FLICA

Homenagem, encanto e diversão marcam o segundo dia da Fliquinha

Um dos pontos altos foi a participação da sambadeira Dona Cadu

Lucas Mascarenhas* (lucas.mascarenhas@redebahia.com.br)
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A magia dos livros atraiu os pequenos leitores para o segundo dia da Fliquinha, que encantou o público com seu cenário lúdico e o entusiasmo da mediadora Mira Silva.

Quem abriu a programação desta sexta-feira (25), foi o autor Davi Nunes. O poeta soteropolitano é dono dos livros “Bucala: a pequena princesa do Quilombo do Cabula” e “Zanga”, este último lançado no ano passado.

Um dos pontos altos do dia foi a participação da autora Vanda Machado, em um momento de contação de história. O livro escolhido foi “O dia que almocei a Bisa”, de Rosângela Cordaro, que conta a história de Dona Cadu, uma sambadeira afro-indígena, quase centenária, figura carimbada do Recôncavo Baiano.


Foto: Lucas Mascarenhas / iBahia

E foi a própria Dona Cadu que apareceu no palco da Fliquinha, do jeito que gosta, sambando e com um sorriso no rosto.

Além desse momento mágico, a Fliquinha recebeu as autoras Mabel Veloso, Luciana Savaget e Lulu Lima, para uma bate-papo com a criançada.


Foto: Eli Cruz / Divulgação

Duas apresentações também marcaram presença e foram sucesso entre os pequenos. O primeiro, foi o teatro de bonecos do Grupo Girino, que une encenação com música.

Mais para o fim da tarde, o coletivo Duo levou o espetáculo infantil “O Barão das Árvores” e impressionou com o abuso de cores além dos temas tratados, como preservação do meio ambiente.

*Sob supervisão e orientação do editor-chefe Rafael Sena.