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Filha de Kelly Key fala sobre aceitação: 'sofri muito bullying'

Hoje com 18 anos recém-completados, a filha do cantor Latino tem deixado muito marmanjo babando e até arrependido por tê-la esnobado no passado

Agência, O Globo
Suzanna Freitas tinha apenas 1 ano de idade quando o hit "Baba, baby", maior sucesso da sua mãe, Kelly Key, estourou no país. Hoje com 18 anos recém-completados, a filha do cantor Latino é quem tem deixado muito marmanjo babando e até arrependido por tê-la esnobado no passado.
A bela, que sofria bullying na infância e era (acredite!) rejeitada pelos "crushs" que hoje a procuram tentando uma chance com ela, ganhou nome e sobrenome próprio, virou uma digital influencer com 1,5 milhão de seguidores no Instagram e se prepara para o maior desafio da sua vida: deixar o país no segundo semestre de 2019 para estudar Moda em Portugal. Suzanna vai morar sozinha, mas terá a companhia do namorado, o youtuber Gabriel Simões, que também irá estudar na Europa.

Foto: Reprodução/Instagram
Você ainda tem horas para chegar em casa? Seus pais "pegam no seu pé”?
Meus pais não pegam no meu pé porque eu dou satisfação a eles. Mas tudo depende do lugar. Se eu falo para a minha mãe que quero sair, ela pergunta que horas eu penso em voltar, e a gente entra num consenso. Sempre foi assim, desde os meus 15 anos, quando eu comecei a sair para festinhas. Mas eu nunca fui uma filha rebelde que saia e não avisava para onde ia ou voltava para casa altas horas da manhã. Nunca fui assim. Sempre pedi para sair, ela (a mãe) sempre deixou, nunca me proibiu de fazer nada, e a gente combinava horários.
As pessoas já te reconhecem pelo seu nome?
Hoje eu consigo ser reconhecida pelo meu trabalho no Instagram. Mas não me incomoda de maneira nenhuma ser chamada de 'A filha de Kelly Key'. Até porque, o sucesso dela é o meu sucesso, e o meu sucesso é o sucesso dela. E se não fosse por ela, eu não estaria trabalhando com isso hoje. Mas hoje a maioria das pessoas já consegue me reconhecer pelo trabalho que eu faço.
Agora que você cresceu, já falou ou sentiu vontade de falar para alguém que te esnobou no passado a frase “baba, baby”?
Com certeza. Quando eu era menor, sempre sofri muito bullying por conta do meu cabelo, da minha altura (eu sempre fui a mais alta da turma), por conta do meu peso (sempre sofri problemas com a balança). Hoje me aceito melhor, aceito os meus defeitos. E tudo que eu realmente não gosto em mim eu tento melhorar de certa forma, se cabe a mim. Então, hoje estou feliz comigo mesma. E há uns anos atrás eu sofria muito bullying por conta desse padrão estético, e as pessoas falavam muito maldade. Na época eu era uma criança, devia ter os meus 7 ou 8 anos, e eu sempre via os comentários na internet das pessoas falando que eu era feia e não levavam em consideração que eu era uma criança e ainda tinha muito o que desenvolver. Eu ligava muito para os comentários, eu era uma criança, não entendia muito bem. Assim também era na escola. Foi muito difícil eu conseguir arrumar um namoradinho quando eu era menor. Todo o crush que eu tinha na infância não me queria de volta. E hoje esse mesmo crush de infância me procura no Instagram falando: 'oi, lembra de mim?'. Mas eu não respondo (risos).
Foto: Reprodução/ Instagram
O seu namorado tem ciúmes de você?
Nós estamos juntos há dois anos. Ele tem ciúme de mim, assim como eu também tenho dele, mas é algo saudável, nada que sufoque a outra pessoa.
Como está a sua relação com o seu pai Latino hoje?
A relação que eu tive com o meu pai Latino foi a relação que ele quis ter comigo. Ele está morando em São Paulo agora, a vida dele é muito corrida, então a relação que eu tenho com ele hoje foi fruto daquilo que ele quis ter comigo desde que eu era pequena. Não me arrependo de absolutamente nada, porque a gente continua se vendo. A nossa relação é completamente tranquila, não é nada conturbada, mas temos uma relação distante.