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20 anos sem Mamonas Assassinas: confira sete curiosidades sobre o grupo

A trajetória do grupo durou apenas oito meses, até o avião em que a banda viajava se chocar contra a Serra da Cantareira

Redação iBahia (variedades@portalibahia.com.br)
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Nesta quarta-feira (02) o Brasil relembra 20 anos sem a banda 'Mamonas Assassinas'. A trajetória do grupo durou apenas oito meses, até o avião em que a banda viajava se chocar contra a Serra da Cantareira e matar todos os ocupantes – além dos cinco integrantes, o piloto, o copiloto e dois assistentes morreram na tragédia.

O verdadeiro nome de Dinho era Alecsander: o apelido foi dado por sua avó, que não conseguia falar o nome do neto.


Outros nomes foram cogitados para a banda: Tangas Vermelhas, Coraçõezinhos Apertados e Um Rapa da Zé.


Os shows custavam até R$ 70 mil: com uma agenda apertada, apenas os estados do Acre e do Tocantins não foram visitados pela banda.


O único álbum dos Mamonas tem apenas 39 minutos


Músicas mais tocadas de 1995: “Vira Vira” foi a segunda música mais tocada no Brasil naquele ano, e “Pelados em Santos” ficou em terceiro lugar.


“Robocop Gay” é uma homenagem a personagem de Jô Soares: o personagem Capitão Gay fez bastante sucesso na televisão durante os anos 80.


Músico sonhou com acidente na noite anterior: em 2 de março de 1996, o tecladista Júlio Rasec disse a um amigo que havia sonhado com um acidente de avião naquela noite. O depoimento foi gravado em vídeo e ganhou enorme repercussão, principalmente por esse ter sido no dia da tragédia.