Tecnologia

Garoto de 8 anos se torna jogador profissional de Fortnite

Americano Joseph Deen assinou contrato de US$ 33 mil com equipe da Califórnia

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)
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Jogar videogame é a brincadeira preferida de muitas crianças, mas e se isso começasse a dar dinheiro? O americano Joseph Deen poderia responder a essa pergunta. Aos 8 anos, ele se tornou jogador profissional de Fortnite pela empresa Team 33 com um contrato de US$ 33 mil, equivalente a cerca de R$ 185 mil. As informações são da BBC.

Tudo começou há cerca de um ano e meio, quando um olheiro da empresa descobriu Joseph na plataforma do jogo. Eles começaram a duelar e, depois de um tempo, o olheiro pediu que a Team 33 contratasse o garoto antes que alguma outra empresa o fizesse. 

Ao assinar o contrato, ele se tornou o segundo jogador profissional mais novo do mundo, perdendo apenas para o também americano Victor De Leon III, conhecido na internet como "Lil Poison". Victor ocupou o cargo de profissional mais jovem da área depois de ser contratado com apenas sete anos, em 2005.

Joseph joga Fortnite desde os 4 anos. Sua mãe, Gigi, não acha que o jogo estimula a violência.

"Eu vi o jogo e não acho que estejamos fazendo nada de errado. Ele é uma criança equilibrada e vem de uma boa família”, disse em entrevista à BBC. Segundo ela, o garoto joga por duas a três horas diárias após a escola e durante os finais de semana.

Apesar do posicionamento de Gigi, para os principais órgãos de certificação de idade do mundo, Joseph é muito novo para jogar Fortnite. Lançado em 2017, ele é classificado como nível “adolescente” segundo as normas ESRB e contém violência “leve” e “frequente”. 

Por conta da idade, o garoto vai precisar esperar um tempo para participar de campeonatos envolvendo prêmios e fazer transmissões online no Twitch, principal plataforma de streaming de jogos. Por enquanto, a Team 33 pretende focar na imagem de Joseph e vender produtos em torno dele. 

Em relação ao contrato, as duas partes afirmam não ter estabelecido nenhuma carga horária de treinos e jogos. "O contrato é realmente para protegê-lo. Ele pode sair quando quiser, é totalmente flexível. Algo nos termos dele e meus”, explicou a mãe.