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Coronavírus: Grupo Odebrecht doa recursos e álcool em gel para instituições de saúde

Através de oito das suas empresas, grupo reforçou medidas no combate ao coronavírus

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)
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O Grupo Odebrecht, através de oito das suas empresas, divulgou ações para o combate ao coronavírus. Entre elas, a doação de álcool em gel e de recursos para instituições de saúde da Bahia e de outros Estados, além da disponibilização da Arena Fonte Nova para se tornar um hospital de campanha, são algumas das ações do grupo. 

Confira:

- A Atvos, que produz e comercializa etanol, açúcar VHP e energia elétrica produzida a partir da biomassa, cederá até 160 mil litros de álcool 70% para instituições da Bahia, São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. 

- A OR, braço imobiliário do Grupo, colocou à disposição das autoridades as instalações do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, para serem adaptadas como hospital de campanha.

- A OEC, OR e Odebrecht S.A. fizeram doações à Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) para a compra de respiradores mecânicos destinados a hospitais baianos. A OEC disponibilizou ainda suas instalações de canteiros de obras nos diversos locais de atuação, para serem usados em ações de combate ao vírus. Ofereceu aos clientes governamentais no Brasil e no exterior executar obras emergenciais com lucro zero. 

- A Odebrecht S.A. ofereceu também o Centrad, em Brasília, e o estádio Fonte Nova, em Salvador, para serem transformados em hospitais de campanha. A Fonte Nova já vem sendo utilizada para a vacinação de idosos, no modelo drive-thru.

- A OTP ofereceu ambulâncias e profissionais de saúde em cidades cortadas por suas autoestradas e distribuiu kits de álcool em gel para caminhoneiros. Conversará com as autoridades sobre a oferta de gratuidade nos pedágios para veículos usados nos serviços de combate à pandemia.

- O estaleiro Enseada, implantado e licenciado em Maragojipe, na Bahia, disponibilizou leitos e ambulância para as comunidades, e avalia com a Marinha e Capitania dos Portos a transformação de seu estaleiro em terminal de atracação para se instalar ali um centro de distribuição de equipamentos e bens para o Recôncavo. Iniciativas com o mesmo sentido de solidariedade também ocorrem na Braskem.