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Leão demorou para engrenar, mas no fim chega como favorito

Perder o título significaria ser derrotado por uma diferença que ainda não aconteceu nesta temporada

Redação iBahia
08/05/2016 às 15h33

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Como num quebra-cabeça, Vagner Mancini foi montando o time do Vitória no decorrer da competição. As peças que faltavam foram entrando na equipe gradativamente e o efeito pôde ser visto, principalmente, na reta final.  Após um começo irregular com um empate diante do Vitória da Conquista logo na segunda rodada e uma derrota para o Fluminense de Feira no quarto jogo, o técnico rubro-negro encontrou a equipe ideal justamente num Ba-Vi.  

Kieza já marcou dois gols no estadual e agora quer brocar o ex-clube
(Foto: Arisson Marinho/Arquivo CORREIO)

Nos 2×0 sobre o rival na última partida da primeira fase, improvisou José Welison na lateral direita pela primeira vez, pôde ver a estreia de Caíque entre os profissionais e o alívio em ter um substituto à altura para Fernando Miguel.  Aliado a tudo isso, viu Kieza, maior investimento da diretoria na temporada, estrear no jogo de volta das quartas de final, contra o Flamengo de Guanambi, fazendo gol, no triunfo por 3×0. 
Contra a Juazeirense, na semifinal, classificação sem sustos e afinidade lá em cima, confirmada com os 2×0 sobre o Bahia novamente, desta vez pelo primeiro jogo da decisão, invertendo assim a vantagem do maior rival.  Perder o título significaria ser derrotado por uma diferença que ainda não aconteceu nesta temporada e claro, ter encerrado o jejum de oito jogos sem perder para o rival. 
Como se diz na gíria do futebol, o time de Vagner Mancini está na ponta dos cascos. A escalação, tudo indica, deverá ser a mesma do primeiro jogo. A missão é impedir o tricampeonato estadual do Bahia e retomar  a hegemonia. 
Correio24horas