Fitness

Emagreça comendo ovo: veja tudo que você precisa saber sobre essa dieta

A dieta tem uma proposta hipocalórica, que visa oferecer menos energia ao organismo do que é gasto diariamente, para estimular a perda de peso

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

Gosta de ovo? Um cardápio baseado no consumo de ovo tem sido adotado por pessoas que desejam emagrecer. A dieta tem uma proposta hipocalórica, que visa oferecer menos energia ao organismo do que é gasto diariamente, para estimular a perda de peso.

De acordo com o UOL, em geral, essa dieta pode durar entre sete e dez dias e se fundamenta em consumir um ovo cozido antes das principais refeições. O objetivo é promover a saciedade e diminuir o consumo de calorias durante a refeição seguinte.

Foto: reprodução
Ovo é um alimento pouco calórico (75 kcal a unidade) e que traz vários benefícios para saúde. A gema é rica em fontes de vitaminas D, A e do Complexo B e ainda possui gordura boa em sua composição. Já a clara é rica em proteínas, favorece o ganho de massa magra e ainda ajuda na recuperação muscular.

O UOL listou como é o cardápio diário de uma pessoa adepta da dieta do ovo. Confira:

Café da manhã
- 1 ou mais ovos
- 1 porção média de frutas (laranja, mamão e banana )

Almoço
- 1 ou mais ovos
- 1 pequena porção de frango ou peixe

Jantar
- 1 ou mais ovos
- 1 grande porção de vegetais
- 1 fruta

Lanches
- cereais integrais
- oleaginosas (castanhas, nozes, entre outros)
- frutas

O plano alimentar pode contar ainda com vegetais folhosos, carnes vermelhas, leite, queijo, iogurtes, frutos do mar, sardinha, tubérculos, legumes crus e cozidos.  Você também não pode esquecer da hidratação, recomenda-se a ingestão de 9 a 13 copos por dia.

Opinião do especialista

"É uma dieta restritiva, sem nenhuma base científica, não dá para avaliar eficácia", explicou Andreia Pereira, médica nutróloga nos Ambulatórios de Obesidade, Síndrome Metabólica e Cirurgia Bariátrica da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), ao UOL.

Você também precisa ter cuidado com o consumo excessivo do ovo, pois pode aumentar o ácido úrico, colaborar para a perda de cálcio nos ossos, aumentar as chances de cálculo renal e aumento de colesterol.



Além disso, é essencial buscar orientação profissional antes de adotar qualquer plano de alimentação. No caso de dietas hipocalóricas, como a dieta do ovo, é preciso que a estratégia esteja alinhada com as necessidades energéticas individuais (o que leve em consideração sexo, peso, altura, rotina e até a condição de saúde).