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Pandemia do coronavírus traz discussão sobre o ‘novo normal’; mas o que isso significa?

Já é possível perceber mudanças significativas em nossos hábitos

Publieditorial
- Atualizada em

Arte: Betway Cassino
Desde o início de 2020, quando os casos do coronavírus foram aumentando e a doença foi declarada oficialmente uma pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o mundo repete, quase como um mantra, que tudo isso vai passar. As dificuldades impostas pela pandemia, no entanto, também nos confrontaram com uma nova realidade, que agora conhecemos como “novo normal”.

Durante o período de isolamento social, imposto pela pandemia como arma para frear a propagação do vírus, já foi possível perceber mudanças significativas em hábitos como o home office aderido por grande parte das empresas; na alimentação, com a ingestão de alimentos saudáveis e mais gente cozinhando e buscando novas receitas; no consumo, com o disparo de compras online; e no conforto, com a perspectiva da casa de, fato, como um lar. Essas já são características do “novo normal”.

Existem até diretrizes, criadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), que nos moldarão nessa nova realidade. Isso significa responsabilidade compartilhada, solidariedade global e ação urgente para as pessoas necessitadas, que demandam a proteção de empregos, empresas e meios de subsistência para iniciar uma recuperação segura das sociedades e economias o mais rápido possível, de modo a percorrer um caminho mais sustentável, com igualdade de gênero e neutro em carbono.

De acordo com um infográfico publicado no blog do site de caça níquel online Betway Cassino, o mundo de fato desacelerou e antes o que às vezes era negligenciado devido ao ritmo corrido – como saúde e convívio familiar – está sendo resgatado. 

Nos últimos dois meses, segundo dados de pesquisas feitas semanalmente pela consultoria MindMiners, as atividades básicas ganharam força no “novo normal”. 84% dos brasileiros dizem que estão cuidando melhor de si mesmos, sendo que 80% dos entrevistados passaram a praticar atividade física. Além disso, houve um aumento de 79,5% na atenção com a higiene. 

Outro dado trazido pela pesquisa se refere ao consumo de informação. 74% dos brasileiros estão consumindo mais notícias e se mantendo atualizados com as pautas dessa nova dinâmica de mundo. Em um universo repleto de fake news, a boa notícia é que 81% dos entrevistados só confiam em notícias de fontes que já conhecem e já consomem o conteúdo. 

A pesquisa ainda mostra que 64% dos entrevistados estão tendo mais cuidados relacionados as suas próprias casas e famílias; 51% dos brasileiros estão comprando mais pela internet, uma vez que o comércio está fechado na maioria das cidades do país; e que pouco mais de 49% estão procurando cursos online para se capacitar. 

No que tudo isso reflete?

Esse novo momento, marcado por engajamento, saúde, conectividade e ativismo, traz consequências. Por exemplo, marcas empáticas, com posicionamento forte e engajadas socialmente ganharão cada vez mais espaço, assim como haverá uma aceitação maior de ofertas digitais. 

Ou seja, uma marca que tenha presença digital, que interagir com potenciais clientes e para fidelizar sua marca, sai na frente. Ter uma presença digital, inclusive, é considerado, agora nesse “novo normal”, imprescindível. 

No âmbito pessoal, haverá uma redução do consumismo e saúde e conforto como palavras de ordem.