FLICA

Além de acessório: oficina de turbantes exalta representatividade

A partir desta oficina, o público pode conhecer um pouco da história além de discutir questões acerca de identidade e valorização da cultura negra

Lucas Mascarenhas* (lucas.mascarenhas@redebahia.com.br)
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 Dentre as diversas oficinas gratuitas oferecidas nesta nona edição da Flica, uma delas se destaca pela simbologia e representatividade, a oficina de turbantes. Quem a ministra é Gisele Oliveira, de 36 anos, uma das percursoras do turbante no Recôncavo Baiano. A atividade é promovida pela Secretaria De Educação do Estado da Bahia, no espaço 'Educar pra Transformar', local que abriga ações do governo na festa.

Foto: Lucas Mascarenhas / iBahia

“Vim trabalhar aqui na Flica com essa oficina de turbantes porque eu acho importante trazer prontos da cultura afro-brasileira para o público. É bom para a conscientização, afinal quando você conhece o elemento e utiliza ele, existe a busca pelo porquê, então acho muito importante”, explica.

A partir desta oficina, o público pode conhecer um pouco da história do turbante, além de discutir questões acerca de identidade e valorização da cultura negra.

Foto: Lucas Mascarenhas / iBahia

“Essa oficina também proporciona,  a mim, uma mulher Negra e cadeirante, mostrar uma das minhas habilidades. Isso importante, devido aos diversos preconceitos que sofremos cotidianamente”, conclui Gisele.

A oficina segue aberta ao público até o sábado (26), a partir das 9h, no prédio da Fundação Hansen Bahia, circuito principal da Flica.

* Sob supervisão e orientação do editor-chefe Rafael Sena.