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'O PT procurou banalizar o tema corrupção', diz ACM Neto

Além da estratégia petista para a eleição, prefeito de Salvador falou sobre fusão e crescimento do DEM

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20/10/2014 às 9:15 • Atualizada em 01/09/2022 às 21:10 - há XX semanas
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O prefeito de Salvador , ACM Neto, em entrevista ao Jornal Folha de São Paulo, analisou as estratégias utilizadas pelo PT na corrida presidencial e disse que, embora o DEM não tenha vencido a eleição estadual na Bahia, o partido teve um crescimento e se diz otimista. Questionado sobre a mudança do cenário para o 2º turno para a Presidência, ACM Neto disse que apoiaria Marina Silva, caso ela chegasse ao segundo turno, mas nunca perdeu a confiança em Aécio Neves (PSDB). Segundo ele, o importante "era tirar o poder do PT". Ainda segundo o gestor municipal, o PT utiliza a estratégia do "medo" entre o eleitorado nordestino, caso Aécio vença as eleições presidenciais. "Sempre estive nesse projeto muito menos por expectativa de poder e muito mais por compromisso de vida. Estou há dez anos na oposição e mantive minha coerência", afirmou.
ACM Neto e Aécio Neves durante caminhada em Itabuna, em setembro
Ainda durante a entrevista, ACM Neto disse que é fundamental enfrentar "a tática do medo e mostrar que qualquer alinhamento tem que ser programático" e, segundo ele, Aécio é único candidato capaz de unificar o país e que o candidato do PSDB tem ainda um plano específico para o Nordeste." Aécio vai ter um olhar muito especial para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar", garantiu. Ao ser questionado sobre a declaração do atual governado Jaques Wagner que "corrupção é um tema ignorado pela população", o prefeito de Salvador disse que o PT banalizou o tema corrupção em uma tentativa de nivelar todos os políticos por baixo. Veja também: Terceiro debate do 2º turno perde tom agressivo e candidatos discutem propostasAinda sobre essa declaração, Neto disse que Jaques Wagner "não tem autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, como um secretário forte de seu governo", argumentou. Sobre a meta do DEM em eleger 30 deputados e um governador - o partido elegeu 22 deputados e nenhum governador -, Neto disse que o partido teve uma estratégia mais corajosa, com uma visão a médio e a longo prazo. Quanto à possível fusão partidária, o prefeito de Salvador disse que nenhuma hipótese está descartada, mas é preciso esperar as eleições serem concluídas.

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