Juntos Pela Prevenção

Com distribuição, Governo da Bahia reforça necessidade do uso de máscaras

Equipamentos foram produzidos por costureiras que estavam sem renda; uso é obrigatório no estado

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Para frear o avanço do novo coronavírus, a utilização de máscaras é obrigatória na Bahia em todos os municípios em que estão vigorando os Decretos Legislativos de Reconhecimento de Estado de Calamidade Pública aprovados pela Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, e que tenham confirmado caso de covid-19. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o uso do equipamento de proteção em áreas onde o distanciamento social não é possível.

Na Bahia, a máscara é obrigatória também no deslocamento em veículo, exceto quando o condutor for o único ocupante do mesmo, assim como em locais de trabalho, com multa de até R$ 1 mil por cada funcionário, servidor ou colaborador sem o equipamento. 

Foto: Carol Garcia / GOV BA
Para aumentar a oferta do equipamento de proteção, o governo lançou um edital para a produção emergencial de máscaras artesanais a serem destinadas a pessoas de vulnerabilidade social e econômica e funcionários públicos. 

Distribuição

Para reforçar a proteção à população, nesta sexta-feira (12), foram distribuídas mais 100 mil máscaras pela Secretaria do Trabalho Emprego Renda e Esportes, em parceria com o Ministério Público do Trabalho, para entidades de Salvador e Lauro de Freitas. As 100 mil máscaras, que ajudam na prevenção da Covid-19, foram confeccionadas por meio do programa “Trabalhando em Rede no Combate ao Coronavírus”, por costureiras das instituições Central da Cidadania e Cidadania e Vida.

As máscaras fazem parte de um lote de 400 mil unidades, reutilizáveis, de tecido, que estão sendo entregues para prefeituras e instituições sociais de municípios das regiões sul, sudoeste e norte da Bahia, além da Região Metropolitana de Salvador (RMS). Com um investimento de R$ 3,6 milhões do Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad), a iniciativa prevê a produção de 2 milhões de máscaras.

Neste processo, estão envolvidas 600 costureiras e costureiros envolvidos neste trabalho de produção, que estavam sem renda por conta da pandemia. Para distribuição das máscaras, estão sendo priorizadas prefeituras no interior, nas áreas mais atingidas, movimentos sociais e também segmentos que estão em vulnerabilidade e que não têm recursos para comprar as máscaras, como catadores, taxistas e setores dos bairros populares de Salvador.