Comportamento

Quer mesmo transar? Estudo revela o que significa receber mensagem erótica na web

Durante o estudo, os participantes responderam perguntas sobre quais eram as motivações que os levava a fazer sexo e especificamente, mandar mensagens eróticas

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)


Já ficou na dúvida das intenções do (a) crush ao receber mensagens eróticas? De acordo com um estudo realizado no Texas Tech University, nem sempre as publicações refletem uma vontade efetiva de transar - pelo menos de uma das partes.

A pesquisa contou com a participação de 160 pessoas, com idade entre 18 e 69 anos, que estavam em relacionamentos fixos. Durante o estudo, os participantes responderam perguntas sobre quais eram as motivações que os levava a fazer sexo e especificamente, mandar mensagens eróticas.

"Fizemos uma análise estatística chamada análise de classe latente (LCA, na sigla em inglês). O que a LCA faz é determinar se há grupos nos dados apresentados", explicou Joseph Currin, responsável pelo estudo, ao Sexting. Joseph também disse que o estudo revelou que existem
três tipos de perfis de pessoas que mandam mensagens eróticas.

O resultado mostrou que 54 pessoas trocam esses tipos de mensagem apenas para reafirmar a relação com o (a) parceiro (a), ou seja, pessoas que não estavam com vontade de transar, mas querem manter o interesse e o fogo acesso na relação.



Outros 48 participantes deixaram claro que as mensagens quentes funcionam como uma espécie de favor, que será cobrado no futuro de forma erótica ou não - pode apenas ser um momento romântico.

O último perfil, composta por 58 pessoas, é o dos que mandam nudes e textos quentes como uma espécie de preliminar, que em seguida terminará com um sexo offline mesmo.

O resultado do estudo mostra que 2/3 dos interessados não tinham um desejo sexual por trás daquela notificação picante.

"Ficamos surpresos que os grupos descobertos tinham basicamente o mesmo tamanho. Estávamos imaginando que algum dos grupos se destacaria, mas não foi o que aconteceu", completou Joseph  Currin.