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Ambiente de trabalho: saiba como fugir da rotina de reclamação

Quando a reclamação deixa de ser eventual para ser habitual, o ritmo de trabalho se transforma

Redação Catho

O escritório sempre está quente demais. Ou frio demais. A colega fez ligações pessoais o dia todo. O chefe que o obriga a trabalhar no sábado. O comportamento daquela pessoa que não foi ético. O salário de um é muito mais baixo que o do resto do pessoal.

Quando a reclamação deixa de ser eventual para ser habitual, o ritmo de trabalho se transforma – seja por que uma reclamação legítima não está sendo levada em conta ou porque a reclamação se espalhou como um vírus entre os funcionários. E aí se instala a cultura da reclamação! 

A reclamação é definida por especialistas como uma expressão de insatisfação, estejamos insatisfeitos ou não – e é isso que torna o assunto tão complexo.

Todos sabemos que determinadas pessoas são predispostas a reclamar e existe um versão extrema desse tipo de gente: “o reclamador que não aceita ajuda”. O trabalho se torna o foco de todos os males que o tenham afetado, e a pessoa reclama insistentemente. É impossível oferecer uma solução que a pessoa ainda não tenha cogitado.

Foto: Reprodução

Esses funcionários correm grande risco de serem mandados embora, pois podem fomentar uma onda de reclamações que se espalha rapidamente, à medida que outros tomam ciência da própria insatisfação, levando o moral a cair drasticamente. Outros funcionários preferem ignorar esse tipo de gente, ou mudam de assunto quando começam a reclamar.

Qual é a melhor forma de reclamar, quando não fazemos isso por diversão? Esteja certo de reclamar para a pessoa que pode fazer algo a respeito. Reclamar para colegas sobre o pagamento é pouco produtivo; seu chefe precisa ouvir o que você tem a dizer. Reclamar precisa ser uma atividade estratégica, feita com moderação para que se possa chegar a resultados positivos.