Futebol

PSG nega ter oferecido R$ 3,7 milhões para Cavani dar pênaltis a Neymar

Clube francês informa que brasileiro é aguardado no jogo contra o Bayern de Munique

Agência O Globo
- Atualizada em

O Paris Saint-Germain negou, nesta segunda-feira, que seus dirigentes tenham oferecido bônus de 1 milhão de euros (R$ 3,7 milhões) para que o uruguaio Edinson Cavani abdicasse das cobranças de pênalti em favor de Neymar. A informação foi divulgada pelo jornal "Le Parisien" (veja no tweet abaixo, em francês).

No domingo, reportagem publicada pelo "El País" dizia que o presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi, havia oferecido dinheiro para que Cavani abrisse mão do posto de cobrador de penalidades máximas. O bônus de R$ 3,7 milhões refere-se ao prêmio estipulado no contrato do uruguaio caso seja artilheiro na temporada.

Com a oferta, Al-Khelaifi tentava apagar o incêndio iniciado no vestiário do PSG por conta das exigências feitas por Neymar, que desagradaram até alguns brasileiros do elenco, segundo o "El País". No entanto, ainda de acordo com a reportagem, Cavani recusou a oferta e disse que continuaria cobrando os pênaltis.

O zagueiro Thiago Silva, capitão do PSG, assumiu o papel de "bombeiro". No domingo, em tom de brincadeira, Thiago declarou que ele mesmo assumiria o papel de batedor de pênaltis.

A declaração ocorreu um dia após o empate sem gols do PSG com o Montpellier, resultado que permitiu a aproximação do vice-líder Monaco na tabela do Francês - os rivais estão separados por apenas um ponto. Neymar acusou uma lesão no pé direito e não foi relacionado para a partida.

De acordo com comunicado do PSG, o atacante brasileiro é aguardado no treino desta segunda-feira, que ocorrerá a portas fechadas. O clube francês encara o Bayern de Munique na quarta, pela Liga dos Campeões, e a expectativa é que Neymar seja relacionado para a partida contra os alemães.