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Com doação de cestas básicas, Centros de Acolhimento recebem pacientes carentes

Unidades em Salvador são voltadas para pacientes de baixa gravidade que moram em residências pequenas, mas possuem família numerosa

Especial de Conteúdo

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Manter o distanciamento social durante a pandemia de coronavírus não é tão simples para pessoas de baixa renda que dividem pequenas residências com outros membros da família. Nessa situação, se uma pessoa estiver infectada, pode contaminar outro familiar com mais facilidade. Para receber essas pessoas e evitar a propagação do vírus, foram criados em Salvador, pelo Governo da Bahia, Centros de Acolhimento.

Os locais, instalados no prédio da antiga EBDA, próximo ao Parque de Exposições e no antigo prédio da Faculdade Ruy Barbosa no Rio Vermelho, têm capacidade para receber 300 e até 1000 pessoas, respectivamente. Os centros receberão pacientes de baixa renda infectados com o novo coronavírus e que apresentam sintomas leves, sem necessidade de internação ou exigência de leitos de UTI.

No período em que permanecerem internados, os pacientes receberão duas cestas básicas cada, como auxílio do Governo. Além disso, eles também terão direito a três refeições no local em que estiver internado. A pessoa de baixa renda diagnosticada com coronavírus poderá requisitar na Unidade de Pronto Atendimento ou no hospital a transferência para um dos centros.

Voluntários

Trabalhadores da área de saúde podem se voluntariar para atender nos Centros de Acolhimento. Até o último dia 14, ao menos 100 profissionais já haviam se voluntariado para participar do projeto do Governo do Estado. 

Podem se inscrever profissionais e estudantes das áreas de medicina, enfermagem, psicologia, serviço social, farmácia e cursos técnicos de enfermagem, através da plataforma ‘Bahia. Estado Voluntário’.