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Dieta Atkins: veja como emagrecer investindo em mais proteína

O aumento de consumo de gorduras sobre carboidratos ocasiona em alterações metabólicas que auxiliam na perda de peso

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br )
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 Está procurando uma nova dieta? A dieta Atkins pode ser uma opção. O método consiste em cortar carboidratos e ingerir mais proteínas, o que ajuda na perda de peso rápida. Mas, é importante ficar atenta (o) aos riscos e consultar um profissional de nutrição. 

A dieta criada pelo cardiologista norte-americano Robert Atkins, consiste em priorizar o consumo da proteína, como alimentos de origem animal como, carnes, ovos, leite e derivados, além de gorduras. 

Segundo informações do UOL, o aumento de consumo de gorduras sobre carboidratos ocasiona em alterações metabólicas que auxiliam na perda de peso. Na ausência de glicose (principal combustível do corpo e formada a partir dos carboidratos), o corpo utiliza as gorduras para obter energia.

Foto: reprodução

Com a ausência de carboidratos, a alimentação pode trazer algumas desvantagens para quem não está acostumado com a dieta como, dor de cabeça, falta de disposição e mau humor, náusea, mau hálito e prisão de ventre.

Em entrevista ao UOL, a médica nutróloga Andrea Pereira, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), garantiu que o fato de não priorizar tanto as gorduras boas é uma desvantagem da dieta Atkins, pois o alto consumo das outras gorduras aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.  

Como funciona a dieta? 

Essa estratégia de emagrecimento é dividida em quatro fases: 

1ª fase: as fontes de carboidratos ficam limitadas a 20 g por dia --o equivalente a 1 maçã pequena ou 2 bananas-prata médias ou um pão francês sem miolo ou 2 garfadas de macarrão ao alho e óleo ou 3 colheres (sopa) de batata cozida. Vegetais folhosos (repolho, acelga, rúcula, alface etc.) são liberadas. A maior parte da alimentação são fontes de gordura e proteína, como castanhas, carnes (boi, frango e peixe), ovos, queijos. 

2ª fase: a proporção de carboidrato vai sendo aumentada aos poucos (5 g a mais por semana) até o limite de 50 g por dia. Laticínios integrais, legumes e frutas pobres em carboidratos (brócolis, couve, aspargos, fruta.

3ª fase: a cota de carboidrato sobe para até 80 g de por dia e a regra é ficar de olho no peso, para ver se se mantém, aumenta ou diminui. Se houver ganho de peso, deve-se reduzir o nutriente até encontrar a dose em que o peso estabiliza. As fontes permitidas a partir daqui incluem abóbora, inhame, batatas, mandioca, arroz e grãos integrais. 

4ª fase: é quando começa a manutenção do peso alcançado na fase anterior. A ingestão de carboidratos deve ser limitada àquela que fez o peso estabilizar na fase 3.