E. C. Bahia

Diretor de futebol do Bahia explica situação do atacante Souza

Segundo William Machado, decisão sobre o aproveitamento do atacante será determinado pelos envolvidos no departamento de futebol do clube

Redação iBahia (esportes@portalibahia.com.br)
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Após uma temporada ruim e questionado por grande parte da torcida, o atacante Souza ainda não sabe se será aproveitado pelo Tricolor na próxima temporada. O jogador tem contrato com o clube até o fim de 2014, mas pode ser emprestado ou ter seu contrato rescindido pela direção do Bahia. O que pesa para o clube é o alto salário que o atacante recebe. Perguntado sobre a situação do jogador, o novo diretor de futebol do Esquadrão, William Machado, explicou que a questão sobre o aproveitamento do Caveirão será decidida por todos do departamento de futebol.
"Eu tive a oportunidade de jogar com o Souza no Corinthians e me dou muito bem com ele. Mas uma coisa é relação pessoal, outra coisa é relação profissional. A questão do Souza no Bahia não vai ser analisada por mim, não vai ser determinada por mim, mas por todas as pessoas que estão envolvidas no departamento de futebol. Se acharem que é interessante que o Souza não permaneça a gente vai conversar com ele, com o seu procurador e vamos falar que ele não será aproveitado para o próximo ano. Se entendermos que ele pode ajudar o Bahia, vamos falar que ele vai ficar, mas vai cumprir essa, essa e essa obrigação, como todos os profissionais. Nada além das regras internas que todos têm que cumprir. Não cumprindo, sofrerá as sanções e punições, assim como outros atletas que permanecerão no Bahia", explicou William.

Desde que chegou ao Bahia, em 2011, Souza não atuou em mais de 50% das partidas do clube em cada temporada. Em 2013, o jogador se envolveu em muitas polêmicas e não conseguiu ter um bom desempenho dentro de campo, marcando apenas um gol no ano. O jogador perdeu ainda mais espaço com a chegada de Fernandão, artilheiro da equipe no Campeonato Brasileiro. Sport e Portuguesa chegaram a demonstrar interesse no Caveirão, mas o alto salário inviabilizou as negociações.