FLICA

Último dia: Geração Flica discute Identidade, racismo e superação

Neste sábado (26), participaram os autores Aldri Anunciação, Tatiana Amaral e Matheus Rocha

Lucas Mascarenhas* (lucas.mascarenhas@redebahia.com.br)

Em seu último dia, a Geração Flica contou com um time de peso para fechar com chave de ouro os debates. Neste sábado (26), participaram da parte mais juvenil da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) os autores Aldri Anunciação, Tatiana Amaral e Matheus Rocha.

Foto: Lucas Mascarenhas / iBahia

Com trabalhos no teatro e na TV, o também autor, Aldri Anunciação, conversou com a mediadora Bárbara Sá, sobre como transformou seu livro “Namíbia, Não!”, em espetáculo e como passeia por diferentes mídias sem perder a essência literária.

O autor também contou que utiliza da ironia como estrutura de suas peças, para que a platéia consiga absorver temas tão duros como o racismo, que meche com a identidade de cada um.

Foto: Lucas Mascarenhas / iBahia
Com romances de sucesso, Tatiana Amaral participou de um bate-papo, onde falou sobre a autopublicação em meios digitais e gratuitos. O que a própria autora fez e permanece fazendo, mesmo após fazer parte de uma das maiores editoras do mundo.


Tatiana ainda falou sobre a superação de seu medo de falar em público e aconselhou os jovens que apesar de temer, precisam desse tipo de comunicação. Segundo ela, terapia e teatro a ajudaram a se livrar deste fantasma.
Foto: Divulgação
Com mais de 600 mil seguidores, Matheus Rocha começou seu caminho de sucesso através de poemas e escritas sobre o cotidiano nas mídias sociais.

Hoje, seu mais recente lançamento é “Não me julgue pela capa: Inseguranças de um ansioso”, que fala sobre um dos maiores e mais atuais problemas da sociedade, a ansiedade.

Rocha também falou sobre a importância da representatividade LGBTQIA+ dentro da literatura, para a identidade do público jovem.

*Sob supervisão e orientação do editor-chefe Rafael Sena.