Educação

Laboratória abre inscrições para curso de programação focado em mulheres

Curso, que começará em maio de 2021, será remoto e a frequência das alunas é obrigatória

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

A Laboratória, organização que atua com o objetivo de garantir mais diversidade no mercado de tecnologia, abriu inscrições para curso de programação focado em mulheres. As interessadas devem se inscrever até dia 21 de março, no site selecao.laboratoria.la. A capacitação em bootcamp terá duração de seis. 

O curso, que começará em maio de 2021, será remoto e a frequência das alunas é obrigatória. Para poder participar, a mulher precisa ter disponibilidade de frequentar as aulas cinco vezes por semana, de segunda a sexta, no período da tarde.

As alunas não pagam nada durante o curso e, depois de empregadas, devolvem um percentual de 15% do salário por até dois anos. 

O bootcamp prepara as alunas para se tornarem desenvolvedoras front-end e, para ingressar, não é necessário conhecimento prévio na área. Nos últimos seis anos, cerca de 1.800 mulheres se formaram na Laboratória em cinco países da América Latina e a maioria delas pôde iniciar uma promissora e exitosa carreira em tecnologia. 

Critérios para participar 

- Apresentar-se e identificar-se como mulher; 

- Ter no mínimo 18 anos ou 18 anos completos ao final do bootcamp; 

- Ter cursado o Ensino Médio em escola pública ou em escola privada com bolsa integral;

- Não estar cursando uma universidade durante o bootcamp, já que a formação requer dedicação integral;

- Ter disponibilidade para frequentar as aulas 5 horas por dia (no período da tarde), 5 vezes por semana, durante 6 meses. As aulas serão remotas. 

“Como a Laboratória é uma organização de impacto que conta com o apoio de grandes parceiros desde seu início, como o Google.org, propiciamos uma formação de excelente qualidade e preparamos nossas estudantes tanto em hard como em soft skills sem que elas paguem nada durante o bootcamp. Não queremos que a falta de oportunidade seja uma barreira para as mulheres ingressarem no mundo tech”, afirma Regina Acher, cofundadora da Laboratória no Brasil.