melhorado bastante. Há mais mulheres em cargos de direção, roteiro e mesmo montagem ou direção de fotografia, que são funções majoritariamente de homens. Ainda não temos uma equidade de gênero, mas muitas mulheres têm se destacado no cenário em geral.

Bate-papo Novíssimo Cinema Baiano | Programação:

  • 11/05 – Bate Papo com Ary Rosa e Glenda Nicácio
  • 18/05 – Bate Papo com Ramon Coutinho e Marcus Curvelo (CUAL – Coletivo Urgente de Audiovisual)
  • 25/05 – Bate Papo com Ana do Carmo
  • 01/06 – Bate Papo com Paula Gomes e Haroldo Borges

Para participar do encontro, basta fazer a sua inscrição gratuita através deste link.

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