Nem Te Conto

Caio Castro diz que sexo não é fundamental em uma relação

O ator também disse que o seu personagem de 'Amor à Vida' mexe muito com os sonhos eróticos das mulheres


10/10/2002 às 18h33

3 min de leitura
Garanhão em ‘Amor à Vida’, Caio Castro disse que o sexo não é o mais importante em uma relação, em entrevista publicada neste domingo (4) na coluna TV e Lazer, do jornal ‘Extra’. “Às vezes, você tem uma puta química com a pessoa, de não poder encostar, de não poder se olhar, mas também não tem muita ideia, não tem diálogo e mesmo assim rola porque o sexo segura. E de uma outra forma, às vezes o sexo nem é tão extraordinário, mas tem uma puta cumplicidade, tem sintonia e isso segura uma onda também”, afirmou.

O ator, que tem tirado o fôlego das telespectadoras, disse que o seu personagem da novela tem um apelo sexual enorme. “O Michel mexe muito com os sonhos eróticos das mulheres, ele tem um apelo sexual enorme. E estar numa novela das nove aumenta mesmo o assédio”, disse Castro.

“O Michel mexe muito com os sonhos eróticos das mulheres”

O bonitão também revelou que fica com menos mulheres do que as pessoas pensam. “Tenho só 24 anos, estou solteiro, é normal eu ficar com as meninas. Mas pego muito menos do que vocês imaginam. Do jeito que falam, parece até que as pessoas se jogam em mim. Não é assim, não”, garantiu.

Caio contou também à coluna que foi dispensado pela última namorada, a dentista Sabrina Pimpão, cuja relação não aguentou a rotina pesada de gravações. “Só paro com namorada quando estou de férias porque quando estou trabalhando não consigo fazer nada. Não tenho como planejar um feriado. Aí, a namorada reclama: ‘Mas as minhas amigas que namoram à distância têm passagem comprada até o fim do ano’. Então eu falo: ‘Compra para o fim do ano, mas na semana é capaz de eu não poder ir’. E aí você fica sem se ver uma semana, duas. Na terceira, ela ligou e já saquei: ‘Tá bom, já entendi. Tchau!’”, disse o ator.

“Por mim, meus pais não trabalhariam mais”

Quanto à família, ele disse que por ele os seus pais não trabalhariam mais e que trabalha para dar segurança a eles. “Por mim, meus pais não trabalhariam mais. Tenho o meu trampo, posso dar uma vida boa para eles. Se preciso de um pouco mais de grana, faço mais eventos, mais campanhas publicitárias. Trabalho e invisto para dar segurança a eles. Mas eles insistem em trabalhar. Acredita que minha avó ainda faz unha? Já falei que não precisa, mas ela insiste”, contou Castro na entrevista.