Moda e Beleza

Musas revelam truques e deslizes de beleza; confira

Cada uma com seu “modus operandi”, elas não abrem mão de truques caseiros para darem aquele up na estampa

Agência O Globo
- Atualizada em

Negra, loura, morena... Lisa, crespa, montada... O que Pabllo Vittar, Grazi Massafera, Simone, Simaria, Lellêzinha e Giovanna Lancellotti têm em comum quando se trata de cuidados com a beleza? Cada uma com seu “modus operandi”, elas não abrem mão de truques caseiros para darem aquele up na estampa. E no melhor estilo “quem nunca cometeu seus deslizes, que atire o primeiro frasco de xampu”, as porta-vozes da L’Oréal Brasil não escondem seus pecados estéticos.

Práticas, as artistas se viram nos 30 com o que têm à disposição, seja para uma hidratação ou até para um corte de cabelo. Quem imagina que esse sexteto é 100% dependente de cabeleireiro, maquiador e manicure está enganado!

Grazi, que já trabalhou em salão de beleza e foi vendedora de cosméticos, não abandonou uma receita caseira herdada da mãe: a babosa. Hoje, sua filha Sofia, de 5 anos, da união com Cauã Reymond, também já entrou na onda dos tratamentos capilares.

Na pele de porcelana de Pabllo só ela é quem mexe. Adepta de uma make com tracejado extravagante, sua marca registrada, a drag queen fez fama, mas não substituiu seus pincéis pelos de outros maquiadores.

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Vale criar, ousar e se aceitar!

Grazi Massafera - Babosa para hidratar

Trabalhei em salão e em loja de cosméticos, sei fazer as misturas.. E sempre hidrato muito. Essa paixão por cabelo veio da minha mãe. Ela usava babosa. Cada uma nas suas condições, né? De vez em quando, eu ainda uso para fortalecer a raiz. Quando encontro uma, eu ataco logo o pé”.

“Meu cabelo passa por muita agressão por conta do meu trabalho. Então, recupero em casa, amo fazer os tratamentos. Eu mesma pintei uma mecha na frente dos fios para dar uma iluminada. Trabalhei em salão e em loja de cosméticos, sei fazer as misturas.. E sempre hidrato muito. Essa paixão por cabelo veio da minha mãe. Ela usava babosa. Cada uma nas suas condições, né? De vez em quando, eu ainda uso para fortalecer a raiz. Quando encontro uma, eu ataco logo o pé”.

Simone e Simaria - Trauma de corte

Simone — “Quando eu era criança, tive feridas na cabeça e minha avó cortou meu cabelo no zero. Eu chorava desesperadamente, mas era a única forma de curar aqueles machucados. Eu dizia que, quando crescesse, ninguém ia mandar em mim e que só eu ia cortar meu cabelo. Desde então, até para aparar a franja, é uma luta, um dedinho só e eu sofro. Amo cabelão. Gosto de me sentir leoa. Então, eu mesma corto e pinto. Não perco tempo em salão, não tenho paciência. Eu só faria um corte curto, tipo chanel, se fosse por muito dinheiro. E teria que emagrecer uns dez quilos para ficar legal”.

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Simaria — “Eu também já tosei! Fiquei igual a um cachorro. Acabaram com meu cabelo e mandei cortar tudo logo. Eu só chorava. Dizia: ‘Meu Deus, o que foi que eu fiz?’. Sou muito apegada. Vou ao mesmo cabeleireiro há 15 anos. Eu mesma que pinto às vezes. Só a raiz. Evito passar tinta nele todo. Jogo um pretão graúna e vou embora, plena!”.

Pabllo Vittar - Vitamina C na pele

“Sempre fui muito vaidosa. Amo cuidar da pele. Passava os cremes da minha mãe sem ela saber! Hoje, uso vitamina C no rosto antes de dormir. Fica massa! Com eu não tinha grana, ia atrás dos produtos caseiros: babosa com mel e aveia, mel com açúcar e limão... Essas misturas loucas de internet eu já fiz várias. A maioria funciona. Já na maquiagem, pra mim, vale tudo, desde que a pessoa se sinta bem. Eu sempre vou fazer minha make poque ela diz muito sobre mim. Sou uma drag queen, então meu rosto é como um papel em branco que só eu sei preencher. As minhas unhas também sou eu que pinto!

Giovanna Lancellotti - Hidratação na sauna

“Quando cortei meu cabelo bem curtinho para ‘Gabriela’, eu tinha 19 anos. Não me olhava no espelho. No início, só usava ele chapado. Aí foi passando o tempo, fui deixando ao natural e, no fim, já estava amando aquele corte. Tive que me forçar para sair da zona de conforto. E me viro bem sozinha. Faço unha, sobrancelha, maquiagem. Adoro! Sempre tive muito apego ao meu cabelo, e, como não é fino, não sofre tanto com os desgastes do dia a dia.


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Estou sempre hidratando. Se não é no salão, vou para a sauna em casa, fico meia hora com creme de tratamento, e pronto! Também aposto em bons produtos. Procuro ir me atualizando”.


Lellêzinha - Renovação da autoestima

“Alisei meu cabelo até os 14 anos (ela está com 20). Não sabia como eram meus cachos até então. Quando parei de passar química e ficou natural, foi doído. Tive que cortar na altura da orelha. Não queria nem sair de casa, me sentia muito feia, apesar de falarem que eu estava linda e que combinava comigo. Aí passei a brincar com os fios, a pintar, e fui me sentindo cada vez mais eu. Veio à tona minha personalidade, minha vibe. Foi quando eu me encontrei de fato. O crespo e o cacheado quebram muito se a pessoa não souber desembaraçar. Tem que ter jeito. Eu passo creme debaixo do chuveiro, penteio com os dedos e deixo secar naturalmente. Se quero volume, pego um pente garfo e passo só na raiz”.