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Dúvida: qual será a cara do time na estreia do Brasileirão?

Vitória tem mostrado dois times em 2013: o do Ba-Vis, que beirava a perfeição, e o outro, que não consegue manter o equilíbrio

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24/05/2013 às 9:02 • Atualizada em 02/09/2022 às 7:07 - há XX semanas
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O Vitória larga sábado na Série A, mas precisa olhar para trás caso queira evitar panes futuras. Apesar de campeão baiano há menos de uma semana, o rubro-negro pega o Internacional na Fonte Nova com olhar de desconfiança por parte da torcida. Tudo isso por causa de uma dúvida crucial: esse Leão é aquele de partidas que beiram a perfeição ou o time que não consegue manter o equilíbrio e derrapa logo após fazer um partidaço? Uma pergunta difícil de responder. “Isso acontece em vários clubes. Barcelona, Real Madrid, os grandes do mundo, até tomam goleada e não é diferente com a gente. Nós estamos numa sequência de jogos e isso complica um pouco”, diz o lateral Nino, que saiu machucado no empate por 1x1 com o Salgueiro, que eliminou o Leão da Copa do Brasil, mas joga às 18h30 de sábado.
“A bola não entrou. Se a bola entra, a gente dava uns cinco neles, e acabou que não conseguimos a classificação”, procura justificar. Há duas semanas, Nino participou da histórica goleada por 7x3 no primeiro Ba-Vi da final do estadual. O problema é que essa não é uma situação isolada. Na Copa do Nordeste, após uma fase de classificação quase impecável e um triunfo por 2x0 sobre o Ceará na partida de ida das quartas em Fortaleza, o Vitória levou 4x1 no Barradão e cascou fora precocemente. Como consequência, 28 dias sem jogar. Na volta do Baiano e da Fonte Nova, 5x1 no Bahia. Porém, nos jogos seguintes à goleada, derrota para o Mixto em Cuiabá e para o Botafogo na Fonte Nova. A segunda prova de instabilidade culminou com o afastamento do volante Fernando Bob das partidas. Focado - Detalhe que, em todas as ocasiões, o Vitória teve um festival de gols perdidos. Para Nino, faltam um pouco de foco e pontaria. “Tem que entrar mais focado. Quando entramos, conseguimos o resultado. Quando tem um descuido... E se a gente acertar mais a finalização, fazemos bastante gols. Na hora que tá ali dentro, não é assim. Pensa que tá fácil e acaba ficando difícil”, entende. Com tanto desequilíbrio até aqui, fica difícil confiar na busca por vaga na Libertadores, meta maior do clube na temporada. “O Vitória vai ser outro Vitória. Baiano é um campeonato e Brasileiro é outro. A gente vai fazer um grande Brasileiro”, acredita Nino.

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