Comportamento

Paquerar é difícil? Pesquisa aponta o que não fazer na hora da conquista

Entre os destaques estão as mensagens clichês e algumas, inclusive, com conotação sexual

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)
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Nem todos conseguem se dar bem no mundo da paquera e, quando o flerte é virtual, muitos podem se enrolar ainda mais. Para evoluir a conquista com aquele "contatinho", nada melhor do que se dedicar nas conversas e na atenção para garantir um encontro pessoalmente. Foi pensando nisso que o Inner Circle, aplicativo de relacionamento global criado para ajudar solteiros a encontrar o seu verdadeiro match, ouviu 1.050 usuários brasileiros para saber quais são as piores cantadas que eles já receberam na paquera online e que fazem com que percam o interesse em seguir com a conversa.

Os participantes, sendo 53% homens e 46% mulheres, relataram que a pior maneira de iniciar uma conversa em um aplicativo de relacionamento é usar um comentário ou uma pergunta com conotação sexual (29%). Em segundo lugar no ranking das piores mensagens depois do "oi", estão as perguntas clichês, como a famosa "o que você procura aqui?" (19%).

Mas não para por aí, as clássicas e vazias mensagens como "oi, tudo bem?" também foram citadas na pesquisa, desagradando o total de 13% dos membros. Conversas monossilábicas, responder uma mensagem e não ter retorno, falta de conexão e receber um texto pronto com detalhes do perfil e o que gosta ou não em um parceiro, também fazem parte da lista da falta de criatividade.

Outras frases que até podem ser engraçadas para alguns, mas não ganham a atenção dos usuários que participaram da pesquisa são: "tem foto de agora?", "você acredita em amor à primeira vista?", "você caiu do céu? Porque parece um anjo!" e "o que esse bombom está fazendo fora da caixa?".

"A maioria dos brasileiros possuem um bom humor nato, então muitas frases engraçadas podem chamar a atenção do possível match, mas acredito que a melhor maneira de iniciar uma conversa é de uma forma mais atenta para entender como a outra pessoa gosta de interagir e, após perceber isso, seguir ou não com esse tipo de abordagem", comenta David Vermeulen, fundador e CEO do Inner Circle.