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Deu ruim! Homens inventam de seguir tutorial e injetam creme de hemorroidas no pênis

Os dois precisaram de atendimento médico após a ideia "brilhante" para aumentar o órgão sexual

Redação iBahia (redacao@portalibahia.com.br)

Dois franceses, que não tiveram os nomes divulgados, resolveram testar os ensinamentos de um tutorial no YouTube para aumentar o tamanho do órgão sexual e o resultado foi péssimo. Após injetar um no outro um creme para tratamento de hematoma e hemorroidas, eles precisaram de atendimento médico por "inchaço progressivo e doloroso do pênis". As informações são do jornal Daily Mail.

Os homens foram orientados pelos médicos a descansar, tomar analgésicos e observar se o inchaço diminuiria por conta própria. A suspeita era que o creme havia obstruído os vasos linfáticos dos membros. 

Como eles não voltaram para uma revisão, os profissionais do Hospital Universitário de Estrasburgo não fazem ideia se a invenção deles prejudicou o funcionamento do órgão. 

Um artigo sobre o caso foi publicado na  revista 'Annales de Dermatologie et de Vénéréologie'. O material afirma que a autoinjeção no pênis é uma prática antiga. 

“Pode ser motivado pelo desejo de ter um pênis maior para aumentar a autoestima para, conseguir um melhor desempenho sexual, por fazer parte das práticas de quimio-sexo, entre outros motivos. Está se tornando mais acessível, pois os pacientes agora podem assistir aos tutoriais online, como ocorreu no caso presente", explicou a equipe. 

Em entrevista ao Daily Mail, o Dr. Rich Viney, urologista consultor do Hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, comentou sobre a invenção dos franceses. "Isso nunca iria funcionar bem e há uma probabilidade real de que haverá danos irreversíveis com implicações de longo prazo para suas ereções. Isso é algo que nenhum indivíduo de mente certa faria". contou o médico. 

“Em última análise, o aumento da aparência dos órgãos genitais para homens e mulheres traz consigo riscos de cicatrizes e infecções, resultados ruins e uma possível perda de função. Se alguém quiser explorar intervenções desse tipo, deve consultar um especialista devidamente qualificado e, de preferência, buscar mais de uma opinião", acrescentou Rich Viney.