Turismo

Saiba quais são as companhias aéreas mais seguras para viajar em 2020

Site especializado lançou ranking

Agência O Globo
Uma lista divulgada essa semana pode acalmar muita gente que tem medo de voar. Isso porque, o principal site de classificação de segurança aérea, AirlineRatings, listou as companhias mais seguras do mundo para viajar em 2020. Os dois primeiros lugares ficaram na Oceania: a australiana Qantas e a neozelandesa Air New Zealand, respectivamente.
As outras presentes no ranking são, por ordem de segurança:
EVA Air (Taiwan)
Etihad (Emirados Árabes Unidos)
Qatar Airways (Qatar)
Singapore Airlines (Cingapura)
Emirates (Emirados Árabes Unidos)
Alaska Airlines (EUA)
Cathay Pacific Airways (Hong Kong)
Virgin Australia (Austrália)
Hawaiian Airlines (EUA)
Virgin Atlantic Airlines (EUA)
TAP Portugal (Portugal)
SAS (Escandinávia)
Royal Jordanian (Jordânia)
Swiss (Suiça)
Finnair (Finlândia)
Lufthansa (Alemanha)
Aer Lingus (Irlanda)
KLM (Holanda)
Segundo o diretor Geoffrey Thomas, essas companhias aéreas são destaque no setor e estão na vanguarda da segurança, inovação e lançamento de novas aeronaves. "Todas as companhias aéreas têm incidentes todos os dias e muitas são problemas de fabricação de aeronaves, não problemas operacionais de companhias aéreas", disse ele em nota. "É a maneira como a tripulação lida com os incidentes que determina uma boa companhia aérea de uma insegura".
O site também avaliou as dez companhias aéreas de baixo custo mais seguras para 2020, a partir das 405 que monitora. Nesse caso, não foi estipulado um ranking. São elas: Air Arabia, Flybe, Frontier, HK Express, IndiGo, Jetblue, Volaris, Vueling, Westjet e Wizz.
Elas são as únicas que passaram na Auditoria de Segurança Operacional (IOSA) da International Air Transport Association, além de terem excelentes registros de segurança, afirma o site.
Como é feita a avaliação
A avaliação, segundo o AirlineRatings, leva em consideração fatores que incluem: auditorias dos órgãos governamentais e da indústria da aviação, auditorias governamentais, acidentes de companhias aéreas e registros de incidentes graves, lucratividade, iniciativas inovadoras em segurança e idade da frota.