Música

Marcela Bellas e Juliana Sinimbú cantam juntas no Pelourinho

As duas cantoras participam do Projeto Natura Musical e representam a versatilidade da nova geração da música pop brasileira

Redação iBahia (agenda@portalibahia.com.br)
As cantoras Juliana Sinimbú e Marcela Bellas se encontram para um show especial, em Salvador, pelo projeto Natura Musical. A apresentação acontecerá no próximo dia 3 de outubro, a partir das 21h, no Largo Pedro Arcanjo, no Pelourinho.

Juliana apresenta seu novo trabalho 'Uno', enquanto Marcela cantará canções do CD 'Chega de Chorar de Amor'. As duas passeiam pelo universo feminino e do amor, isso com um repertório bem trabalho, romântico, mas também dançante. As duas têm trabalhos que traduzem a versatilidade da nova geração da música pop.



Ainda criança, Juliana ouviu de seu pai um conselho, que contribuiu muito para sua formação musical: "Ju, querida, quando você escolher um disco, ouça-o todo, até o final. Não ouça uma única música, isso é falta de respeito com o artista", disse "seu" Dagoberto. A menina levou isso a sério e tornou-se uma boa ouvinte e isso a levou a cantar e a compor. 'Una' é o resultado de dois anos de trabalho, com canções que revelam a realidade à sua volta. Tudo isso com uma identidade rítmica muito latina. Além de canções autorais, o disco conta com músicas de outros artistas que ela admira: Dona Onete ('Não me provoca'), Marcela Bellas ('Ó'), João Donato ('Nua idéia', C/Caetano Veloso), Otto ('Vodka', parceria inaugural com Juliana).



O público baiano já teve algumas oportunidades para conferir a apresentação das canções de 'Chega de Chorar de Amor', o disco da baiana Marcela Bellas, o segundo solo de sua carreira. As músicas trazem referências de João Gilberto, Caetano Veloso, Novos Baianos e Glauber Rocha.

Nas letras, a artista brinca com figuras, como  “Brau” (o Brasileiro Universal), Ana Maria (a piriguete), Lucy (a piriguete romântica), Bira (o dono do bar). Todos emprestam à cantira sua fé e sua visão de amor. Tem reggae, samba reggae, xote, rockabilly, ska, twist e arrocha. É mix romântico, dançante e praiano. O disco é um tributo à decisão de seguir amando sem sofrer e nem chorar mais por causa disso. O CD traz ainda duas releituras: 'Telúrica', de Baby do Brasil, e 'I miss her', de Lázaro Negrumy.





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