Esportes

Brasileiros de esportes estreantes em Olimpíadas são favoritos a medalhas; conheça

Entre as cinco novas modalidade, em dois esportes o Brasil é candidato a medalha: no stake e no surf. Nos outros três - karatê, escalada e beiseball/softball o país não tem representantes

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

A cada edição, as Olimpíadas têm adicionado novos esportes. Nos Jogos de Tóquio, o Comitê Olímpico Internacional (COI) adicionou cinco esportes. Agora, ao todo, serão 34 modalidades no evento. 

Entre os cinco, em dois esportes o Brasil é candidato a medalha: no stake e no surf. Nos outros três - karatê, escalada e beiseball/softball o país não tem representantes.

O skate chega aos Jogos com duas modalidades: street e park. Nelas, os competidores atuam individualmente e são classificados de acordo com o nível geral de dificuldade e originalidade de suas rotinas.

Na street, os skatistas passam por obstáculos como trilhos, escadas, meio-fio, bancos, paredes e rampas. Eles precisam mostrar suas habilidades e manobras durante um determinado limite de tempo.

Já na park, os atletas competem em uma pista de skate que possui superfícies curvas complicadas. Os competidores sobem em velocidade e executam manobras no ar, acompanhados por música.

O Brasil será representado no stake por 12 atletas, sendo seis mulheres e seis homens. São eles: Dora Varella (park), Isadora Pacheco (park), Letícia Bufoni (street), Pâmela Rosa (street), Rayssa Leal (street), Yndiara Asp (park), Felipe Gustavo (street), Giovanni Vianna (street), Kelvin Hoefler (street), Luiz Francisco (park), Pedro Barros (park) e Pedro Quintas (park).

Letícia Bufoni está entre as favoritas na street e Pamela Rosa e Rayssa Leal, de apenas 13 anos, também são fortes candidatas a medalha.

Surfe

As competições de surfe acontecerão na praia de Tsurigasaki, a cerca de 100 km do Estádio Olímpico de Tóquio. Os atletas terão baterias de 30 minutos para pegar o máximo de ondas que puderem. As duas ondas de maior pontuação são contabilizadas.

Um painel de cinco jurados avaliará o desempenho usando um sistema de cinco pontos com base em critérios que incluem grau de dificuldade, inovação, velocidade, potência e fluxo.

A competição é em formato de eliminatória. Os surfistas com menor pontuação disputam uma repescagem.

O Brasil será representado no surfe por Gabriel Medina e Ítalo Ferreira, no masculino. O país conquistou quatro dos últims seis títulos mundiais masculinos, dois deles com Medina, atual número 1 do mundo.

No feminino, as brasileiras Silvana Lima e Tatiana Weston-Web representam o país.