Música

Kelly Key assina com gravadora: 'Ansiosa para voltar aos palcos'

O desejo de voltar a cantar já vinha sendo ventilado nas redes sociais pela cantora

Agência O Globo

Dona dos hits "Baba, baby", "Adoleta" e "Cachorrinho", Kelly Key quer voltar à música pop. E assinou um contrato com a mesma gravadora que a lançou em 2001.

Foto: Reprodução | Instagram

"A receptividade das pessoas foi a melhor possível e eu estou muito ansiosa para voltar aos palcos", disse Kelly Key durante a assinatura do contrato.

Embora tenha assinado só agora, o desejo de voltar a cantar já vinha sendo ventilado nas redes sociais pela cantora. Em maio deste ano, Kelly Key disse que estava trabalhando em quatro músicas e que todas seriam lançadas com clipes.

“Segura a onda que estou chegando, com um cenário, como sempre, que todo mundo espera ver, o pop rasgado que vocês amam. Quero aproveitar o shape gatona para fazer aquele videoclipe. Vão ser quatro músicas, quatro videoclipes, tudo seguido, para suprir essa necessidade de vocês das minhas músicas”, disse Kelly Key em entrevista ao programa "TV Fama", na época.

A Warner Music, a gravadora de Kelly Key, limitou-se a dizer apenas que a cantora está preparando um projeto para 2019 e que detalhes serão divulgados em breve.

O último lançamento de Kelly Key foi em 2015, com o álbum "No controle". A repercussão foi bem menor do que a época de sua estreia. Desde então, a cantora se tornou youtuber e investiu no mercado fitness.

Em um cenário composto por Anitta, Iza e Wanessa, Kelly Key se vê como precursora do gênero pop no Brasil. Na mesma entrevista para o "TV Fama", a cantora considera importante a sua volta aos palcos para fortalecer a música nacional.

“O nosso mercado pop é muito escasso. A gente conta na mão meninas que fazem parte desse cenário brasileiro e eu fico muito feliz de ver que ele está crescendo cada vez mais. Fico orgulhosa de saber que lá atrás eu comecei abrindo portas para outras meninas e me sinto muito feliz. Quanto mais meninas tivermos nesse universo, maior vai ser esse movimento, ele não vai morrer, e não vamos precisar consumir só música lá de fora. A gente vai poder consumir coisa de qualidade no nosso próprio país”, refletiu.